Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
" A gente acredita, investe no amor para ser para sempre. Depois descobre que tudo não passou de um filme conhecido, onde o final é sempre igual. O que resta são recordaçÔes que o coração precisa esquecer, para que de alguma forma consiga sobreviver...
Fonte de amor
Amor que busco em todos os momentos
para perto estar.
Fonte de amor que alimenta todos os meus
sonhos.
Coração que bate e me chama a todo instante,
olhos que eu vejo em cada canto, que me vigiam
e acompanham aonde eu for, se nĂŁo os vejo
procurando-os fico.
MĂŁos macias, que me acariciam o rosto,
passeiam pelo meu corpo, como quem garimpa algo.
Boca doce, que me beija tanto.
Ao meu eu interior leva paz alegria, a mim envolve.
Diz palavras que ao coração encanta, fazendo-o bater
mais suavemente.
Corpo quente que ao meu atiça
que junto fica até que o sol se ponha e o dia amanheça.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
Não temas o teu futuro,mas assegure o mesmo Trazendo: amor no coração,e boas intensÔes.Q assim,o mal não terå poder sobre ti.
A grandiosidade do amor que sinto é equivalente ao seu desamor...estamos frios um com o outro...vem tomar um café,assim poderemos aquecer nossos coraçÔes e jogar conversa fora.
Enganar-se a respeito do amor Ă© a perda mais terrĂvel; Ă© um dano eterno, para o qual nĂŁo hĂĄ compensação nem no tempo nem na eternidade!
Ainda que o tempo leve a nossa juventude, o amor jamais envelhecerå. Ele serå para nós um reforço, um esteio seguro diante das tempestades do mundo. Ele serå a ponte que nos conduzirå rumo a eternidade.
O amor faz germinar e faz crescer, e este mesmo amor, faz com que o mundo sobreviva às intempéries do existir. à ele, a energia que guia cada individuo e os faz evoluir.
O amor Ă© tudo de que precisamos para atravessar os desertos da existĂȘncia. Ă a brisa suave nos dias afetados com o calor da indiferença.
O amor Ă© o que tornarĂĄ, eu e vocĂȘ, participantes da eternidade. SerĂĄ ele, junto a nĂłs, a abrir os portĂ”es do cĂ©u, quando chegar o momento de adentrarmos a morada eterna.
O amor Ă© o que faz vocĂȘ e eu, desejar o melhor da vida, desejar o sol mais brilhante, o mar mais calmo, e o cĂ©u mais azul. E Ă© ele, quem provoca em nossos lĂĄbios, uma vontade imensa de sorrir, e um louco desejo de sobrevoar as montanhas.
O amor Ă© esta companhia adorĂĄvel, que Ă s vezes se faz de cego, para nĂŁo me deixar ver os teus defeitos, e nem te deixar ver os meus.
Por onde anda
aquele amor
que vocĂȘ
me prometeu?
JĂĄ percebi
que algo em nĂłs
com o tempo
se perdeu;
pois vocĂȘ mudou comigo, saiu e nem
me disse adeus!
SĂł que nada vai
mudar, tudo
de bonito
que aconteceu.
Mas na vida
tudo passa
até o amor cria asas;
Depois vem
as estaçÔes
que nos trazem recordaçÔes.
Apesar de tantos motivos
de te odiar
pelo que fez
comigo, eu te digo
agora mesmo
que isso nĂŁo
Ă© possĂvel;
Porque eu sou o
coração, que
um dia foi
seu abrigo,
se eu te
odiasse hoje,
estragaria o passado que um dia
foi tĂŁo lindo.
Nada como um
dia apĂłs o outro,
para a gente
descobrir o sentido
dos nossos
caminhos.
Poema de #Andrea_Domingues
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O amor tem outros olhos
Diferentes dos que se tem,
Nos seus olhos tem uma luz,
Luz que me conduz um bem.
Vem sempre na linha reta
Sabe sua direção,
A luz que sai dos seus olhos,
Atinge meu coração.
Andando em linha reta
Seus olhos encontram os meus
Vem em busca pelo infinito
Meus olhos procurando os seus.
Meu amor aonde andarĂĄs
Perguntou uma luz pra mim
HĂĄ tempos que te procuravas,
NĂŁo sabia que estavas assim.
De ti andei perdido
Procuravas pelo meu amor,
Foi na luz dos teus lindos olhos,
Que o meu amor te encontrou.
O amor chegou em uma tarde de inverso â ou era primavera! NĂŁo me lembro bem. Aqui no espaço a gente nĂŁo tem muita noção de calendĂĄrio. Ele chegou e foi se assentando perto da lareira. Perguntou-me se jĂĄ o conhecia pessoalmente ou sĂł tinha ouvido falar. Respondi que algum tempo atrĂĄs eu o tinha visto de longe.
â Foi rĂĄpido â disse. VocĂȘ sorriu para mim e passou como um vendaval.
Falei ainda que aquele sorriso havia me provocado um turbilhão de pensamentos e que imediatamente cai doente de paixão por uma pessoa que sorria igual. E que até guerra eu havia declarado por aquela paixão.
O amor me olhou com cara de quem nĂŁo gostou do que tinha ouvido. Seria ciĂșmes da paixĂŁo ou realmente o amor era da paz? AĂ eu disse para ele ficar tranquilo porque isso jĂĄ fazia tempo e eu tinha me curado da cegueira da paixĂŁo.
â Ainda bem â disse ele se ajeitando prĂłximo ao fogo. E de olhos cansados, ainda sorriu lindamente: â Ă porque sou muito ciumento, se Ă© isso que vocĂȘ quer ouvir. E adoro guerras tambĂ©m...
Percebi que o Amor tambĂ©m tinha senso de humor. NĂŁo era aquele sentimento chato que eu achava que conhecia. Era tĂmido. Educado. DistraĂdo, mas de uma inteligĂȘncia de outro mundo. Falava doce e de vez em quando, gargalhava-se, trazendo todas as estrelas para dentro de seu olhar. Ficou a tarde toda comigo conversando, sorrindo e dizendo poesia. Isso mesmo, o amor sĂł fala em poesia.
Leandro Flores
Julho de 2013
O amor Ă© um desconstrutor daquilo que somos de fato, tira a gente da razĂŁo e nos ponhe em um porta-retrato.
O amor causa um desconforto e também causa alvoroço, faz a gente se sentir louco e insano, por vezes escravo, outras vezes soberano.
