Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â meu coração estar partido acada minuto acada segundo precisando bater por um beijo seu do jeito que penso nun diamante assim eu penso em vocĂȘ na minha vida vocĂȘ significa mais que as estrelas do cĂ©u na minha vida mais importante que um coração batendo dentro de mim nada vai me parar aque com vocĂȘ foi vocĂȘ que mudou toda minha vida eu sempte ti amarei vocĂȘ significa pra mim mais que qualquer coisas Deus e aluz do mundo eu aluz da vida e vocĂȘ o amor da minha vida com o amor de sua vida sentindo o que eu sinto quando estou com vocĂȘ vocĂȘ amor sempre vai ser o amor da minha vida
â VocĂȘ tem aquele sorriso
Que sĂł o paraĂso pode dar
Eu rezo a Deus todos os dias
Para que vocĂȘ mantenha aquele sorriso, sim
VocĂȘ Ă© o meu sonho
NĂŁo hĂĄ nada que eu nĂŁo faria
Eu daria a minha vida por vocĂȘ
Porque vocĂȘ Ă© o meu sonho
E, amor, tudo que eu tenho Ă© seu
VocĂȘ nunca sentirĂĄ frio ou fome
Eu estarei lĂĄ quando vocĂȘ se sentir insegura
E te dizer que vocĂȘ sempre estĂĄ linda, garota
Porque vocĂȘ Ă© tudo que eu tenho agora
Um dia, quando o céu estiver desabando
Eu vou estar bem ao seu lado
Bem ao seu lado
Nada nunca ficarĂĄ entre nĂłs
Porque eu vou estar bem ao seu lado
Bem ao seu lado
Se vocĂȘ tiver um filho meu
VocĂȘ tornaria a minha vida completa
Só de ter os seus olhos numa criança parecida comigo
Isso seria para sempre meu
E, amor, tudo que eu tenho Ă© seu
VocĂȘ nunca sentirĂĄ frio ou fome
Eu estarei lĂĄ quando vocĂȘ se sentir insegura
E te dizer que vocĂȘ sempre estĂĄ linda, garota
Porque vocĂȘ Ă© tudo que eu tenho agora
Um dia, quando o céu estiver desabando
Eu vou estar bem ao seu lado
Bem ao seu lado
Nada nunca ficarĂĄ entre nĂłs
Porque eu vou estar bem ao seu lado
Bem ao seu lado
NĂłs fomos feitos um para o outro
Eu e vocĂȘ
E eu nĂŁo tenho medo
Eu sei que faremos dar certo
Um dia, quando o céu estiver desabando
Eu vou estar bem ao seu lado,
Um dia, quando o céu estiver desabando (quando o céu estiver desabando, desabando, oh)
Eu vou estar bem ao seu lado (bem ao seu lado, oh)
Bem ao seu lado (bem ao seu lado, oh)
Nada nunca ficarĂĄ entre nĂłs (nada nunca)
Porque eu vou estar bem ao seu lado (oh, oh, oh)
Bem ao seu lado (bem ao seu lado)
Oh, sim, esteja do meu lado, lado, lado (ooh)
Quando o céu desabar (desabar)
Eu vou estar
Eu vou estar
VocĂȘ tem aquele sorriso
Que sĂł o paraĂso pode dar
Eu rezo a Deus todos os dias
Para ficar para sempre com vocĂȘ
VocĂȘ tem aquele sorriso
Que sĂł o paraĂso pode dar
Eu rezo a Deus todos os dias
Para que vocĂȘ mantenha aquele sorriso,
VocĂȘ tem aquele sorriso
Que sĂł o paraĂso pode dar
Eu rezo a Deus todos os dias
Para que vocĂȘ mantenha aquele sorriso,
â DesistĂȘncia de um Amor
Fui embora porque tentei tudo, nada deu certo,
Cansei de regar um jardim sempre deserto.
Te dei meus dias, meus sonhos, meu chĂŁo,
Mas teu silĂȘncio gritou mais que minha paixĂŁo.
Hoje sou ausĂȘncia no lugar do afeto,
Um adeus calado num coração aberto.
SimoneCruvinel
â NĂŁo perca os sinais que a vida te dĂĄ.
Os sinais são simples, às vezes se apresentam com sons, às vezes com cores e às vezes com vibraçÔes. Palavras, interesses, sorrisos, carrancas, presenças, indiferença. Os sinais sempre me dizem que nada nesse mundo é seguro.
â Deus Ă© tĂŁo bom que nos permite plantar o que quisermos. Mas Ă© tambĂ©m tĂŁo justo, que nos faz colher exatamente aquilo que plantamos. O fruto da nossa bondade e do nosso amor, ou as tribulaçÔes que nascem das mĂĄgoas e dos rancores que guardamos.
â A Maturidade Espiritual nĂŁo Ă© algo que se alcança pelo conhecimento teĂłrico ou com a idade. Ela Ă© Fruto de um Coração cheio de Fome e Sede de Deus.
O orgulho, a inveja, a falta de interesse e a falta de compromisso sĂŁo alguns dos fatores que tornam a maturidade um alvo distante.
O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. O amor Ă© sonho dos solteiros. Sexo Ă© sonho dos casados.
Nota: Trecho da crĂŽnica "Amor Ă Prosa, Sexo Ă Poesia", publicada na "Gazeta" em 4 de janeiro de 2012.
...MaisAmor Ă© prosa, sexo Ă© poesia.
Nota: TĂtulo de uma crĂŽnica do autor, que depois intitulou um livro.
O amor impossĂvel Ă© o verdadeiro amor
Outro dia escrevi um artigo sobre o amor. Depois, escrevi outro sobre sexo.
Os dois artigos mexeram com a cabeça de pessoas que encontro na rua e que me agarram, dizendo: "Mas... afinal, o que Ă© o amor?" E esperam, de olho muito aberto, uma resposta "profunda". Sei apenas que hĂĄ um amor mais comum, do dia-a-dia, que Ă© nosso velho conhecido, um amor datado, um amor que muda com as dĂ©cadas, o amor prĂĄtico que rege o "eu te amo" ou "nĂŁo te amo". Eu, branco, classe mĂ©dia, brasileiro, jĂĄ vi esse amor mudar muito. Quando eu era jovem, nos anos 60/70, o amor era um desejo romĂąntico, um sonho polĂtico, contra o sistema, amor da liberdade, a busca de um "desregramento dos sentidos". Depois, nos anos 80/90 foi ficando um amor de consumo, um amor de mercado, uma progressiva apropriação indĂ©bita do "outro". O ritmo do tempo acelerou o amor, o dinheiro contabilizou o amor, matando seu mistĂ©rio impalpĂĄvel. Hoje, temos controle, sabemos por que "amamos", temos medo de nos perder no amor e fracassar na produção. A cultura americana estĂĄ criando um "desencantamento" insuportĂĄvel na vida social. O amor Ă© a recusa desse desencanto. O amor quer o encantamento que os bichos tĂȘm, naturalmente.
Por isso, permitam-me hoje ser um falso "profundo" (tratar sĂł de polĂtica me mata...) e falar de outro amor, mais metafĂsico, mais seminal, que transcende as dĂ©cadas, as modas. Esse amor Ă© como uma demanda da natureza ou, melhor, do nosso exĂlio da natureza. Ă um amor quase como um ĂłrgĂŁo fĂsico que foi perdido. Como escreveu o Ferreira Gullar outro dia, num genial poema publicado sobre a cor azul, que explica indiretamente o que tento falar: o amor Ă© algo "feito um lampejo que surgiu no mundo/ essa cor/ essa mancha/ que a mim chegou/ de detrĂĄs de dezenas de milhares de manhĂŁs/ e noites estreladas/ como um puĂdo aceno humano/ mancha azul que carrego comigo como carrego meus cabelos ou uma lesĂŁo oculta onde ninguĂ©m sabe".
Pois, senhores, esse amor existe dentro de nĂłs como uma fome quase que "celular". NĂŁo nasce nem morre das "condiçÔes histĂłricas"; Ă© um amor que estĂĄ entranhado no DNA, no fundo da matĂ©ria. Ă uma pulsĂŁo inevitĂĄvel, quase uma "lesĂŁo oculta" dos seres expulsos da natureza. NĂłs somos o Ășnico bicho "de fora", estrangeiro. Os bichos tĂȘm esse amor, mas nem sabem.
(Estou sendo "filosĂłfico", mas... tudo bem... nĂŁo perguntaram?) Esse amor bate em nĂłs como os frĂȘmitos primordiais das cĂ©lulas do corpo e como as fusĂ”es nucleares das galĂĄxias; esse amor cria em nĂłs a sensação do Ser, que sĂł Ă© perceptĂvel nos breves instantes em que entramos em compasso com o universo. Nosso amor Ă© uma reprodução ampliada da cĂłpula entre o espermatozĂłide e Ăłvulo se interpenetrando. Por obra do amor, saĂmos do ventre e queremos voltar, queremos uma "reintegração de posse" de nossa origem celular, indo atĂ© a dança primitiva das molĂ©culas. Somos grandes cĂ©lulas que querem se re-unir, separados pelo sexo, que as dividiu. ("Sexo" vem de "secare" em latim: separar, cortar.) O amor cria momentos em que temos a sensação de que a "mĂĄquina do mundo" ou a mĂĄquina da vida se explica, em que tudo parece parar num arrepio, como uma lembrança remota. Como disse Artaud, o louco, sobre a arte (ou o amor) : "A arte nĂŁo Ă© a imitação da vida. A vida Ă© que Ă© a imitação de algo transcendental com que a arte nos pĂ”e em contato." E a arte nĂŁo Ă© a linguagem do amor? E nĂŁo falo aqui dos grandes momentos de paixĂŁo, dos grandes orgasmos, dos grande beijos - eles podem ser enganosos. Falo de brevĂssimos instantes de felicidade sem motivo, de um mistĂ©rio que subitamente parece revelado. HĂĄ, nesse amor, uma clara geometria entre o sentimento e a paisagem, como na poesia de Francis Ponge, quando o cabelo da amada se liga aos pinheiros da floresta ou quando o seu brilho ruivo se une com o sol entre os ramos das ĂĄrvores ou entre as tranças da mulher amada e tudo parece decifrado. Mas, nĂŁo se decifra nunca, como a poesia. Como disse alguĂ©m: a poesia Ă© um desejo de retorno a uma lĂngua primitiva. O amor tambĂ©m. Melhor dizendo: o amor Ă© essa tentativa de atingir o impossĂvel, se bem que o "impossĂvel" Ă© indesejado hoje em dia; sĂł queremos o controlado, o lĂłgico. O amor anda transgĂȘnico, geneticamente modificado, fast love.
Escrevi outro dia que "o amor vive da incompletude e esse vazio justifica a poesia da entrega. Ser impossĂvel Ă© sua grande beleza. Claro que o amor Ă© tambĂ©m feito de egoĂsmos, de narcisismos mas, ainda assim, ele busca uma grandeza - mesmo no crime de amor hĂĄ um terrĂvel sonho de plenitude. Amar exige coragem e hoje somos todos covardes".
Mas, o fundo e inexplicĂĄvel amor acontece quando vocĂȘ "cessa", por brevĂssimos instantes. A possessividade cessa e, por segundos, ela fica compassiva. Deixamos o amado ser o que Ă© e o outro Ă© contemplado em sua total solidĂŁo. Vemos um gesto frĂĄgil, um cabelo molhado, um rosto dormindo, e isso desperta em nĂłs uma espĂ©cie de "compaixĂŁo" pelo nosso desamparo.
Esperamos do amor essa sensação de eternidade. Queremos nos enganar e achar que haverĂĄ juventude para sempre, queremos que haja sentido para a vida, que o mistĂ©rio da "falha" humana se revele, queremos esquecer, melhor, queremos "nĂŁo-saber" que vamos morrer, como sĂł os animais nĂŁo sabem. O amor Ă© uma ilusĂŁo sem a qual nĂŁo podemos viver. Como os relĂąmpagos, o amor nos liga entre a Terra e o cĂ©u. Mas, como souberam os grandes poetas como Cabral e Donne, a plenitude do amor nĂŁo nos faz virar "anjos", nĂŁo. O amor nĂŁo Ă© da ordem do cĂ©u, do espĂrito. O amor Ă© uma demanda da terra, Ă© o profundo desejo de vivermos sem linguagem, sem fala, como os animais em sua paz absoluta. Queremos atingir esse "absoluto", que estĂĄ na calma felicidade dos animais.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida.
Nota: Trecho do texto "Sentir-se amado".
Amor Ă© um livro, sexo Ă© esporte
Sexo Ă© escolha, amor Ă© sorte
Amor Ă© pensamento, teorema
Amor Ă© novela, sexo Ă© cinema
Sexo é imaginação, fantasia
Amor Ă© prosa, sexo Ă© poesia
O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos
Amor Ă© cristĂŁo, sexo Ă© pagĂŁo
Amor Ă© latifĂșndio, sexo Ă© invasĂŁo
Amor Ă© divino, sexo Ă© animal
Amor Ă© bossa nova, sexo Ă© carnaval
Amor é para sempre, sexo também
Sexo Ă© do bom, amor Ă© do bem...
Amor sem sexo, Ă© amizade
Sexo sem amor, Ă© vontade
Amor Ă© um, sexo Ă© dois
Sexo antes, amor depois
Sexo vem dos outros e vai embora
Amor vem de nĂłs e demora
Amor Ă© cristĂŁo sexo Ă© pagĂŁo
Amor Ă© latifĂșndio sexo Ă© invasĂŁo
Amor Ă© divino sexo Ă© animal
Amor Ă© bossa nova sexo Ă© carnaval
Amor Ă© isso, sexo Ă© aquilo
E coisa e tal...
Nota: Letra composta por Cilze Mariane Costa HonĂłrio, Rita Lee, Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor
...MaisEra o amor que tentei te oferecer!
NĂŁo consigo me entender
Sei o que devo fazer
Ă certo tenho que te esquecer
Mas Ă© sĂł aparecer,
Que me entrego a vocĂȘ.
Mas assim nĂŁo pode ser,
Entregar-me e nĂŁo te ter.
NĂŁo consigo me compreender,
Sei que nĂŁo posso exceder.
Vou lutar contra meu querer,
Na minha cabeça meter,
Que um fim Ă© o que tenho que fazer,
Quando serĂĄ que vou aprender?
Meu desejo era te manter,
E cada dia mais te conhecer.
Agora começo a perceber,
O que eu nĂŁo queria ver,
E o que vocĂȘ nĂŁo tinha coragem de dizer.
Nunca me amaste, era apenas o aquecer.
Sexo, cama, e tudo que quisesse manter,
Sabe que basta me tocar para me derreter.
Sei que teus desejos consigo atender,
Nosso amor tem inĂcio ao anoitecer
E perdura até o amanhecer.
Mas nĂŁo posso me corromper,
Sem vocĂȘ tenho que sobreviver,
Seguir a vida e me conter,
As lĂĄgrimas irei beber,
A saudade desfalecer,
Seguir em frente, nada irĂĄ me deter.
Adeus quem me fez viver,
Momentos que irĂŁo permanecer,
Loucuras de prazer,
Amei-te mas a este amor irei vencer.
E um dia quando vocĂȘ me rever,
VerĂĄs que mais do que prazer era o amor que tentei te oferecer!
Meu negĂłcio agora Ă© sexo e amizade. Acho esse negĂłcio de amor uma coisa muito chata.
Cada um sabe a dor e a delĂcia de ser o que Ă©.
Sou contra a reserva de mercado. Tem mais Ă© que abrir as portas para a Madonna abrir as pernas.
Eu sou um preguiçoso que trabalha muito.
A força da grana que ergue e destrói coisas belas.
Desde pequeno eu achava que seria célebre.
O tempo nĂŁo pĂĄra e, no entanto, ele nunca envelhece.
à impressionante a força que as coisas parecem ter quando elas precisam acontecer.
