Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor nunca foi e nunca serå um sentimento com normas, cada um ama da forma que sua cabeça for capaz de amar.
amor isso de querer prometer outro que vais ver, si Ă© tua mĂŁe que esta a te mentir, vais sair a correr aqui na minha casa.
Enquanto existir o luar
Eu sei que vocĂȘ vai
Estar ao meu lado
Amor pois foi assim
Que eu disse quando
Nos conhecemos enquanto
Houver luar e o sinal
Do meu amor por vocĂȘ
Mesmo quando eu nĂŁo
Estiver por perto amor
E só olhar para o céu
E ver a Lua que vocĂȘ
Se lembrar de mim
EU TE AMO AMOR
Menino de Rua - Escrito hĂĄ mais de 30 anos.
(Rayme Soares)
De amor eu sou carente
Ando descalço e sem camisa
O meu futuro dizem ser delinquente
O meu dever amar a vida
O meu sorriso Ă© momentĂąneo
O meu desprezo jĂĄ lhe avisa
Que nĂŁo sou nenhum simples estranho
Mas um moleque da avenida
Meu sonho mesmo é ser alguém
Que seja visto como gente
NĂŁo tenho nada e tenho o mundo
Pra aprender a me virar
Minha escola Ă© a rua
Os "professores", quem nĂŁo quer me ver
Pois sou um menino de rua
Mas posso até vir a crescer
Semeie amor pelo caminho. Faça alguém feliz. Seja ternura e carinho. Sonhe, ame, sorria, cante. Deixe que a vida seja cativante. Faça o que nunca fez, Tente outra vez! Abrace um sonho e realize. Deixe a vida ser abraço. Ser recomeço, ser passo. Ser amor que acolhe a cada instante. E seja simplesmente FELIZ!
Se vendessem amor engarrafado vocĂȘ compraria? Com sabores felizes todos os dias, decepção e amor nĂŁo correspondido. Na verdade jĂĄ existe estĂĄ na prateleira da sua vida, porĂ©m essas garrafas nĂŁo tem rĂłtulos, e quem decide o quanto vai se embriagar Ă© vocĂȘ.
Se vendessem amor engarrafado vocĂȘ compraria? Com sabores felizes todos os dias, decepção, amor nĂŁo correspondido. Na verdade jĂĄ existe estĂĄ na prateleira da sua vida, porĂ©m essas garrafas nĂŁo tem rĂłtulos, e quem decide o quanto vai se embriagar Ă© vocĂȘ.
NĂŁo preciso de muitas palavras...
Declaro-te meu amor naquele abraço recheado
de sorrisos, brilho e beijos.
EntĂŁo te deixo partir...
NĂŁo, nĂŁo vou chorar, nem sorrir
Simplesmente deixar ir.
Vai sem amor,
Leve apenas o vazio que buscou.
E nĂŁo volte, por favor, nĂŁo volte.
Pois nada te darei,
Das escolhas que fizeste, nĂŁo te salvarei.
Assim, deixo ir, pois nĂŁo posso
roubar-lhe a chance de aprender.
O amor nĂŁo te deixa partir
Andei pelos cantos da noite,
na loucura de livrar-me do teu rosto,
conduzida pelos pensamentos revoltos de uma vingança sórdida.
TraĂda pelo desejo de ganhar o que se perdeu.
Mas qual a sensação de ter e não sentir?
Porventura hĂĄ felicidade nos lĂĄbios cheios de amargura?
ou hĂĄ felicidade na ilusĂŁo da alma?
Meu amor,
por hora digo que nem os olhos mais lindos,
nem o abraço mais quente,
nem o beijo mais suave,
nem as palavras mais sĂĄbias,
Livraria-me do peso de amar-te.
O peso que nĂŁo me deixar partir,
o peso que me faz voltar,
o peso de nĂŁo deixar apagar,
o peso da saudade prolongada.
Quantas vezes te esqueci, meu amor.
Quantas vezes recusei amar-te.
Tolices...tolices vĂŁs...de esquece-te.
Pois nĂŁo se apaga da vida, o que sĂł a morte separa.
A ausĂȘncia me leva Ă loucura,
O ciĂșme embriaga meu sangue.
A mentira corrĂłi os sonhos.
Mas peço-te, não prolongue os teus dias do meu,
Tampouco estendas os teus passos da luz,
Pois sem teu amor sou versos vazios,
rosa presa Ă solidĂŁo.
Quantas vezes te esqueci, meu amor.
Quantas vezes recusei amar-te.
Tolices...tolices vĂŁs...de esquecer-te.
Pois nĂŁo se apaga da vida, o que sĂł a morte separa.
Nem sempre temos a receita certa para isso ou aquilo,
mas geralmente colocamos o amor como o princĂpio
e a base de tudo.
Podemos até não corresponder as expectativas
dispensadas as nossas pessoas...
porém nos reinventamos sempre em colo que aconchega
em mĂŁos que seguram,
em pés e olhos que acompanham.
Somos corpo, alma, abrigo, lĂĄgrima, riso,
sonhos, aromas, sabores, desejos, defeitos...
sim, somos feitas de bem querer,
de coração que acolhe e não escolhe,
somos famĂlia.
Ser mulher Ă© ser essa imensidĂŁo
sem perder a sensação das próprias asas
e a liberdade do voo.
________________________âąÂš`âąàȘâàȘ
A gente vĂȘ nascer a pureza e grandeza de um amor, que vem das profundezas das nossas entranhas... alimenta com o nĂ©ctar sagrado da ternura, do respeito, do carinho e da admiração, corre em nossas veias, vasa pelas nossas tetas, se faz correnteza de alegria , vida e paixĂŁo.
De repente vemos morrer a fé, a confiança, e junto se vão nossos sonhos, nossas ilusÔes... Enterramos nas profundezas da nossa alma, essa coisa que chamamos amor, essa coisa chamada paixão.
Nunca entendia a comparação entre o amor e as flores. Até perceber que esse meu sentimento estava secando, caindo, murchando, assim como a rosa que morreu num vaso lå de casa. Ambos eram lindos, todos admiravam, as flores eram vermelhas e grandes, e o nosso amor, forte e verdadeiro. A rosa tinha alguns espinhos, assim como o amor tem suas complicaçÔes. Todos os dias ela era regada e exposta ao sol, recebia todos os mimos, mesmo sendo uma rosa qualquer. Eu sempre procurei cuidar de meu sentimento também, o que não se faz sozinho, e então nós dois cuidåvamos, dava certo! Era tudo muito perfeito. Mas a flor morre, a gente morre, e até o amor morreu. Talvez não tenha sido por falta de cuidado, isso não faltou. Mas uma tempestade chegou, o clima esfriou, tudo escureceu, o brilho sumiu, e nem um dos dois resistiu. A rosa não sobrevivia só com a ågua do regador, e nem o amor com o cuidado só de um alguém.
