Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Ăs vezes vocĂȘ percebe que o verdadeiro amor, em sua plenitude, tem muitos propĂłsitos na vida. NĂŁo se resume a colocar bebĂȘs no mundo, a romance, a almas gĂȘmeas⊠Nem a uma uniĂŁo pra vida toda.
O amor que vivemos no passado, inacabado, nĂŁo testado, perdido, pode parecer fĂĄcil e infantil pra quem decide casar e sossegar. Mas, na verdade, Ă© o mais puro e intenso que hĂĄ.
O amor pode te matar
E ate te deixar sem ar
NĂŁo consigo nem pensar
Do amor ir embora e me deixar
Ele pode ate matar
Mas nunca vou deixar ele pra lĂĄ
Posso ate tentar, mas eu sei eu sei que nĂŁo vai adiantar.
Infeliz daqueles que nĂŁo dĂŁo valor a famĂlia com carinho, amor e respeito, e pensam que a vida Ă© um parque de diversĂ”es, passam a vida brincando com os sentimentos das pessoas fazendo-as sofrer, por puro egoĂsmo, estes nĂŁo se importam com as leis divinas e nĂŁo amam a Deus, pois as vicissitudes Ă© o que lhes mais importa, doa a que doer, e assim vĂŁo vivendo infrutiferamente, semeando espinhos por onde passam e no final da vida morrem sem ter florescido no amor de Deus.
Nossos laços se romperam
E nĂŁo posso dizer
Eu ainda me importo
Mas afirmo que
O amor se foi para sempre
E nĂŁo consigo falar
Que te quero muito
Apenas digo
Tive que falar o que sinto
Obs.: Agora leia de baixo para cima.
Ah, o amor
Me disseram que o amor Ă© dor
Que Ă© a morte em forma de ilusĂŁo
Me disseram que ele p'ra quem foi machucado
à sofrimento, não salvação
Ah, o amor
Porque vem de forma tĂŁo avassaladora
Queria poder lhe defender
Mas, esses coraçÔes machucados
Perdoe-me, preciso compreender
Ah, amor
VocĂȘ realmente Ă© inevitĂĄvel
Ă impossĂvel lhe previnir
Mas, por Obséquio...
Nesses coraçÔes machucados
Entre, costure retalhos
Porque, p'ra quem tanto sofreu
O amor Ă© pura ilusĂŁo
INCONTENTADO (soneto)
Saudade sem dor, amor sem fantasia,
Que aperta o suspiro dentro do peito,
Que no sim perpetuado, assim queria,
Que nada mais se sente tĂŁo satisfeito.
Emoção, que o doce sossego repudia,
Na palavra rude dita sem o respeito,
E, tirando dos sorrisos toda a alegria,
Fica ferido, e sem qualquer proveito.
Que viva sempre a sede e a tua fome,
PaixĂŁo sem queixa, e sem lamento,
E que ebule o amor em suas rimas.
Sempre tenha, o nome que consome,
Que eu tenha sempre, contentamento,
No incontentado amar e suas pinimas.
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, setembro
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
ASSIM QUISERA EU (soneto)
Assim quisera eu, outra sorte
Ter o agrado dum amor afora
Sem o silĂȘncio jaz de outrora
Onde o eu a alguém importe
De sol Ă lua, da vida Ă morte
O tempo veloz, age: e, agora
Se fico ou se vou dali embora
Nas asas dum sonho aporte
E logo, aquele: o ter podido!
Partido na saudade que chora
Chapada numa vil recordação
Assim, eu, poeto aqui perdido
Ideando! Devaneando na hora
Saudoso de ti: ignota paixĂŁo...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano.
Eu procuro um amor
Eu procuro um amor que ainda nĂŁo senti.
Diferentede todos que eu vivi.
Eu procuro um amor quente, ardente, porém suave que traga paz dentro da gente.
Eu procuro um amor que goste de receber flores, porque flores Ă© o extase de todos os amores.
Eu procuro um amor que tenha cheiro e sabor, porque tudo pode quando existe amor.
Eu procuro um amor , que seja tĂŁo meu que meus pensamentos quase seja os seus.
Eu procuro um amor pra vida toda, sem rimas, onde apenas me sinto realizado com minha escolha.
Sandro Teixeira
"Quando somos incapazes de compreender o amor, que a misericĂłrdia nos abrace."
Giovane Silva Santos
Amor, vida
O amor jĂĄ nasce conosco.
Amor nĂŁo se faz, se cultiva
deixa-se crescer.
Depois de amadurecido o
soltamos, e pela vida o
carregamos dividindo-o com
quem com ele se afine.
Amor nĂŁo se define,
Ă© algo que dentro do peito
criado se espalha, sĂł bem faz
aos que conosco o compartilhe,
esparrame, divida.
Amor nĂŁo se guarda, se dĂĄ, e
quanto mais o dermos, maior
quantidade vamos ter.
Amor Ă© vida, melhor tĂȘ-lo
para melhor viver, quem ama tem
o coração leve, sabe dar sem se
preocupar com o quanto vai receber.
Feliz Ă© quem em abundĂąncia o tem,
sempre terĂĄ um motivo maior,
para viver.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
A maior demonstração de amor é aquela em que hå circunstùncias favoråveis ao ódio, o amor sem motivos é a maneira mais profunda de amar.
Alguns por gostar, outros por amor verdadeiro.
Alguns por carĂȘncia, outros por apenas sexo.
Uns Por estarem sozinhos, outros por clichĂȘ de encontrar a cara metade.
Os piores ficam por pena, jĂĄ outros se deixam serem humilhados...
Neste século de valores trocados onde o importante não é o caråter e sim o status, onde querer viver um amor verdadeiro é devaneio, onde ética e empatia valem menos que likes no facebook, as pessoas se sujeitam a falsos amores apenas por capricho, se corrompendo e tornando-se cada dia mais falsas.
Uma reverĂȘncia aos verdadeiros, pelos que buscam mais que aparĂȘncia, para os que fazem o prĂłprio destino ao invĂ©s de se deixar manipular por essa sociedade podre, aos que nasceram no sĂ©culo errado, esse sĂ©culo da imoralidade nĂŁo Ă© nosso.
Somos mais que cascas vazias, sentimos e somos intensos, somos romĂąnticos e carinhosos, reciprocidade Ă© o que nos conquista.
Mesmo os tempos sendo difĂceis ainda hĂĄ uma boa causa por qual lutar e Ă© fazer valer o verdadeiro significado da palavra amor.
Milhares de passageiros
Milhares de passageiros
Com suas vidinhas insignificantes
Com um amor insignificante
Com amigos insignificantes
Chorando por suas vidinhas,agora
Levados um a um a guilhotina
Para um rei adora-te
Seu intrometimento infantil
Um rei cruel e mau
Alguns temem sua volta
Se voltar
Um rei mimado e mal
"Hå dias que esqueço o que é o amor.
Nesses dias só existo na matéria.
E a sensação de quando me lembro, é como se me libertasse.
Enchendo o meu peito de desnessecidades."
AMOR PRESENTE
Hoje quero calmamente lhe beijar,
Sentir seus lĂĄbios e o mel da sua boca,
Cobri-la de carinhos e docemente lhe abraçar,
Deixa-la em ĂȘxtase de amor e quase louca.
Quero senti-la bem juntinho do meu peito,
Sentir baixinho seu pulsar do coração,
Falar de amor ao nosso modo e nosso jeito.
Cheio de amor, de carĂcias e de paixĂŁo.
Saborear de amor a doçura dos seus beijos,
Ouvir baixinho a sua voz silente e calma,
Saciar vontades de carĂcias e desejos,
Transformando nossas metades de amor numa sĂł alma.
Sonhar amor, beber paixĂŁo, viver a vida,
Porque a vida Ă© uma dĂĄdiva e prazer,
Sem cobranças, sem ciĂșmes ou despedidas,
Pois todo esse amor Ă© a nossa alegria de viver.
Vivermos juntos esse amor sĂł pra nĂłs dois,
Embora longe eu sinto falta dos beijos seus,
Viver o que puder agora, sem deixar nada pra depois,
Pois seremos sempre um sĂł amor VocĂȘ e Eu.
DeverĂamos olhar a sintaxe do amor com outros olhos, por ser a Ășnica força capaz de transformar alguĂ©m verdadeiramente.
Um dia me perguntaram porque eu nĂŁo canso de dar amor, amizade, afeto e carinho?
HĂĄ dias em que desacredito disso tudo! Confesso!
Mas sĂł duram alguns minutos... Ai passo a sentir uma vontade enorme de doar e dar, mas dar muito amor a quem estĂĄ a minha volta! Ă algo incontrolĂĄvel! E volto a transmitir tudo de novo...
Perdoo 50 milhÔes de vezes, quebro a cara mais 200 milhÔes... Mas tem algo que acredito de verdade: a maldade, a injustiça, a deslealdade, a ingratidão só fazem mal a quem sente e não a quem transmite, mesmo sem termos nada em troca.
Quem me conhece sabe bem o quanto amo abraçar as pessoas e dar aqueles beijos estalados... Porque assim, transmito um pouco do que tenho aqui dentro para elas...
Mesmo nos dias tristes, eu ainda transbordo amor. Acreditem!
