Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A culpa nĂŁo Ă© do amor a culda Ă© das pessoas que fazem dele algo vago que se joga ao vento pra qualquer um pegar.
NĂŁo me impaciento com a sua falta de anĂșncios.
NĂŁo hĂĄ necessidade de obter paciĂȘncia, pois o amor nĂŁo suporta adereços que nĂŁo condizem com o seu nascimento.
Quando o amor existe ele suplanta toda e qualquer ausĂȘncia.
Persisto com a indeclinĂĄvel caminhada com o amor.
Confesso que muitas vezes tenho recorrido Ă necessidade de extrair as ferpas surgidas nesta trajetĂłria, mas nenhuma delas Ă© oriunda do amor propriamente dito e atribuo a elas - as ferpas - os equĂvocos da minha dedicação direcionada Ă algumas almas insensĂveis.
Quando se renuncia um amor, deixamos um pedaço da nossa alma sem luz. Ă como estar numa sala escura e desejar ler um livroâŠ
Qual o problema com os homens desse mundo? Assistam âo amor Ă© cegoâ e entendam o que estou dizendo. NĂŁo que as magriiiiinhas nĂŁo sejam adorĂĄveis, mas faça um teste: convide alguma pra ir comer uma pizza. Melhor, convide alguma pra tomar uma cerveja comendo um âbilisquimâ. AliĂĄs, nĂŁo tem coisa mais ridĂcula, diga-se de passagem, para uma boa e conservadora magriiiinha do que chegar num bar e o acompanhante dizer: âuma cerveja e um bilisquim, fĂĄfavor?â. Ă separação na certa, amigo. Agora, uma gordinha nĂŁo. Pra ela, tudo Ă© festa, companheiro. Pra ela, ir embora Ă© realmente o que vocĂȘ deseja: comer um lanche no motel!
Cale o meu coração
Que clama por tua paixĂŁo
Por teu amor incansavelmente
Sesse essa dor de não estar em teus braços
Que vem consumindo a minha alma
Tens uma aureola
Que conforta-me e acalma-me
Ăs meu anjo?
Zeles por nosso amor
Cale todo meu clamor
Sesse a minha dor
Pra falar a verdade, quando falo de amor, ainda me sinto como aquela garotinha que comprou uma bala de menta pra beijar na boca pela primeira vez, naquele cantinho escondido no recreio da escola.
Ter amor Ă© a luz que eu preciso, pra existir,
pois sem ele eu estaria perdido,
segurando desesperadamente
a lanterna dos afogados em desilusÔes!
Almany Sol - 13/06/2012
SĂł quem sofreu pode dizer com todas as palavras o que o amor faz, ele chega bem quetinho como se nĂŁo quisesse nada, domina, invade sua mente, isola sua alma do seu corpo, te deixa sedado, te faz fazer coisas que jamais teria feito, te promete felicidade eterna, cega seus olhos, tapa seus ouvidos, e tudo aquilo que sempre acreditou ele te mostra que pode ser vivenciado de um lado mais romĂąntico.. enfim te leva as alturas (...)
SĂł que, do jeito que ele vem ele vai, ele deixa uma ferida pra vocĂȘ curar sozinho, leva tudo que vocĂȘ tem, seu sorriso, seu carĂĄter, sua fĂ©, sua vontade e atĂ© o seu amor prĂłprio, te faz começar do zero e hĂĄ quem nĂŁo suporte...
Te deixa lĂĄgrimas, solidĂŁo, desamor, desapego, te deixa uma marca que irĂĄ carregar uma vida inteira, marcas que irĂĄ tirar seu sono, roubarĂĄ muitas vezes o seu sorriso, te deixarĂĄ o gosto amargo da perca, o saber da derrota, o desperdĂcio de tanto afeto...
Mais entĂŁo ame e seja feliz.
Loucuras
Ah, meu amor!
Se todas as loucuras
Do mundo
Fossem assim
Salpicadas de doçura
Um estar em vocĂȘ
Com extremada candura
E vocĂȘ em mim
O dia inteiro
Madrugada adentro
Em todos os momentos
Não ter concentração
Perder toda a razĂŁo
Respirar tua presença
Ser fogo, ser paixĂŁo
Dormir e acordar
Em vocĂȘ, com vocĂȘ, prâa vocĂȘ
Ă...
Eternos loucos seremos!
Como sĂŁo as coisas, agente luta pelo Amor da pessoa amada que nĂŁo calha,
Enquanto isso o verdadeiro Amor se esconde na pessoa menos esperada.''
"A Medida do Amor"
A intensidade de um amor nĂŁo pode ser avaliada ou dimensionada pela frequĂȘncia dos encontros e, sim, principalmente pela quietude do silĂȘncio quando juntos.
Amar por amar,
Ă© explorar o que a poesia nĂŁo consegue explicar,
que amor,jĂĄ vem pronto
e poesia...
ah,a poesia sempre termina com.
