Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Se a amo, entĂŁo amo-a verdadeiramente, pois, ao perder-me no fundo daqueles olhos castanhos, sinto como se todo o amor do mundo tivesse decidido morar em mim.
â PoderĂamos
PodĂamos
QuerĂamos
nunca Ă© possĂvel, nunca Ă© impossĂvel
tantas controversas, nenhuma conversa
muitas promessas e nenhuma deu certo.
Estou exausto de ser usado,
mascarado, escondido, fingindo.
Gostaria de um abrigo,
um coração que pudesse me acolher,
me proteger e nĂŁo precisar temer,
correr e se esconder.
SĂł queria que existisse
um coração que pudesse me entender,
que pudesse me compreender.
Um coração com a mesma sintonia,
melodia e harmonia.
Gostaria que este coração fosse de vocĂȘ,
mas nĂŁo era pra ser.
NĂŁo tem mais lar o que mora em tudo.
NĂŁo hĂĄ mais dĂĄdivas
Para o que nĂŁo tem mĂŁos.
NĂŁo hĂĄ mundos nem caminhos
Para o que Ă© maior que os caminhos
E os mundos.
Não hå mais nada além de ti.
Porque te dispersasteâŠ
Circulas em todas as vidas
Pairas sobre todas as coisas
E todos te sentem.
Sentem-te como a si mesmos
E nĂŁo sabem falar de ti.
â Eles te virĂŁo oferecer o ouro da Terra.
E tu dirĂĄs que nĂŁo.
A beleza.
E tu dirĂĄs que nĂŁo.
O amor.
E tu dirĂĄs que nĂŁo, para sempre.
Eles te oferecerĂŁo o ouro dâalĂ©m da Terra.
E tu dirĂĄs sempre o mesmo.
Porque tens o segredo de tudo.
E sabes que o Ășnico bem Ă© o teu.
â "O Homem acordado anda pelo mundo observando. Ele nĂŁo pertence a tribos ou grupos. Ele passa por eles e aprende, mas nĂŁo pertence. Ele pertence a si mesmo e ao universo".
â ŚÖžŚŚÖčŚȘ
AHOT â IRMĂ
A força
da vida familiar
conectada
a objetividade
proposta na famĂlia...
Um romance a distĂąncia nĂŁo Ă© para qualquer um, distante da pessoa amada desejar seus beijos e carinhos, â isso irĂĄ fortalecer este romance atĂ© o tĂŁo sonhado dia do reencontro do amor !
â Lembre-se a colheita de 2025 vai depender do que vocĂȘ plantou em 2024.
Deus Ă© justĂssimos que irĂĄ nos dĂĄ exatamente os frutos do que plantamos.
â VocĂȘ deve perder o seu coração e buscĂĄ-lo em todos os lugares. Quando vocĂȘ o encontrar, vocĂȘ o descobrirĂĄ como o coração de todas as coisas.
â Eu o juro por aquele que transmitiu Ă s nossas almas o QuaternĂĄrio Sagrado, a fonte da Natureza cuja evolução Ă© eterna.
NĂŁo vos posso ensinar a rezar com palavras.
Deus não escuta vossas palavras, exceto quando Ele próprio as pronuncia através de vossos låbios.
â Agarra com força aquilo que nĂŁo tem substĂąncia nem existĂȘncia.
â Sinto o corpo cansado; o tempo passou velozmente; fantasias; renĂșncias; veleidades; aventuras; tudo isso ficou no passado. Hoje, nĂŁo posso voltar atrĂĄs, refazer e corrigir algumas inconsistĂȘncias; chegando quase no fim do caminho, sigo limpando a poeira, abraçado com a essĂȘncia da vida; amando aquilo que mais existe de importante no plano existencial, juncado de amor e ternura; deixo a minha gratidĂŁo a quem me ajudou a construir uma histĂłria vitoriosa que ficarĂĄ eternizada nos alfarrĂĄbios da vida.
â Ś§ÖžŚÖžŚ
QAHAL â CONGREGAĂĂO
Separada e diferente
Ă© a fala do Criador
que ensina
a sua congregação...
â Ela Ă© um mistĂ©rio impressionante
Ela carrega coisas dentro dela que ninguém ainda tem de entender
Ela Ă© um oceano
Sempre entrega as coisas boas primeiro
Ai estĂĄ o seu sorriso,ai esta o detalhe que vale a pena amar
Ela eventualmente fecha os olhos,os seus cabelos,o seus lĂĄbios tem cheiro de mar
Ela Ă© Arte
A vezes colorida,as vezes aborrecida
As vezes com olhos brilhantes e esperançosos
As vezes sĂł preto e branco.
Ciclos que se repetem
Sempre começa com uma chama, algo tão doce e quente que parece que vai durar para sempre. Mas o sempre é um conceito frågil, feito de expectativas e promessas que ninguém sabe ao certo se pode cumprir.
Eu tento, com todo o coração que ainda carrego, acreditar. Mas o padrĂŁo se desenha outra vez â linhas que jĂĄ vi, gestos que jĂĄ senti. Palavras que ecoam como se tivessem sido ditas antes, em outra cena, outro rosto, mas o mesmo desfecho.
SerĂĄ que sou eu? Minha necessidade de controle, ou meu medo de me perder? Ou Ă© vocĂȘ? Sua distĂąncia, ou talvez o reflexo do que eu mesma escondo? Eu me pergunto isso enquanto assisto a histĂłria se desfazer, mais uma vez, pelos meus prĂłprios dedos.
E quando digo adeus, nĂŁo Ă© com alĂvio, mas com uma dor que insiste em me acompanhar. A dor de saber que tentei, mas nĂŁo o suficiente. Que lutei, mas talvez no campo errado. Ou serĂĄ que amar Ă© isso? Um eterno cair e levantar, um constante perder e reencontrar a si mesmo?
Defendo minhas escolhas, minhas falhas, mas cada despedida me lembra que ser forte nĂŁo significa nĂŁo sentir. E eu sinto.
Se eu pudesse pedir desculpas a todos os finais, pediria. Pediria desculpas por nĂŁo ser o que esperavam, ou talvez por esperar demais. Mas desculpar-se nĂŁo muda o ciclo.
E assim eu deixo ir, uma vez mais. Com amor, com dor, e com a estranha esperança de que, em algum lugar desse espiral, eu encontre o caminho para quebrå-lo.
â Homens fracos tem medo de mulheres fortes e por isso as diminuem. Homens fortes gostam de mulheres fortes para os fazerem mais fortes.
