Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â "Deus Ă© a luz que ilumina nossos caminhos, o refĂșgio nas tempestades e a certeza de que nunca estamos sozinhos."
â "Na imensidĂŁo do universo, nos mĂnimos detalhes da vida, estĂĄ a inegĂĄvel presença de Deus, a fonte de amor e infinita grandeza."
â "A fĂ© transforma, a graça renova e a verdade do evangelho ilumina os coraçÔes, revelando o poder e a redenção de Deus."
Essa Ă© a segunda vez que o vejo tĂŁo de perto. O tempo realmente Ă© mĂĄgico, nos aproximando em altura e distĂąncia.
Acho que preciso te ver todos os dias. Se eu nĂŁo te vir nem por um dia, sentirei tanto sua falta.
â NĂŁo perca os sinais que a vida te dĂĄ.
Os sinais são simples, às vezes se apresentam com sons, às vezes com cores e às vezes com vibraçÔes. Palavras, interesses, sorrisos, carrancas, presenças, indiferença. Os sinais sempre me dizem que nada nesse mundo é seguro.
â Podemos nĂŁo nos ver todos os dias, podemos estar algumas centenas de quilĂŽmetros distantes, mas juro por aquele que jurou que nĂŁo posso suportar a vida sem vocĂȘ e nĂŁo quero que minha vida seja desprovida de sua presença, mesmo que tudo entre nĂłs seja cheio de obstĂĄculos... Eu te quero apesar de todas as circunstĂąncias e do cansaço, e quero tudo que vier contigo...
Pois Eu Te Amođđčđ
â Eu gostaria de juntar os seus pedaços de cacos que a vida lhe causou com os meus cacos que se quebraram neste meu caminhar, e de alguma forma juntĂĄ-los... Sei que nĂŁo serĂĄ fĂĄcil... Ficaremos com dĂșvidas... Teremos receios... AtĂ© podemos desacreditar no que sentimos e atĂ© mesmo na nossa capacidade... Principalmente amar de novo, isto Ă©, serĂĄ que jĂĄ amamos de verdade no passado? E Ă© com esses cacos que pretendo junto contigo fazer um belo mosaico, e dele um novo caminho para nossas vidas... Um novo sentido para amor que por vocĂȘ tenho!
â Chega como o vento.
De repente.
Por vezes suave.
Noutras, quebrando janelas, devastando a intimidade.
Chega como o vento.
NĂŁo se sabe o que quer,
de onde vem
e nem para onde vai.
Simplesmente chega.
Sem invocação nem convite.
ImpÔe-se. Faz-se invasor. Faz-se presente.
Uma outra força, ainda sem nome, que deriva violentamente como uma urgĂȘncia,
agarra-se ao pulsar do coração,
no peito,
ao peito,
querendo romper a pele.
Por vezes faz até doer.
E dĂłi. E agarra-se aos olhos, essa ansiedade que ressoa no peito, como um pĂĄssaro preso querendo voar.
Ă o corpo que perscruta a iminĂȘncia da luz, intermitente,
ante do ressoar de um grito mudo.
à o corpo que sente, num arranjo perfeito, a marcação do compasso determinado pelo tempo.
De novo, o vento.
Um sopro mais profundo, arranca fio a fio,
e suplica, Ă vida e Ă morte, o passo em frente.
Avança-se ao sabor de uma balada, a da incerteza.
Toda a pele ficou a nu,
Despida.
De conjeturas. De certezas. De verdades.
De novo, o coração dentro do peito,
Pulsante.
De novo, um novo olhar em olhos entĂŁo erguidos.
Vibrantes.
Olhos que despertam para renascer.
Olhos que se abrem a uma nova existĂȘncia.
Ă a criação de um novo ser em plenitude, reinventado, partindo da essĂȘncia, desprovido de conceitos.
Tal é a emanação interior que existe,
Que faz brotar,
como nos ramos despidos de uma ĂĄrvore de inverno,
os primeiros botÔes verdes que se erguem ao primeiro raio de sol que inaugura a Manhã.
Ou nĂŁo fossemos nĂłs
fruto dessa força fluida e cĂclica:
a Natureza.
