Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor de hoje Ă© tĂŁo atraente quanto um drink numa sexta. Mas o drink nĂŁo era somente um drink, e sim um "Boa noite Cinderela".
E esse amor de fato nĂŁo era amor;
e sim pura carĂȘncia da tua parte.
E nem todos os dias da semana pode ser sexta. O amor de verdade nĂŁo Ă© perfeito, e nem tem necessidade de ser.
" Quando se sabe o que Ă© o amor... isso Ă© que faz com que a vida valha a pena. Quando se vive com isso diariamente. Acordar com isso, aguentĂĄ-lo durante as tormentas e apĂłs um pesadelo. Quando o amor Ă© o teu abrigo para a morte que nos rodeia e quando te preenche de tal forma que nem consegues descrevĂȘ-lo."
âA crĂtica literĂĄria deve brotar de uma dĂvida de amor. De modo evidente, ainda assim misterioso, o poema, ou peça, ou romance capturam nossas imaginaçÔes. Quando terminamos a obra, nĂŁo somos os mesmos que Ă©ramos quando a começamos. (...) Grandes obras de arte nos arrebatam como tempestades, escancarando as portas de nossa percepção, pressionando a arquitetura de nossas crenças com seus poderes transformadores.â
meu Deus, parece até que eu tinha saido da terra, pra me acorder no céu do amor mais bonito que existe.
eu não percebi quando estava deixando o solo, chorava enqunto lia as palavras belas... a emoção tomva conta de mim, e eu me deixava guiar por elas... elas me nutriam, me davam ainda mais força para amar, para brincar de amar, e para viver amando o amor vivo.
O amor da mĂŁe por seu filho Ă© muito forte na sociedade coreana - quase na fronteira de ser uma obsessĂŁo.
O amor nos levanta com a nossa ajuda
E seguimos em frente,
Viver Ă© luta
Mas o final Ă© glorioso,
Descobrimos que nĂŁo hĂĄ final
O amor nos apresenta a eternidade.
Eu promento nĂŁo ter fim, o meu amor por ti.
Eu prometo entregar-me nua, e inteirinha a vocĂȘ.
Eu prometo ser feliz, e te fazer feliz, enquanto vivos e juntos estivemos.
Eu te prometo, meu amor.
Na tua ausĂȘncia, amor, tem dias que nem um vento se sente. Ă como se a aragem entrasse pelas ventas do mundo, e no vĂŁo entre mim e ele, restasse um vazio. Um nada.
HĂĄ quem diga que o amor acaba, o que se vai Ă© o entusiasmo do novo, as expectativas que se frustam, os nĂŁos que deixamos de justificar...
O deixar pra depois, e sĂł depois se importar.
As datas importantes que passam sem causar importĂąncia alguma.
As palavras que nĂŁo foram ditas.
Aquele momento em que só um abraço aliviaria o peso o do dia.
E assim o amor vai indo, se despedindo em silĂȘncio, o amor sĂł faz barulho na chegada quando surge acompanhado da alegria.
PorĂ©m sua partida nĂŁo tĂȘm alarde.
Deixa sĂł um abismo.
Deixa saudade, e leva consigo a alegria que chegou com ele.
Amor lindo
VocĂȘ, Ă© um amor lindo para
ser vivido.
Um amor igual aquele que se
tem na escola.
Um amor que nunca se quer ver
longe.
VocĂȘ, Ă© aquele amor da juventude,
que desperta paixÔes eternas.
VocĂȘ, Ă© o amor de mulher que se
precisa ter, para que a vida siga
o seu rumo.
E te tendo ao lado, fica mais fĂĄcil
sobreviver.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista. R/J
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
OUSADIA (soneto)
Longe do poetar o amor, a alma nua
A solidĂŁo escreve! Um silĂȘncio cego
Do claustro, em um vazio e no ofego
Insiste e teima, sofre e tudo continua
Mas o velho coração na dor entrego
Na esperança que o pesar construa
PrĂĄtica. E nĂŁo a uma desilusĂŁo crua
Largue o querer, em um aconchego
De tal modo, que o viver no suplico
EntĂŁo chore, grite, e assim agrade
A ilusĂŁo. E entĂŁo valha o sacrifĂcio
Porque a pureza, barda da liberdade
Da arte casta, nunca usa de artifĂcio
Pra amar com leveza e simplicidade
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11 de janeiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
