Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Ă inevitĂĄvel nĂŁo se emocionar com uma poesia e chorar por causa de alguĂ©m. Ăs vezes somos rimas sem sons, porĂ©m, somos letras de uma bela canção. Se por demais a dor invada hĂĄ uma alegria presumida, mesmo que marcas permaneçam nĂŁo importa, a vida imprime seus caminhos em nĂłs.
Mesmo assim ainda deve persisir a vontade e a esperança que a VIDA Ă UMA POESIA E OS HOMENS UMA BELA CANĂĂO SEM RIMA.
Isso não é apenas ficção literåria, pura realidade...
A todos que essa mensagem chegar sem correr o risco de citar nomes e esquecer de pessoas especiais, que 2013 seja a nova etapa de uma vida. que a fé te faça forte para acreditar que vale a pena viver. que Deus perpetue a humanidade e as oportunidades para aquele que se esforçam. que o amor seja amor em todos seres bióticos e abióticos. Estou me desligando do face. Até um dia.
Escrito em 04/12/2012
o tempo estĂĄ passando, tudo estĂĄ mudando, e eu aqui sĂł, sofrendo aos poucos em celas de torturas sem ver quem estĂĄ lĂĄ fora e sem saber quem estĂĄ a chorar por mim. Dediquei atĂ© a Ășltima lĂĄgrima do meu ser a vocĂȘ e nĂŁo sei se foi obsessĂŁo o que eu entendi que por amor que sentia e em um lapso de tempo fui obrigado a desistir e coagido a desmentir o que eu sentia por ser impeditivo e hoje tentando estar distante de vocĂȘ espero sua espera, um abraço daqueles que timidamente demos em rarĂssimas Ă©pocas enquanto via as pessoas te abraçarem e pegar ligeiramente pelos braços. Fico esperando e vou caminhando tentando esquecer nesse mundo que vivo de idealizaçÔes frustadas e de sentimentos inacabados.
A vida, porém, fria, convém ser parada, as estrelas cintilam, distantes encantavam.
Esperando um abraço na noite estrelada, um beijo escondido, sem saber que se amavam.
O dia vem vindo, adeus, jĂĄ falava, o sol se abrindo, e eu sem mais nada.
Geraldo Neto
Irei te esquecer de minha vida e como ågua cristalina pura e transparente serå meu coração dormente de tando te amar e loucamente desejar esse corpo perdido em outros braços, essa boca carente de meus låbios, esse amor com saudade de nós dois.
pensamento da peça teatral "O devaneio dos Desesperados", voz do acaso em noites de tempestades.
O sol desaponta por trĂĄs do mar e a luz se esconde na procela debaixo de um esplĂȘndido luar, hĂĄ ĂĄguas, hĂĄ horizonte, hĂĄ lĂĄgrimas...
Chorarei por toda vida até que as åguas de março inunda os meus mistérios e afogue um antigo amor em seus ministérios...
estarei a rezar em confissão por um amor vadio que conquistou meu coração.
a tristeza reinou meu coração, eu, que odeio a solidĂŁo e os momentos de infelicidades, meu avĂŽ doente e fraco entregue aos homens para poder salvĂĄ-lo da morte, e eu, vendo tudo isso, assistindo suas dores sem reclamar nada e muito menos sem pedir nada, pois nada posso fazer, estĂĄ numa unidade de terapia intensiva, o homem bom que me criou e que me fez um homem forte para lutar pelos seus sonhos, que me deu carinho e amor, que ingrato sou, estou sem coragem de vĂȘ-lo e beijĂĄ-lo por amar demais e nĂŁo ver tanta dor pois a vida deveria ser de alegria e abundĂąncia, nĂŁo tenho a fĂłrmula da vida mas tenho a convicção de que meu coração sempre estarĂĄ junto do meu avĂŽ e pai, nĂŁo importa as circunstĂąncias o amor sempre vence e a morte apenas Ă© a repetição do novo ciclo da vida que se inicia, e tudo que Ă© novo assusta!
em uma vida de solidĂŁo e de silĂȘncio, sĂł escuto as vozes dos pensamentos e os ecos de minha tĂmida poesia, jĂĄ cansei de amar pois as pessoas antes de tudo devem ser amadas, meus augĂșrios Ă© de um doce sabor antigo na metamorfose do amargor e da despedida e meus pensamentos contrariados ainda escrevem - amor de minha vida...
Quando rezo as conversas de um pecador, peço à Deus o socorro, não à mim e nada pra mim, mais por aqueles que sinto amor. Do que adianta seguir a rotina, se só vejo despedidas de quem tanto amo, pois esses amores clamo, são os verdadeiros amores da vida.
Sonhei escrevendo uma poesia, acordei e esqueci tudo, apenas sobrou alguns poemas de horror onde vou reescrevendo a poesia esquecida quando olho para as pessoas que nĂŁo merecem o nosso amor...
as desoras Ă deriva
de costas ao vento e ao relento o seu arrego
chorar por ti nĂŁo devo
e de vocĂȘ que meu amor desista
meus pĂ©s tocarĂŁo o chĂŁo de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas ĂĄgua do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lĂĄgrimas de um tĂmido luar.
a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de vocĂȘ, amor.
e no silĂȘncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.
o sol serenou a manhĂŁ e a noite coloriu a solidĂŁo, na ausĂȘncia de nĂłs dois, hĂĄ poesia e violĂŁo;
e todas as cançÔes pisoteavam nossos pés sem nós dois para driblar as oraçÔes que nossos corpos inventavam;
e de tocaia na madrugada eu via estrelas e nĂŁo conseguia me ver, nos desencontravam,
mesmo com dor estava suave e o nariz ardendo, debaixo de chuva e na rua apenas caminhavam ventos, levando embora vocĂȘ....
Ă© abraço e beijo, Ă© beijo xingado, um tapa se cala, feito calo em sapato, vocĂȘ Ă© assim e assim sou eu sem vocĂȘ, Ă© esquisito amor, Ă© algo com dor que se torna indolor quando cheiro sua ilusĂŁo.
Ao amor, pipoca doce de parque, Ă nossa paixĂŁo essa doce ilusĂŁo que ninguĂ©m quer, e a vocĂȘ, meu amor, eu te dou meu coração, faça de mim o que quiser.
A flor resplandece sua beleza em silĂȘncio sem alardear o seu adorno e seu perfume, e, aquele pomar faz com que a paisagem inteira fique a mais bonita da natureza, igual a flor, vou te amar em silĂȘncio,chorar calado minhas dores para que a extensĂŁo do meu amor seja maior do que esta desilusĂŁo que dedico a vocĂȘ...
a noite se cobre de véu
o véu das noivas e das clericais
noites de pernoites virginais
onde não hå pecado, é só céu,
e a inocĂȘncia de nĂłs dois.
aos poucos tu vai seguindo o seu caminho
amarelando o céu com o sol que vai se nascendo
o teu corpo nĂŁo sei quem vĂŁo invadindo
e fica eu, aqui, morrendo.
minhas lĂĄgrimas aos poucos umedecendo e o meu suor escondendo minha dor, lentamente te esquecendo, pra vocĂȘ viver algum amor...
Na mansidĂŁo de meus olhos vadios, meus dentes saboreando sua carne, calmamente lhe causando arrepios, prazerosamente rasgando-lhe a alma. Sou um leĂŁo a deriva em seu furor, domado em teu chicote de amor.
A estrelas do cĂ©u e a nossa constelação de raios e luzes em sintonia com a energia cĂłsmica tendo o Ăłctuplo de rocha e domĂnio que brota a terra em perfeita sondagem que absorve os raios de sol. Os homens estĂŁo em desarmonia e a força que emerge de nĂłs mesmo Ă© o empenho de uma nova era secular.
E hĂĄ em cada espanto um encanto que contagia pois em cada canto eu louvo a poesia.
Hå uma trilha sonora cantada em poucas notas saudando o dia, e o meu gemido em plena noite, velando o açoite dessa fantasia.
A poesia Ă© o som e a magia, uma saĂda nas cartas de Tarot adivinhando o doce amor da canção e a rima que bate forte o coração.
E o sereno da madrugada sem me dizer mais nada apenas canta a oração em prol da magia, pois as valsas do coração é a trilha sonora da ilusão, onde clama a poesia...
