Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Eu te amei, querido, em cada estação, em cada mĂșsica de amor e em cada momento de nĂłs dois, mas amar nĂŁo significa engolir todas as frustraçÔes e lutar por tudo sozinha. Relacionamento Ă© um ato bilateral, meu bem, e ninguĂ©m aqui Ă© Atlas para carregar o mundo inteiro nas costas.
O meu amor por vocĂȘ me custou a sanidade. Me custou tambĂ©m a saudade de quem um dia eu jĂĄ fui. Hoje me vejo sendo alguĂ©m que, por vezes, desconheço. VocĂȘ me custou partes de mim que se partiram ao longo da vida â e eu sĂł percebi isso quando o meu sorriso deixou de aparecer.
Vai doer, vai deixar um buraco no peito, mas vai passar. Se nenhum amor dura para sempre, nenhuma dor também.
à verdade quando dizem que ninguém morre de amor. Mas esqueceram de contar o quanto a vida perde todo o sentido quando ele falta.
O amor nĂŁo tira a vida, mas quando vai embora, tira o porquĂȘ de viver. E isso dĂłi mais do que qualquer fim. đ
Eu sou bossa nova da cabeça aos pĂ©s. Sou Elizete Cardoso com a canção do amor demais, explodindo de sentimentalismo, sou JoĂŁo Gilberto cantando a Insensatez que vocĂȘ fez, semeando amor e colhendo saudade. Sou a consequĂȘncia inevitĂĄvel de vocĂȘ em cada mĂșsica de amor, em cada poema, em cada frase minha, em cada corte no " T" e em cada pingo no " I" . Sou a poesia viva e sobretudo o amor, que Ă© 200% de mim.
Ă um jogo esse que estamos jogando, e o estamos jogando com amor e orgulho, ciĂșmes e sedução, frieza e amizade, desejo e ilusĂŁo, manobras impensadas e estratĂ©gias. E em meio a todas essas disputas, antĂteses e paradoxos, amor e orgulho, o meu medo Ă© somente quem vai dar o xeque-mate no final.
Hoje eu escrevo para todas almas solitĂĄrias ao redor do mundo, escrevo Ă queles que sofrem por amor,aos poetas, aos bĂȘbados e aos loucos. Escrevo a todos que necessitam de paz, aos que anseiam por poesia, aos que carecem de amor. Escrevo para aqueles que perderam a si mesmos no meio do caminho e jĂĄ nem sabem ao certo que identidade assumir, que direção seguir. Escrevo aos que se perderam de si mesmos...
A Luz que Pregam
Pregam a luz,
mas vivem na escuridĂŁo.
Falam de amor,
mas carregam julgamento no coração.
Pronunciam o nome de Deus
como quem conhece a verdade,
mas esquecem que nenhuma fé
deveria caminhar ao lado da crueldade.
Estendem a mĂŁo em pĂșblico,
sorriem como se fossem abrigo,
mas, quando encontram alguém diferente,
transformam o abraço em perigo.
Pregam aceitação,
mas escolhem quem merece pertencer.
Falam sobre perdĂŁo,
mas nĂŁo sabem perdoar o que nĂŁo conseguem entender.
E talvez a maior ironia
seja chamarem de escuridĂŁo
aquilo que simplesmente nĂŁo se parece
com a luz que aprenderam a imitar.
Porque hĂĄ quem acenda velas,
faça oraçÔes e fale de salvação,
mas seja incapaz de oferecer
um pouco de compaixĂŁo.
Eu nĂŁo preciso apontar dedos.
A consciĂȘncia sabe quem Ă© quem.
Afinal, quem realmente vive na luz
não precisa provar que é luz para ninguém.
HĂĄ quem pregue a luz em nome de Deus,
enquanto escolhe viver na escuridĂŁo
quando ninguém estå olhando.
â A dor Ă© uma verdade inevitĂĄvel e implacĂĄvel. O amor Ă© um risco de proporçÔes gigantescas, mas se negar a arriscar Ă© uma grande covardia. Tente, caia, tente de novo, mas, acima de tudo, se ame e siga em frente, vocĂȘ vale a pena e todos merecem uma segunda chance porque nĂŁo somos perfeitos.
Servir sem amor torna-se apenas ato mecanizado desprovido de conteĂșdo. Hipocrisia, e, portanto, apenas vaidade.
Quando estabelecemos critĂ©rios para o amor nĂŁo podemos amar ninguĂ©m alĂ©m de nĂłs mesmos. Apenas refletimos no outro o prĂłprio egoĂsmo.
Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o Ăłdio, a ternura, a loucura. Sou tambĂ©m o delĂrio, sou o ĂȘxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que nĂŁo começou...
(Saul Belezza - Patife)
NĂŁo serĂĄ a vida que irĂĄ me apagar, tampouco a morte que me trarĂĄ o brilho, Ă© o amor que faz cantar, rir e chorar, nosso tempo nĂŁo estarĂĄ muito distante, o que acalma a ilusĂŁo sĂŁo, as verdades escondidas nas mentiras de amar eternamente...
(Patife)
Existem vĂĄrios tipos de amores:
Amor bandido.
Amor gostoso.
Amor que amamos
Amor que assusta
Amor que se foi
Amor que nĂŁo veio
Amor que se confia
Amor que trai
E o pior dos amores Ă© aquele que nĂŁo vivemos, nĂŁo brigamos por ele, deixamos passar sem perceber que esse era o amor verdadeiro.
(Saul Beleza)
Em ti, tudo Ă© convite e despedida,
Um abraço que aquece, um amor que arde,
Explode o desejo, apaga a noite fria,
E ao amanhecer, incendeia a alma e a tarde.
Teu amor Ă© um fogo que me consome,
Me entrego a ti, sem medo, sem receio,
Pois sei que em teus braços, eu me sinto em casa,
E que a saudade é o preço do amor que sentimos.
Mas se a despedida habita nossos dias,
Ă porque o amor que sentimos Ă© verdadeiro,
E que mesmo na dor, hĂĄ uma alegria,
Que sĂł o amor pode trazer, sem igual.
E assim, me entrego a ti, sem medo, sem dor,
Pois sei que em ti, meu amor, eu sempre estou em um eterno deleite.
(Saul Beleza)
essa é a tradução daquele meu cantar depois do prazer, e fico nos teus braços murmurando...gostou?
"Completamente sem saida, e sem querer sair, muito carente de um amor, do teu amor se possivel, caso contrario jamais te esquecerei."
(Mario Valen - Saul Beleza)
Mesmo sendo discreto, tentei esconder
O amor que sentia, quis manter em segredo
Mas nĂŁo consegui te amar secretamente
E agora o que resta Ă© esse amor, tĂŁo exposto e verdadeiro.
(Saul Beleza)
