Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Amor é encontro de pertenças de almas, que se perderam nas vidas e nas mortes. Sem domínio, sem lugar, existindo apenas na liberdade de compartir o sentimento.

O Amor Ă© a lĂ­ngua menos falada no Mundo; contudo, Ă© a linguagem que mais ensina ao mundo!

Depois de fazer amor contigo: o meu coração tem orgasmos.

⁠Poesia é um infinito papel em branco repleto de Amor.

⁠As verdadeiras histórias de Amor mesmo que acabem, nunca terminam.

⁠A espécie humana aprendeu a temer o Amor. Decidimos ser só espécie.

O amor Ă© uma
energia indecifrĂĄvel
que move todos
os mundos invisĂ­veis
dentro de nĂłs.

O cérebro vaticina caminhos,
o coração inventa asas.
E Ă© a voar sem mapa
que se chega até ao Amor.

Nada Ă© mais perigoso
que o silĂȘncio que
existe entre
duas respiraçÔes
que se desejam.
O amor Ă© o infinito
instante em que a
pele reconhece a alma.

O amor nĂŁo Ă© clausura — Ă© voo que se faz a cada amanhecer.

A vida evoca que devo continuar,
a existĂȘncia permanece onde a dor grita. E o Amor ensina-me, todos os dias, que a ferida se transforma em superação, nĂŁo em aprisionamento.

A humanidade explica-se pela histĂłria, mas compreende-se pelo amor.

O amor tem algo
de primavera:
regressa sem explicar
como venceu o
inverno da alma.

A poesia Ă© a forma que o amor
encontrou para nĂŁo caber sĂł no peito.

O amor Ă© onde a pele aprende a pensar, um enigma que respira dentro do peito.
É o que nos desfaz para que possamos ver,
e o que nos refaz
quando jĂĄ nĂŁo sabemos quem somos.
No fim, o amor Ă© isto:
um silĂȘncio que nos reconhece
antes mesmo de chegarmos.

O amor: ensina que nada floresce
sem silĂȘncio, e quando verdadeiro,
é sempre uma espécie de primavera interior.

Um beijo de amor Ă©:
a primeira casa onde
duas almas aprendem
a respirar juntas.

O amor Ă© um mar que
nĂŁo precisa de horizonte
para ser infinito.

Dias de outono: sĂŁo cartas de amor que as ĂĄrvores escrevem Ă  terra.

Na casinha simples de famĂ­lia humilde, a mĂŁe colocava na mesa a comida feita com amor e carinho: cuscuz, arroz, feijĂŁo de corda cozido com carne de sol, fruto do nosso trabalho. E o suco de caju nĂŁo poderia faltar. Era um banquete!


Mas a alegria estava estampada no sorriso. A mĂŁe e o pai faziam o sinal da cruz, agradecidos:


"Obrigado ao nosso Senhor."


Era pura simplicidade, onde a fé fortalecia a esperança e esta enchia o peito de coragem. A pobreza não existia. E toda a nossa riqueza estava ali, em volta de uma só mesa: a família...


Bem maior!


Por Marcio Melo