Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
ela rouba tua brisa,
tĂŁo leve como uma pena,
nĂŁo transmite, o amor,
capitado pela antena,
centenas de coraçÔes roubados,
pra sua coleção, tão fria como gelo,
jå não tem mais coração,
estilo alerquina, procura adrenalina
sem branco na narina,
domingo Ă© piscina,
dropando, umas rimas,
ela te faz, melhor a cada dia,
segunda a sexta e cademia,
mais nĂŁo troca um role
de cortesia...
E abençoados sejam todos os momentos saudåveis e de amor, que Deus, hoje nos proporcionou...
Boa noite queridos amigos!
Tenham um fim de semana feliz!
NĂŁo existe sofrimento quando o assunto Ă© amor... quem ama, ama e amarĂĄ pelo resto da vida. Independente do outro corresponder ou nĂŁo.
Espaço, tempo e amor
Uma palavra ou, as vezes, atĂ© o silĂȘncio, diz tudo que precisa e deseja ouvir. As coisas resolvem, entĂŁo, simplesmente acontecer. A fluidez Ă© incrĂvel. Assim como um rio corre para o mar ou como um polo negativo Ă© atraĂdo por um positivo. Elevados sejam os que sĂŁo capazes de amar. Dentro de redomas sociais, convençÔes sĂłcio-polĂticas e econĂŽmicas, quem liga para a cotação do dĂłlar? Quem visa valores? - NĂŁo os que amam.
O amor Ă© nĂŁo quĂąntico, nĂŁo mensurĂĄvel, tente definir o seu amor: Muito? Bastante? Mais do que tudo? ... SĂł? Os extremos das sensaçÔes sempre sĂŁo muito mais do que palavras ou nĂșmeros. Expressar amor Ă© tĂŁo fĂĄcil. Expressar o quanto se ama Ă© tĂŁo difĂcil. Espera-se que seja suficientemente subentendido por trĂĄs das açÔes.
A estrada nem sempre Ă© longa, nem sempre Ă© difĂcil. A dificuldade das coisas estĂĄ dentro de nĂłs mesmos, distĂąncia Ă© relativo. A histĂłria de um amor estĂĄ pronta para acontecer quando os seres se comunicam no mesmo tom, no mesmo timbre, alcançando nĂŁo sĂł os ouvidos, mais fundo do que isso, bem mais, eu diria.
Tempo Ă© uma mera medida e espaço, apenas barreira fĂsica. Quem ama nĂŁo vĂȘ dimensĂŁo, vive na dimensĂŁo do amor. Qual seria a dimensĂŁo do amor? Eu nĂŁo sei â se alguĂ©m souber, me conte. Ou melhor, nĂŁo me conte. O mistĂ©rio Ă© o dono das diretrizes da humanidade. A dimensĂŁo do amor nĂŁo conhece nenhuma das outras existentes e supostamente existentes.
Filosofia pura existe entre dois amantes. Amantes cĂșmplices, amantes inteiros, que habitam a mente, coração e corpo um do outro. A vida passa para todos, o mundo gira, o sol sempre estĂĄ lĂĄ e os amantes tambĂ©m. Pois bem, tambĂ©m passam, giram e sempre estĂŁo lĂĄ. Passam por momentos, por lugares e partes do corpo. Giram na dança, na dor de cabeça e no brinquedo de criança. Sempre estĂŁo lĂĄ... LĂĄ onde ninguĂ©m pode tirar, lĂĄ onde tudo Ă© muito pouco, onde os problemas da humanidade se tornam poucos. LĂĄ onde a eternidade se torna um piscar de olhos, onde existe a âferida que dĂłi e nĂŁo se senteâ. LĂĄ na dimensĂŁo do amor.
Talvez Meus versos
Meus versos algum dia,
Seja apenas versos de amor,
Ou talvez esteja em um oceano todo picado e jogado fora,
Ficarei tĂŁo triste!
Morreria meus versos e eu também
NinguĂ©m perde um amor, o amor estĂĄ dentro.......................................................... fora, ao lado. O amor estĂĄ alĂ©m das trĂȘs dimensĂ”es. Como se poderia perder algo para o qual nĂŁo hĂĄ fronteiras?
Porque o meu amor Ă© desses amores burros, que levam tempo para largar a corda, que se confundem com necessidade.
O Ăłdio Ă© a Ășnica coisa que alimenta o amor, se vocĂȘ nĂŁo odiar o tanto que ama alguĂ©m, entĂŁo nunca saberĂĄ o que Ă© amor de verdade.
A FORĂA DO AMOR !
MĂĄrcio Souza
Quando tudo se fez lĂĄgrimas,
Tu me abraçaste e sorrias,
Apagando as tristezas,
Cobrindo-me de alegrias.
Um sorriso meigo e doce,
Cheio de amor e candura,
Brotando como se fosse,
Do teu coração e alma pura.
Feito um cupido inocente,
Como quem nĂŁo querias nada,
Envolveste-me de repente,
Numa certeira flechada.
Teu olhar tĂŁo cativante,
Encheste-me de emoção,
Brilhavas como brilhantes,
Conquistando meu coração.
E as lĂĄgrimas derramadas,
Naquele momento de dor,
Foram completamente enxugadas,
Com a força do teu amor.
E acabou-se todo o tédio
Cheguei-me Ă conclusĂŁo,
Teus gestos foram o remédio,
Curaste o meu coração!
MĂĄrcio Souza.
(todos os direitos reservados)
E tudo que eu senti por vocĂȘ, acredito que nĂŁo sentirei por mais ninguĂ©m.
Se foi paixĂŁo ou amor... Eu nĂŁo sei, dizer ao certo.
O amor por terra
O vento derrubou ontem Ă noite o Amor
Que, no recanto mais secreto do jardim,
Sorria retesando o arco maligno, e assim
Tanta coisa nos fez todo um dia supor!
O vento o derrubou ontem Ă noite. Ă aragem
Da manhĂŁ gira, esparso, o mĂĄrmore alvo. E Ă vista
Ă triste o pedestal, onde o nome do artista
JĂĄ mal se pode ler Ă sombra da ramagem.
à triste ver ali de pé o pedestal
Sozinho! e pensamentos graves vĂȘm e vĂŁo
No meu sonho em que a mais profunda comoção
Imagina um porvir solitĂĄrio e fatal
Ă triste! â E tu, nĂŁo Ă©?, ficas emocionada
Ante o quadro dolente, embora olhando Ă toa
A borboleta de oiro e pĂșrpura que voa
Sobre os destroços de que a aléa estå juncada.
Calmos, na sombra incolor
Que dos galhos altos vem,
Impregnemos nosso amor
Deste silĂȘncio de alĂ©m.
Juntemos os coraçÔes
E as almas sentimentais
Entre as vagas lassidÔes
Das framboesas, dos pinhais.
Cerra um pouco o olhar, no teu
Seio pousa a tua mĂŁo,
E da alma que adormeceu
Afasta toda intenção.
Deixemo-nos persuadir
Pelo sopro embalador
Que vem a teus pés franzir
As ondas da relva em flor.
A noite solene, entĂŁo,
Dos robles negros cairĂĄ,
E, voz da nossa aflição,
O rouxinol cantarĂĄ.
