Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Deus salvando os biomas e o Brasil pegando fogo e a mĂŁe do ouro nĂŁo Ă© contos de carrocinhas pra levar a sorrir do sofrimento dos outros.
ŚšŚŚ ŚŚ§ŚŚŚ©
Ruah-HaKadosh
EspĂrito do Santo
O EspĂrito que da vida
e alegria ao homem,
unindo-o ao Creador
através da porta
que Ă© o Mashiah...
â Diante das inĂșmeras sugestĂ”es que o mundo oferece, hĂĄ uma substancial que se revela ao te ver passar e deixar a rua deserta.
â Fechar as portas e janelas de casa Ă© voltar-se para o temido silĂȘncio da alma, que jĂĄ nĂŁo se contenta mais em apenas subsistir como sentido de vida.
â "Eu guardo muitas lembranças boas, mas hĂĄ sem-
pre as memĂłrias ruins que ficam. Como tudo na vida:
sempre hĂĄ dias de sol, dias de tempestades. "
( Maria Antonieta da serra do Ramalho)
â "Ela sabia do meu bom coração. Poderia
ser traquina, atentada, mas minhas travessuras eram
sadias. A maldade mesmo nĂŁo morava em mim."
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
â Eu acordo toda manhĂŁ,
pensando em como faço pra alegrar seu dia,
fazer um bom cafĂ© e ver vocĂȘ se orgulhando
de mim.
Eu penso em vocĂȘ todos os dias , meu amor,
e sonho em construir um futuro ao seu lado,
onde o nosso amor seja o alicerce de tudo,
e eu possa te fazer feliz, sempre.
HĂĄ algo de belo nos amores impossĂveis
sĂŁo como estrelas,
brilhantes e distantes
nascem de um olharâŠum sorriso, um quĂȘ que atrai como imĂŁ
sĂł quem vive sabe
nĂŁo tem fim.
adormece em meio a outroa amores, passam-se anos e um olhar tudo desperta.
sempre o âe seâ
mas nĂŁo Ă©.
existe entre sonho e realidade num futuro distante de um passado
porque sabem que se pertencem
tudo se encaixa como se revivessem tudo mais uma vez
almas presas em agonia numa teia de fios da vida que puxa pra perto
pertoâŠ.perto,
mas nĂŁo tĂŁo perto a ponto de serem um.
ele Ă© padre, ela casada
ele Ă© rico, ela pobre
ela tem 25, ele 50
ele Brasil, ela China...
âŠ.
almas gĂȘmeas estĂŁo fadadas a se encontrarem, nĂŁo a ficarem juntas.
mas que hĂĄ algo de belo nos amores impossĂveis, hĂĄ.
â "Assim como John Wesley mudou a Inglaterra e terras longĂnquas levando a palavra de Deus e a alfabetização, podemos levar muito mais atravĂ©s de outros mĂ©todos mas o principal ainda Ă© o Amorâ.
â " Eu fui crescendo e me sentindo mais sozinha, mas
minhas melhores companhias eram as estrelas. Eu as
tinha todos os dias, isso me fortalecia e me deixava
feliz. "
(Maria Antonieta da serra do Ramalho)
â A qualidade começa com vocĂȘ! A alta performance estĂĄ em quem vocĂȘ Ă©! O seu trabalho reflete a sua paixĂŁo.
VocĂȘ poderĂĄ sorrir e chorar, amar e odiar, estar saudĂĄvel ou doente, iluminar ou escurecer. PoderĂĄ continuar ou parar...
VocĂȘ pode fechar seus olhos e sentir o vento passar sutilmente por vocĂȘ, farfalhando as folhas de uma ĂĄrvore que te faz sombra fresca, enquanto escuta o canto dos passarinhos em doce dueto com o som de uma cachoeira ao fundo.
Descobrimos que Ă© impossĂvel ter imensa satisfação ao conquistar algo, se nĂŁo soubermos como Ă© sentir seu oposto.
â Porque Ă©ramos nĂłs
(Inspirado no romance de Elaine AraĂșjo Brito)
Entre as margens do desejo e do dever,
nos encontramos, dois rios, a correr.
O silĂȘncio gritava o que a vida calou,
e no espelho dos olhos, o amor despontou.
Eu, prisioneira de um lar sem calor,
vocĂȘ, refĂ©m de promessas de dor.
Nossos passos dançaram no tempo perdido,
um pacto selado no chĂŁo proibido.
Culpa e redenção, num laço apertado,
o ontem nos pesa, o hoje Ă© roubado.
Mas entre os dedos, o toque Ă© verdade,
um grito de alma, clamando liberdade.
Se fomos errantes ou amantes do instante,
quem pode julgar o que foi tĂŁo marcante?
Porque éramos nós, no caos e na paz,
um amor que rasga, mas nunca desfaz.
E no eco das escolhas, o que restarĂĄ?
Uma memĂłria do fogo que nunca se apagarĂĄ.
Porque éramos nós, e mesmo no fim,
o amor serĂĄ sempre a linha sem fim.
â Permita-se
Seja paciente com vocĂȘ,
como o rio que molda a pedra, sem pressa, sem temer.
Permita-se o descanso, o abraço da calma,
um sorriso leve, que aquece a alma.
Mire o horizonte, mesmo em dias cinzentos,
onde o sol escondido ainda guarda seus talentos.
DĂȘ-se o mimo de uma pausa serena,
pois até o vento relacionado em sua cena.
Respire fundo, acolha o agora,
o tempo nĂŁo corre, apenas se demora.
VocĂȘ merece o toque suave do dia,
e o brilho constante de sua prĂłpria companhia.
â Espelho, espelho meu
Descabelada ou bem certificada,
a essĂȘncia Ă© sempre respeitada.
Entre cremes, sonhos e perfumes,
a beleza vive nos seus costumes.
Cuide do rosto, da pele, do olhar,
pois o brilho vem de se amar.
Mas lembre-se, mulher, com todo fervor,
o mais belo cuidado Ă© com seu interior.
Faça as unhas, escolha um batom,
mas ouça sua alma no tom que é bom.
Seja dança, silĂȘncio ou um banho quente,
cuidar de si Ă© estar presente.
Nem sĂł de viver a verdade,
mas de maquiar sua prĂłpria realidade.
Descabelada ou em fina produção,
vocĂȘ Ă© o centro de sua criação.
Por muito tempo o silĂȘncio foi a companhia mais leal Ă minha boca. Dela a palavra se perdeu. Engoli e com força o vĂŽmito, o suspiro, o choro, o rancor, a dor, a raiva. Ăs vezes, atĂ© mesmo a alegria. Esse medo bobo de desagradar que implantaram dentro de mim. E nesses movimentos caĂłticos me perdi dentro de mim mesma. Me afoguei no mar de palavras que permaneceram em tempestade, me puxando para dentro, nĂŁo permitindo emergir. Esse mar que me tira a liberdade e que me faz muda diante, principalmente, daquilo que me fere a pele. E venho escolhendo todos os dias a desaprender o silĂȘncio. A reencontrar a palavra, a nĂŁo mais engoli o que me tira o sono. O que deixa na boca um sabor amargo. â
