Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Seu corpo Ă© seu Ășnico templo sagrado e o amor verdadeiro Ă© o Ășnico presente divino que nĂŁo se negocia.
Deus te deu um templo e um presente inegociĂĄvel chamado amor. Todo segundo que vocĂȘ aceita menos que verdadeiro, vocĂȘ estĂĄ fechando a porta do cĂ©u que foi feita sĂł pra vocĂȘ.â
O amor, na verdade qualquer relacionamento, necessita de trĂȘs pontos fundamentais para ser forte, firme e duradouro: Respeito, Admiração e DiĂĄlogo! Ou seja, Ă© preciso se D.A.R..
"A vida quem då é Deus, mas o amor nós recebemos dEle e também nos damos uns aos outros. Pelo nosso amor recorremos sempre a Ele, que é a fonte de todo bem e toda esperança."
Virou mania, sentar ao Sol, com meu violĂŁo pra exaltar essa imensidĂŁo de Amor que Ele me dĂĄ todo dia
amor nĂŁo se sente, amor se faz, nĂŁo Ă© um simples sentimento, mas uma grande atitude, escolha amar
Poesia do Amor divino Emanuel Bruno Andrade
â Amor, eu sei que espera mais de mim.
Seu olhar me incendeia, meu coração dispara em um ritmo frenético.
Nesta noite, meus sonhos serĂŁo nossos.
Nossos espĂritos se entrelaçarĂŁo em um voo celestial.
A melodia angelical dos serafins nos guiarĂĄ,
Enquanto a proteção dos arcanjos nos envolve em seu manto.
Flechas de amor serĂŁo disparadas contra os desejos obscuros,
Libertando nossos coraçÔes para que possam se unir.
Sobrevoaremos prados verdejantes,
Jardins floridos e ĂĄrvores de todas as cores.
Transcendendo os limites do humano,
Habitando o cume do desejo em nossa cĂșpula particular.
Apesar de alegre sofro perdido.
No enigma desmedido no navega
Por uma felecidade rompida
Pelo cupido
O peso Ă© medido
Pela escuta atenta
De um destino inverso que se revela
No silĂȘncio da madrugada,
Despertando-nos para a sublime verdade do nosso amor.
Eternamente entrelaçados...
InseparĂĄveis...
Em um amor que desafiador.
Para a respeitar nas complicidade memoraveis
Unos em toda parte
Para receber o calor
Da suavidade
Da senda da corrente
Corrida dos tempos
A favor e contra
Os ventos
Pairam desejos de sermos
Carne com carne
Para sair dos sofrimentos
Da magua e amargura da vida.
Emanuel Andrade
â Amor resplandecedor
Revelação na inspiração
Na turbulencia dos desafios
Sinto uma palpitação
Uma ligação
Entre as palavras escritas
Que me fazem proclamar
Versos em pinceladas
Que sĂŁo para ecoar
Emanando em forças
De energias positivas
A favor das crises dos tempos
Para vencer tempestades e ventos
A seneridade de nossas almas
Apela por um momento de calma
Um segundo de pausa
Para sair da lama
Para a lĂąmpada do farol
Voltar acender em nosso prol
Guiando-nos no caminho
Para o aprimoramento
Saindo do sofrimento
Acabando com turmento
Acreditar na graticante e magnificiente
ConsciĂȘncia do universo
Que nos dĂĄ o valor merecido
Provindo do divino
Misterios desconhecidos
QuestÔes a merce
Duvidas, incertezas
A procura de realiddades e verdades absulotas
ExistĂȘncias intemporais e temporais
Sentenças em justiças, injustas e justas
De quem Ă© a culpa? Quem Ă© culpado?
De tanta dor, tanta magoa, tanta macula imaculada revestida de vestes brancas e pretas. Reverendissimo e altissimo tu que esquadrinhas nossos coraçÔes. Apazigua nosso padecer e da-nos paz, amor e liberdade para na luz encontrar felecidade eterna para nossa salvação.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Lisboa Cultura 2024
â Amor delicado
Eu espero que minhas palavras lhe tragam felicidade
Sua simpatia e beldade
Na sua transcedencia
SĂŁo uma harmonia que apelam companhia
Sua presença em minha vida
DĂĄ-me sentido e um sentimento se alegria
Amo ao meu gesto
proclamo num acto
De entreligar
A esse seu outro lado
Um lado humano
Simples, modesto
Suave e belo
Ainda num pensamento
permaturo
Faça este amor este desejo
Em crescermos em conhecermos
Os nossos Universos
ser eterno
Para perdurar
No caminho do fluir da vida
Entre altos e baixos
Tristezas e alegrias
Para brindarmos com o que mais gostamos.
O AMOR entre os fluidos
dos nossos ciclos
que se ligam nos bioritmos dos vivos.
Ainda sentimos e amamos
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que nĂŁo consome â ilumina.
Ă um ardor antigo, anterior Ă s palavras, mas reconhecĂvel nos gestos simples da vida.
NĂŁo se vĂȘ, mas respira-se.
Ă emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisĂveis no tempo.
Hå uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que då sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
â nĂŁo deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cĂłsmico sem nome,
atravessei constelaçÔes para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razĂŁo de existir, espelho do desejo e da consciĂȘncia.
Nela me deleito, nĂŁo por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razĂŁo de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silĂȘncio que ensina.
E nesse fio invisĂvel descubro:
existir Ă© arder sem se apagar,
Ă© amar mesmo quando o cosmos treme,
Ă© continuar â
com o peito em chama e a alma em vigĂlia.
Senda de Seda
Amor nĂŁo se sente pelo prazer sĂł de dar, mas tambĂ©m de estar e escutar o sentido de cada pulsar, Ser refĂșgio na turbulĂȘncia e na bonança.
Podemos ser adulto e crianças para percorrer os nossos pensamentos em momentos perdidos como setas lançadas que nĂŁo tem voltas direcionadas num sentido comum, forçada pela força ativa da vida sopro de vida que inspira e canaliza a uma parceria de elevar a alma a um patamar de excelĂȘncia encontramos a razĂŁo de ser, sentimos emoção do prazer de querer e crer um no outro, eu e tu num senda de seda, no Ășltimo sono a despertar para tudo começar sem premeditar deixa rolar, deixa tocar na tua senda de seda e morrer com espada de dois gumes para poder ressuscitar com o teu balançar.
Agora estou a sonhar mas quando acordar serĂĄ que vais suportar?
Aquele amor recĂproco e verdadeiro.
Ăs vezes Ă© sĂł a vontade de se sentir amada do jeito certo.đ€đż
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