Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Fiz como pude e tambĂ©m como nĂŁo pude. Do seu jeito fui levando, atĂ© as vezes o amor prĂłprio me faltava, mas eu sĂł queria seu amor. Por inĂșmeras vezes te amava mais do que tudo. E assim pergunto: E vocĂȘ? Concordei com suas verdades, anulei as minhas. E vocĂȘ amor? O que vocĂȘ fez? O quĂȘ?
O amor de Deus Ă© como o vento, nĂŁo posso vĂȘ-lo,
mas posso SENTI-LO...
O amor de Deus nĂŁo se explica e nem se questiona,
simplesmente vivemos, sentimos e reconhecemos nas
simplicidades diĂĄrias.
O perfume das flores...
O ciclo das borboletas...
A vida que se desenvolve no Ăștero...
Os pĂĄssaros que cantam...
A brisa roçando sua pele...
O amanhecer...
O anoitecer...
Os livramentos...
As realizaçÔes...
As vitĂłrias...
As pessoas que cruzam nosso caminho...
Tudo tem o cuidado de DEUS, tudo tem as mĂŁos d'Ele, nĂŁo podemos ver, mas podemos sentir.
Incline seus ouvidos... abra seus olhos, observe os detalhes que estĂŁo
a sua volta, transcenda a tua alma e veja o quĂŁo bom e generoso Deus Ă©,
pois tudo que estĂĄ ao nosso redor, tem o toque d'Ele!
Portanto, meu amigo(a), levante seus olhos para o céu e sinta o amor de
Deus, lembre-se somente de um Ășnico detalhe: o amor d'Ele Ă© tĂŁo grande e magnĂąnimo que Ele abriu mĂŁo de seu Ășnico filho, para te libertar do pecado e garantir vida eterna a toda a humanidade.
Eu tÎ carente desse teu abraço
Desse teu amor que me deixa leve
Eu tĂŽ carente desses olhos negros
Desse teu sorriso branco feito neve
Eu tĂŽ carente desse olhar que mata
Dessa boca quente revirando tudo
TĂŽ com saudade dessa cara linda
Me pedindo fica sĂł mais um segundo
TĂŽ feito mato desejando a chuva
Madrugada fria esperando o sol
TĂŽ tĂŁo carente feito um prisioneiro
Vivo um pesadelo, beijo sem paixĂŁo
TĂŽ com vontade de enfrentar o mundo
Ser pra sempre o guia do seu coração
Sou a metade de um amor que vibra
Numa poesia em forma de canção
Sem vocĂȘ sou caçador sem caça
Sem vocĂȘ a solidĂŁo me abraça
Sem vocĂȘ sou menos que a metade
Sou incapacidade de viver por mim
Sem vocĂȘ, eu sem vocĂȘ
SĂł preciso estar em paz com meu amor prĂłprio,
pra viver para fora e ser feliz por dentro.
Dessa rotina, nĂŁo abro mĂŁo.
Teu amor pegou na veia, e corre livre pelo meu corpo, passeia soberano
entre meus desejos, e penetra em cada poro preenchendo todo espaço
nĂŁo deixando brechĂĄ para nenhum outro desejo entrar.
Seu amor mora no meu hipocampo, e teu mar invade minha
terra seca, molhando como brisa a flor do meu desejo.
(Sandra Lima)
Ah, o Amor...Ă© belo como Sol, porque simplesmente Ă©...nĂŁo se deixa levar pela mentira e nem pela maldade, nĂŁo estĂĄ em cima e nem embaixo, mas em todos os lados, nĂŁo espera retorno de nada e de ninguĂ©m, estĂĄ situado antes do pensamento e depois da ação, sĂł faz crescer e nunca morre, sĂł faz viver e nunca padece, nĂŁo espera acontecer e socorre cada alma em sua caminhada, cada flor inanimada e cada vida em sua escala, nĂŁo necessita ser venerado porque jĂĄ mostra em si o grande milagre da vida, Ă© o Ășnico ar que devemos respirar e o Ășnico caminho que devemos percorrer, simplesmente o AMOR
Sobre aceitar a partida de um amor.
[...] Despedir-se de um amor Ă© despedir-se de si mesmo.
Ă o arremate de uma histĂłria que terminou,
externamente, sem nossa concordĂąncia, mas que precisa tambĂ©m sair de dentro da genteâŠ
E sĂł entĂŁo a gente poderĂĄ amar, de novo.
Porque o amor Ă© muito mais que palavras, promessas, sussurros. Ăš sim,.o gesto, a forma, e algum propĂłsito divino eternizando na vida da gente...
Cansei de amor de mentira
Eu quero amar de verdade
Quero sentir que a saudade
EstĂĄ judiando de mim.
NĂŁo quero dizer amor
Com o coração sossegado
Quero pecar sem pecado
E andar sorrindo sozinho
Até que falem de mim.
Talvez me chamem de louco,
Esta loucura eu desejo,
Eu quero amor de verdade,
Cansei de amor de brinquedo.
Estou
vivendo
um grande amor...
NĂŁo me acorde ...
Por favor.
Deixe que ele aconteça
Apenas ...
Me envolva em teus braços
me aqueça...
O amor é uma coisa tao pura que o ser humano não consegue senti-lo, só consegue sentir uma parte desse sentimento, e nunca alcançarå o mesmo , pois o ser humano é podre e no fim das contas acaba pensando nele mesmo. A maior ilusão da vida é o amor.
Hoje eu sĂł quero um amor, daqueles que encantam a alma...
Hoje eu sĂł quero um amor que me fizesse sorrir...
Hoje eu sĂł quero um amor que fizesse esquecer...
Hoje eu sĂł quero um amor que me traga alegria...
Hoje eu sĂł quero um amor para andar de mĂŁos dadas...
Hoje eu sĂł quero um amor que soubesse brincar...
Hoje eu só quero um amor para ficar abraçados...
Hoje eu sĂł quero um amor para brincar de geografia com seu corpo...
Hoje eu sĂł quero um amor para beijar demorado...
Hoje eu sĂł quero um amor para presentear com flores...
Hoje eu sĂł quero um amor para deitar em seu colo...
Hoje eu sĂł quero um amor para confidenciar os meus segredos...
Hoje eu sĂł quero vocĂȘ!
Sergio Fornasari
FALTA DO VIVER
Eu sinto falta do viver preciso de amor;
sĂł queria ser amado forte o suficiente;
Para poder debuxar todo meu desejo;
Na selvageria dos sentimentos contidos..
Por um momento nĂŁo hĂĄ palavra para explicar;
O quĂŁo sinto me aniquilado, reprimido e abatido;
Meus sentidos libertinos no caminho ficam perdidos;
Como um mendigo carcomido com seus resmungos.
As palavras nĂŁo podem expressar como vivo,
Apenas posso mostrar como minha alma sangra,
Caminho sem conquistas, entorpecido no silencio,
Na glorias corroĂda e perdida no palco da vida.
Meus sentimentos emotivos tornam se fĂșnebres;
Sinto o sopro do ventos que nunca se quer gritou;
Vibra em minha alma como um som atroado;
Dos afogados em um vasto caminho de solidĂŁo.
Vivo no desfeito e nĂŁo me lembro porque;
NĂŁo tenho pressa de consumir a fria morte;
Mesmo vivendo sem o sabor das vitorias;
Somente o fracasso em meio das derrotas.
Giro minha vida em um tempo que nĂŁo perdoa;
Sem saber deter ou vencer a dolorida saudade;
NĂŁo sabendo frear as gotas de lagrimas que caem.
E nem vencer a dor da doutrina do meu silencio;
Onde todo o drama de minha vida Ă© monĂłtono;
O fardo Ă© pesado e me desagrada no cotidiano;
Que atenua os saberes do meu bem viver;
E faz me faltar nos caminhos das letras
Neste endurecido pélago semeio e distribuo;
Fagulhas dos tépidos tons do meu desalento;
Derramo no leito meu, o tĂłrrido e negro breu;
Encardido veste me como sua nuvens parda.
