Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

No mundo nada mais existe a nĂŁo ser o amor. Qualquer que ele seja.

Uma vida boa Ă© aquela inspirada pelo amor e guiada pelo conhecimento.

Donde pode nascer o amor? Talvez de uma sĂșbita falha do universo, talvez de um erro, nunca de um ato de vontade.

O amor sob a sua forma mais elevada revela valores que sem ele ficariam ignorados.

Disseram que o amor pelo dinheiro Ă© a raiz de todos os males. O mesmo se pode dizer da falta de dinheiro.

Mesmo Ă  mulher mais faladora, o amor ensina a calar.

Realidade ou desejo incerto, o amor Ă© o elemento primitivo da atividade interior; Ă© a causa, o fim e o resumo de todos os defeitos humanos.

Talvez o amor seja apenas o reconhecimento do prazer.

Quando hĂĄ casamento sem amor, hĂĄ amor sem casamento.

O amor ao prĂłximo nĂŁo conhece fronteiras ideolĂłgicas ou religiosas.

Saboreiem do amor tudo o que um homem sĂłbrio saboreia do vinho, mas nĂŁo se embebedem.

É necessário matar muitos amores para que se chegue ao amor.

A cultura, sob todas as formas de arte, de amor e de pensamento, através dos séculos, capacitou o homem a ser menos escravizado.

O amor civiliza o homem mais embrutecido, faz falar com elegùncia quem antes era mudo, faz do covarde um atrevido, transforma o preguiçoso em lesto e ativo.

Para o amor e a morte, nĂŁo hĂĄ coisa forte.

Ninguém avalia tão caro o nosso merecimento, como o nosso amor-próprio.

Como Nossos Pais

NĂŁo quero lhe falar,
Meu grande amor,
Das coisas que aprendi
Nos discos...

Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Viver Ă© melhor que sonhar
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa...

Por isso cuidado meu bem
HĂĄ perigo na esquina
Eles venceram e o sinal
EstĂĄ fechado prĂĄ nĂłs
Que somos jovens...

Para abraçar seu irmão
E beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço,
O seu lĂĄbio e a sua voz...

VocĂȘ me pergunta
Pela minha paixĂŁo
Digo que estou encantada
Como uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade
NĂŁo vou voltar pro sertĂŁo
Pois vejo vir vindo no vento
Cheiro de nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva
Do meu coração...

JĂĄ faz tempo
Eu vi vocĂȘ na rua
Cabelo ao vento
Gente jovem reunida
Na parede da memĂłria
Essa lembrança
É o quadro que dói mais...

Minha dor Ă© perceber
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais...

Nossos Ă­dolos
Ainda sĂŁo os mesmos
E as aparĂȘncias
NĂŁo enganam nĂŁo
VocĂȘ diz que depois deles
Não apareceu mais ninguém
VocĂȘ pode atĂ© dizer
Que eu tĂŽ por fora
Ou entĂŁo
Que eu tĂŽ inventando...

Mas Ă© vocĂȘ
Que ama o passado
E que nĂŁo vĂȘ
É vocĂȘ
Que ama o passado
E que nĂŁo vĂȘ
Que o novo sempre vem...

Hoje eu sei
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciĂȘncia
E juventude
TĂĄ em casa
Guardado por Deus
Contando vil metal...

Minha dor Ă© perceber
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo,
Tudo o que fizemos
NĂłs ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como os nossos pais...

Belchior

Nota: Letra da mĂșsica "Como Nossos Pais", do ĂĄlbum Alucinação, lançado em 1976. A mĂșsica foi interpretada por diversos cantores, como Elis Regina.

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O amor nĂŁo Ă© um sentimento honesto.

O amor estå em toda a parte da natureza, como emoção, mas também como recompensa.

O ciĂșme tem as suas raĂ­zes mais no egoĂ­smo do que no amor.