Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A dificuldade do perdĂŁo nĂŁo estĂĄ na gravidade no ato do agressor, mas na qualidade do amor do ofendido.
O amor não cabe numa fita métrica; ele é de imensuråvel alcance, não rebaixa, nem reduz, não exclui, nem rejeita, não comprime, nem descarta; e nunca cabe numa estreita ótica recheada de carnalidade que visa denegrir outro ser-- a imagem e semelhança de Cristo.
No escuro da noite
Qualquer amor se torna Ăłdio
E o ódio se torna atração
Todas as mentiras sĂŁo verdades
E toda verdade Ă© apagĂŁo
A lei pouco vale
E todos agem como se nĂŁo tivessem
Visto um Ășnico artigo da constituição
Quem anda na noite tem Ă© muita coragem
Mas, muito mais coragem tem
Ă aquele em casa se tranca
Por medo da escuridĂŁo.
Marcas de um amor
Eu estou aqui a contemplar as flores
A ĂĄgua que escorre da cachoeira
Sem que tu saibas das minhas dores
Da saudade do amor a nossa maneira.
Percorro por lugares lindos em busca de esquecer
O que o amor trouxe e tĂŁo depressa levou
Porém, cada detalhe tem um pedaço do teu ser
A brisa, as flores e o perfume que teu corpo deixou.
Sentir que o teu olhar e o teu sorriso estĂŁo em mim
Perseguindo-me, sem dar tréguas, sem dar opção.
Porque tudo tem o cheiro da tua boca de carmim
E tua alma estå plantada dentro do meu coração.
Queria que esse amor fosse como o vento
Que tudo leva, por onde passa, tirando-me essa dor
Tempestade que causa profundo sentimento
Marcas deixadas pelos encantos de um amor.
Essa avalanche de sentimentos, que o fogo reascende.
A cada dia, a cada minuto, a dor da saudade.
De momentos inesquecĂveis, tudo prescinde.
Amor que nĂŁo se apaga, falta a felicidade.
Meu coração navega em tua direção
Sem sentido, busca o que nĂŁo mais existe.
Dentro da tua alma, flor morta, sem emoção,
Partiste o meu coração deixando-me nesta ilha triste!
O MEU AMOR TI!
Sinto o teu silĂȘncio, a tua distĂąncia, orgulhosa...
Busco nos teus passos as respostas para o meu amor
Porém o teu sentir, nada expressa, ficas silenciosa...
Entregue aos sonhos profanos, causando-me pura dor.
O meu amor por ti, tĂŁo maculado, nessa ilha,
SolidĂŁo emerge do teu orgulho, acima de tudo.
Desconheces as belezas e as maravilhas do amor.
Assim, a mais bela flor, a cada dia me deixa mudo.
A contemplar o perfume que se esvai ao cair das pétalas.
Os dias passam inĂșteis, na espera dos lĂĄbios que nĂŁo se tocam.
No desejo de um beijo, amor profundo, e palavras belas,
Não tocam o teu coração, e o cais são os dias que passam.
Pois sei que sempre farĂĄ sofrer aquele que te ama...
Ainda farĂĄ crivado de feridas, que a alma inflama.
Sem que queiras ouvir falar do amor que por ti clama!
à bela rosa orvalhada, que veneno no meu coração derrama.
Contemplar-te Ă© como estar no alto da colina e ver o mundo,
Sem poder tocar a beleza que tem a mais linda campina,
Louco coração, surdo, silencioso, que me deixa mudo.
A navegar no corpo, nutrido de desejos por ti menina.
Fere o meu coração, e deixas os meus låbios secos por amor.
Teu coração, e teus olhos cegos para o amor, não amam,
Sem destino certo, sem a doçura, e o perfume da bela flor.
Vivo a amargura de um amor que aos meus desejos sufocam!
Ronaldo Balbacch
SĂŁo Paulo-SP, 29 de abril de 2.014.
acordei em um canto qualquer
Sabendo
Mesmo sem saber
Que na noite que passo
Nosso amor se cruzou
E eu fui tua
E tu foi meu
Como se o mundo jĂĄ nĂŁo
Coubesse nossos beijos
Nos entregamos
E no conflito da guerra e da paz
Surgiu
A mais bela flor
E esta foi nosso amor.
EU TE ENCONTREI!
O teu olhar tomou conta do meu ser,
O meu coração balançou na musica do amor,
Que sem pedir licença, invadiu o meu viver.
No querer, sentir da tua boca, o sabor.
Deste amor que encontrei, sem procurar.
Talvez; o destino, a força do acaso, eu não sei!
Apenas sei que o teu sorriso levou a bailar,
O meu coração da forma que jamais pensei.
Sinto que devo cultuar a tua dança,
Observar os teus passos, delicados...
De mulher que fez do homem, criança,
Que sonha com teus lĂĄbios encantados.
Eu posso aprender contigo a dança do amor,
Porque não sei dançar da forma que danças,
Mas, posso seguir o teu ritmo, e sentir o calor,
De viver este amor de sonhos e esperanças!
Mulher, delicada, de tom aveludado, no intimo,
Na tua dança quero viver o que promete a vida!
O abraço, o calor humano, o amor do teu ritmo,
Capaz de me fazer flutuar contigo, mulher escolhida.
A vida é uma bela dança que eleva os sentidos,
Que faz o ser levitar, sem orgulho ou vaidade,
Para alimentar sonhos, desejos e sentimentos incontidos...
De um encontro ao acaso nasceu este amor de verdade!
Ronaldo Balbacch
SĂŁo Paulo-SP, 28 de dezembro de 2.013.
EU APRENDI A TE ESQUECER!
Deixaste que o amor desaparecesse do coração
Depois de plantar na minha alma a tua flor...
O sol que aos poucos acaba por sumir na imensidĂŁo
Também aos poucos a solidão tomou conta do amor.
Feito vendaval que passou pela minha vida
Arrancando as raĂzes fincadas na terra do coração
Porque deixaste o amor florescer em feridas
ImpossĂvel colher uma flor desse teu duro chĂŁo.
Não hå doçura nos teus låbios de amor adormecido
Mórbida é a emoção, de quem não sabe amar.
Aos poucos, o meu amor por ti, jĂĄ vai esquecido.
Deixado as margens de um lago que corre para o mar.
Solitårio e revolto em ondas de pura emoção
Da corredeira fui jogado na praia deserta...
Sem poder colher os frutos que plantei no coração
Preciso te esquecer para buscar o amor que desperta.
A beleza que a vida contém para ser vivida...
Ă crĂvel que erguerei os braços para agradecer
Um dia, a oportunidade de deixar-me, viver a vida.
Longe deste corpo, que faz o homem enlouquecer.
Agora sinto novo brilho, em meus olhos, o sorriso.
Vou ao encontro da mulher, flor rubra, doce e pura.
Que me ensinou a te esquecer, e buscar o paraĂso.
Que hĂĄ no corpo de uma mulher que me leva a loucura!
Eu nĂŁo vejo a hora de parar de escrever sobre o amor, estou me sentindo tĂŁo cheia e farta desse sentimento.
Quero escrever sobre ficção... Esse sim, é o meu verdadeiro lado.
oque queres comigo senĂŁo o amor!
oque quero contigo senĂŁo vocĂȘ.
oque queremos um com o outro senĂŁo nĂłs mesmos !
DO RE MI........
DĂłi sĂł de pensar que tu vais.
Revendo pĂĄginas vividas do nosso amor...
Minh'alma solfeja os mais tristes ais!
Falta-me voz para mais alto clamor.
Solitårio soluço num canto triste...
Largo vazio no coração...
SilĂȘncio profundo ainda insiste...
DO
RE
MI
NO SILENCIO
Viver é plantar amor em teu coração
Lançar diversas formas de sementes
Para cada dia uma rosa possa abrir
Florir e sorrir na colheita que a de vir
Tenho sido um jardineiro preocupado
Florindo no tempo do teu caminho
Permitindo que vague boa fragrĂąncia
Sobre os ventos do outono
Nele quero ser um pequeno beija-flor
Para sugar o néctar como fonte de vida
Saboreando boas lembranças da vida
Dos deuses polinizadores do amor
Também como jardineiro eu semeio palavra
Tenho pensado o momento do seu cultivo
Seus poderes e efeitos. Capaz de viver
Como sementes em seu singelo coração
Espero que tenha achado pelas vielas da vida
Um jardim que pudera ser visto de longe
Um porto seguro para ancorar meu amor
Que sobrevive pregado no meio do silencio
