Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

“O AMOR NASCEU EM MIM” POEMA
O amor nasceu dentro de mim e tomou conta de todo o meu ser.
Da minha vontade...
Do meu pensamento...
Dos meus atos...
O amor chegou e se alojou no meu coração...
Da minha vida...
NĂŁo sei como, nem como foi...
Apenas nasceu...
Ah,eu que era tĂŁo feliz despreocupada...
Andava livremente como um barco a deriva em meio ao oceano sem fim...
Eu que sentia da vida apenas os momentos mais felizes...
Os momentos mais inesquecĂ­vel.
De repente, senti que nĂŁo tinha vivido antes e ainda agora eu me pergunto assombrada...
Porque nĂŁo consegui viver antes...
Por que tudo isso tinha que acontecer comigo...
NĂŁo sei. Apenas aconteceu...
VocĂȘ veio...
NĂŁo sei de onde...
Surgiu em minha frente...
Olhou em meus olhos, sua voz era mĂșsica aos meus ouvidos.. O simples contato de suas mĂŁos fazia tremer todo meu ser...
Sentia que amava...
De repente comecei a notar que havia mais brilho no luar...
Que havia mais brilho nas estrelas...
Que a brisa era uma carĂ­cia meiga...
Que o luar era uma bĂȘnção luminosa.
Eu sorria...
De qualquer coisa...
Eu nĂŁo me reconhecia mais...
Senti que era amor...
E que esse amor era vocĂȘ...
Senti que minha vida estava intimamente ligada Ă  sua...
Por qualquer estranho laço inexplicåvel...
E desde entĂŁo EU sou apenas um pouco de vocĂȘ...
Um pouco de vocĂȘ que eu amo com toda força de minha alma.
Um pouco de vocĂȘ que Ă© tudo para mim...
Desde que o mistério do amor nasceu dentro do meu coração.

“Poema” Uma doce paixão
O amor nasce de um olhar,vive de sorriso...
Morre de um adeus.
Mas se for o amor verdadeiro,perdura-se eternamente...
NĂŁo ah nada que apaga um grande amor.
Nem a distancia...
Nem a ausĂȘncia nem o tempo.
Tudo permanece como no primeiro encontro...
O primeiro olhar,o primeiro beijo.
O amor verdadeiro adormece,
e acorda regrado com gotas do suave perfume das flores nas tarde de primavera.
Sentir o doce gosto da paixĂŁo, mais inocente...
Deixando a alma transparente no aconchego suave de um grande amor.
O amor verdadeiro Ă© como sentir o vento tocar o rosto...
Suavemente como sopra a copa das paineiras...
E suas plumas caem ao solo e logo germina trazendo a tona nova...
Vida a natureza.
Assim Ă© o amor verdadeiro...
Natural puro e eterno.
O amor verdadeiro...
É como a fĂȘnix..
Renasce a cada segundo...
Com louco desejo de amar.
Um grande amor euma doce paixão entre dois coraçÔes.
Suspirando no mesmo caminho.
La no alto da serra...
Deitado sobre a terra, vamos morrer...
Bem juntinhos.

O essencial nĂŁo faz barulho.

O que realmente importa Ă© silencioso. O amor nĂŁo grita, a paz nĂŁo estoura, a ternura nĂŁo precisa de holofotes.

O essencial Ă© discreto. É justamente por isso que se torna tĂŁo precioso.

Medo do amor?
Bobagem ter medo de algo capaz de nos fazer voar com os pés no chão.
NĂŁo fuja.
NĂŁo pense.
Apenas sinta!

"Deus nĂŁo te ama porque vocĂȘ Ă© fiel, Deus te ama porque o amor dEle nĂŁo depende de quem vocĂȘ Ă©, mas de quem Ele Ă©."

⁠Que a loucura te acrescente os dias, o amor os preencha e a humildade te defina!

Quando alguém disser que o amor é uma espécie de vida que dispensa matéria...então viveu o amor.

Amor Ă© renĂșncia.. Ao orgulho, ao medo, a prĂłpria vida, Ă© renunciar noites de sono, momentos prazerosos de solidĂŁo, renunciar sonhos de quem sonha sĂł para viver realidades de quem idealiza juntos... Amor Ă© emoção que ultrapassa o sentir e nunca alcança o entender...

Amor Ă© Para os Loucos




Amor nĂŁo Ă© para os sĂĄbios.
É para os loucos.


O sĂĄbio calcula.
O louco entrega.


SĂł o louco dĂĄ tudo sem garantias.
SĂł o louco suporta a dor da incerteza
e a fragilidade do sentimento
sem transformar o coração em defesa.


Amar Ă© um salto no vazio
onde a lógica não alcança.


É expor o peito ao risco
sabendo que pode doer.


É aceitar o caos
que nasce junto com a paixĂŁo
e, ainda assim, permanecer.


Dois sĂĄbios se preservam.
Dois loucos se escolhem.


E no amor,
Ă© melhor dois loucos ardendo juntos
do que dois sĂĄbios intactos
e vazios.

⁠A dor Ă© uma verdade inevitĂĄvel e implacĂĄvel. O amor Ă© um risco de proporçÔes gigantescas, mas se negar a arriscar Ă© uma grande covardia. Tente, caia, tente de novo, mas, acima de tudo, se ame e siga em frente, vocĂȘ vale a pena e todos merecem uma segunda chance porque nĂŁo somos perfeitos.

— Doeu de novo.
— O quĂȘ?
— O amor.
— Ah. Isso explica o silĂȘncio.


O coração suspira, cheio de rachaduras novas.
O cérebro anota algo mentalmente, como quem registra um dado irrelevante.


— VocĂȘ nunca entende, nĂ©?
— Eu entendo perfeitamente. Só não vejo utilidade em sofrer por isso.
— É que vocĂȘ nĂŁo sente.
— É que vocĂȘ nĂŁo pensa.


O coração se cala por um instante.
O cérebro aproveita pra revisar compromissos da semana.


— Ela parecia diferente

— Todas parecem.
— E eu acreditei.
— VocĂȘ sempre acredita.
— Eu só queria sentir de novo.
— E eu só queria dormir em paz.


HĂĄ um silĂȘncio entre eles — o tipo de silĂȘncio que dĂłi mais que qualquer palavra.


— Como vocĂȘ consegue ser tĂŁo frio?
— E como vocĂȘ consegue insistir tanto em algo sem garantia?
— Porque Ă© o que me faz vivo.
— E Ă© o que quase te mata toda vez.


O coração ri. Um riso trĂȘmulo, cansado.
— Então o que eu faço agora?
— Espera.
— E depois?
— Espera mais.
— E quando passa?
— Nunca totalmente. Mas vocĂȘ aprende a bater no ritmo certo de novo.


O coração respira fundo.
O cérebro volta ao trabalho.


No fundo, ambos sabem
vĂŁo brigar de novo,
vĂŁo se prometer paz,
e no próximo olhar certo —
lĂĄ estarĂŁo, lado a lado, repetindo o erro mais humano de todos:
acreditar de novo.

⁠longa jornada.

A beira do caminho deixei o Amor.
Estava cansado da longa caminhada.

Na aparente calma noturna,
a dor da perda daquele amor se fazia presente. As lĂĄgrimas eram puro silĂȘncio e dor.

Foi Amor a primeira estrofe, sem toque,sem contato.
Eram apenas palavras, em versos e prosas. Éramos prĂłximos sem nunca termos nos encontrados. Ela sempre foi faltosa neste sentido. FalĂĄvamos madrugada a dentro,confissĂ”es, emoçÔes, sentimentos sentidos e declamados, Ă©ramos dois desconhecidos falando de Amor.
Faby....(*."

Amor de MĂŁe Amor de CĂŁo.


É um tipo de Amor que só consigo mensurar ao de Mãe.
Incondicional,que nada pede e nem quer. Deseja apenas os seus braços, ser quardo nos seus abraços . Como mãe, falam com o olhar e tudo dizem. Quando não estamos presentes, estão em nós pensando,aguardando a doce chegada.
A mãe sorri,abraça, eles também a diferença é que aguardam serem abraçados.
É um Amor, que palavra nehuma resumi.
Amor que sĂł sabe Amar.
NĂŁo conhece outra coisa e Ă© para sempre.
Ao Meu CĂŁo com Carinho.
MalucĂŁo....(*."

Revoguei sentimentos que me feriam e decretei, em carĂĄter definitivo, o amor-prĂłprio.

A paixão é como o primeiro gole da erva: queima, assusta e desperta. O amor, no entanto, é a cuia que se mantém quente durante todo o inverno da vida.

O AMOR QUE SE DESFAZ

Amor Ă© desconexo e abstrato.

Hoje, sĂł me resta o vazio
e a velha certeza:
esse sentimento invisĂ­vel
fere a alma
e sangra o peito,
facada a facada,
quando retorna ao nada.
Ecoam promessas murchas

na boca de quem diz “eu te amo”:
veneno suave, imperceptĂ­vel.
O amor é farsa disfarçada de bondade,
cheia de uma maldade silenciosa
que corrĂłi a alma ingĂȘnua
de quem acredita no impossĂ­vel.
É o inverso do afeto,

o golpe que transforma Ăąmago em amargo,
o gelo que incendeia por dentro
na desmoralização lenta do sentir.
Esse maldito não existe —
mas devasta.
E quando parte,

desfaz-se ao vento
como teia frĂĄgil de ilusĂŁo.
A quem acredita no vago,

resta a navalha da dor,
o desespero que rĂłi os ossos,
o abismo que engole cada palavra doce
em nome de um amor-ferida,
que sangra abstração.
É armadilha cruel,

voto que se desfaz sem nascer.
Não acredito no amor —
pois nada sobra
quando o desejo evapora
e revela a realidade nua.
O inexistente amor,

complexo e rasgante,
Ă© o que mais dilacera a alma,
transformando sonhos em desilusĂŁo.
É mentira que se sustenta entre nós

até que morram a lealdade e a confiança.
Primeiro sentido,
depois abstrato,
depois veneno.

Ser pobre nĂŁo impede o amor.
Quem acolhe um animal sĂł precisa de humanidade.
Status nĂŁo aquece, nĂŁo cuida, nĂŁo ama.

O que eu sinto por vocĂȘ Ă© um amor tĂŁo gentil, algo doce e macio.