Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Todo o poder do mundo nĂŁo vale um sorriso seu, conquistar seu coração Ă© minha Ășnica ambição.
â O seu rosto, ao tocar as minhas mĂŁos, faz-me fechar os olhos. A minha boca se abre e os meus lĂĄbios se umidificam. Algo aconteceu quando senti o seu cheiro, ao abraçå-lo. Percebi que o meu coração acelerou quando senti o seu respirar sob os meus cabelos. NĂŁo consegui ver, mas sei que os seus olhos tambĂ©m se fecharam, e a sincronicidade de um sentimento surgiu quando nĂłs nos beijamos. Exalas algo que aguça os meus sentidos, porque ocitocina vocĂȘ tem de sobra.
â Cultivar o Ăłdio em quem jĂĄ possui a sua semente Ă© imensamente mais fĂĄcil e lucrativo do que plantar o amor...
â Vivemos em um momento da sociedade em que Ă© muito fĂĄcil identificarmos a personalidade de alguĂ©m.
Hoje em dia, ter atitudes ou falas egocĂȘntricas, vaidosas ou ignorar completamente alguĂ©m jĂĄ nĂŁo traz tristeza a quem a comete.
Por outro lado, aqueles que levam a palavra de esperança e caridade se destacam pelo simples fato de se importar com o próximo.
â Que sabe vocĂȘ de minha maior limitação ou problema? Ou de meu dilema? De minha constante e as vezes boba felicidade? O que entende vocĂȘ de mim, de verdade?
NĂŁo adianta vocĂȘ querer criar esse tipo de empatia comigo, porque nĂŁo vai funcionar. Prefiro que minta dizendo: desculpe, mas estou muito ocupado, nĂŁo consigo te escutar. AmanhĂŁ quem sabe a gente se encontre naquela mesma hora, mundo afora, sem demora, em qualquer lugar?
Enquanto uma pessoa estĂĄ viva devemos:
Fazer todas as â homenagens para que a pessoa saiba o quanto Ă© importante...
Dizer o que sentimos para que a pessoa possa trocar um abraço, agradecer e se sentir feliz...
Mesmo que a pessoa consiga ouvir suas preces ou sentir a emoção que vocĂȘ emite depois que ela morreu... faça em vida!
â Eu nĂŁo sou uma frase pela metade, sou uma poesia por completo. NĂŁo posso desfazer minhas estrofes para caber nos versos de alguĂ©m, porque cada palavra que a escreve me compĂ”e e quem nĂŁo pode me recitar, jamais poderĂĄ me amar.
â Metade de mim nĂŁo Ă© nem um terço de quem sou, se me divido para caber em alguĂ©m, deixo de existir e passo a viver o outro.
â
Caminhando por um vale soturno e cheio de infortĂșnios e vicissitudes, sinto o peso das adversidades e o cansaço do percurso que me atravessa, em um breve instante, paro no intuito de retomar o fĂŽlego, nesse momento ouço uma voz, a qual me causou tamanha estranheza, visto a amenidade e afabilidade que soava, ao me aproximar, vejo um imenso lago com ĂĄguas turvas, muitos galhos e folhas em sua superfĂcie, entretanto vocĂȘ estava lĂĄ, sentada em uma ĂĄrvore, linda, bela e irradiante. NĂŁo conseguia deixar de adimira-la, muito menos sentir sua voz, a qual transmitia calma e tranquilidade. Nesse momento vocĂȘ olha intensamente nos meus olhos e me convida para mergulhar, sinto meu corpo sendo consumindo por um medo assustador, paralisando totalmente, visto a impossibilidade de enxergar o que estava por vir. Portando, aconteceu o que mais temia, vocĂȘ mergulhou e desapareceu em meio as folhas e galhos ali existente, fiquei espantado com tamanho desvelo e coragem. Por um instante exitei, contudo, fui tomado mais uma vez pela curiosidade e pela possibilidade de vivenciar algo que nunca tinha experiĂȘnciado. Assim sendo, pulei e fui o mais fundo possĂvel, atĂ© o Ășltimo ar que restava em meus pulmĂ”es, tudo ficou escuro e nĂŁo conseguia enxergar mais nada, fui me perdendo em meio falta de viabilidade, foi quando vocĂȘ apareceu novamente, pegando minhas mĂŁos e me convidou para acompanhĂĄ-la, foi nesse momento que me apropriei da possibilidade de compartilhar uma jornada, a qual vocĂȘ foi me ensinando que o caminho por mais difĂcil que seja, nĂŁo precisa ser laborioso ou agitado, mas pode ser tranquilo, pacĂfico e principalmente impassĂvel.
â "O destino de Titono revela que a eternidade sem juventude transforma a imortalidade em um eterno lamento."
â Beleza desacompanhada de conteĂșdo atrai pessoas interessadas, mas quando acompanhada de conteĂșdo, atrai pessoas apaixonadas.
"Foste Flor"
â Foste flor. Mostraste as pĂ©talas antes nĂŁo desabrochadas. Transformaste as manhĂŁs sem cheiro em perfumados amanheceres ajaezados. Amanheceres adornados pelo cheiro que tu exalavas, e embelezados pelo encanto que tu tinhas. Cada movimento teu era como o balançar sutil de uma pĂ©tala ao vento, e cada palavra que dizias florescia no ar, como se brotasse de um campo imenso de vida. NĂŁo havia jardim mais bonito do que aquele que os teus gestos criavam, porque em ti havia o poder de dar cor ao que antes era apenas paisagem apagada, de trazer Ă vida o que estava em estado de decesso.
Houve um tempo em que tu ainda te escondias, retraĂda, talvez com medo de revelar tua plenitude, mas aos poucos foste se permitindo abrir. Primeiro, o caule cresceu firme, e logo as folhas começaram a mostrar o verde que nunca se imaginava tĂŁo intenso. Mas as pĂ©talas, ah, essas guardaste por mais tempo. Eram tuas, preciosas, e nĂŁo se mostrariam para qualquer um. AtĂ© que chegou o momento, e no teu prĂłprio tempo, uma a uma, elas foram surgindo. Delicadas, vibrantes, frĂĄgeis e ao mesmo tempo resistentes.
Recordo-me do instante em que percebi que jĂĄ nĂŁo havia volta. NĂŁo mais eras botĂŁo, mas uma flor em pleno vigor. E o mundo parecia mais bonito com tua presença, como se todo o resto ganhasse um significado mais profundo, mais verdadeiro. Caminhar ao teu lado, nesses dias, era como passear por um campo repleto de perfumes suaves e tons infinitos. Havia uma alegria que transcendia, que nos tocava de um modo Ășnico, mesmo nas coisas simples. O brilho do sol tinha outro tom, o vento soprava com uma leveza nova. O prĂłprio tempo parecia moldar-se ao ritmo dos teus passos.
Quantas vezes desejei que aquele instante nunca acabasse, que aquele florescer fosse eterno. Como se o prĂłprio universo, em sua imensidĂŁo, se dobrasse ao teu redor, reconhecendo em ti uma força que nĂŁo era visĂvel aos olhos desatentos. NĂŁo, tu nĂŁo foste uma flor qualquer. Teu florescer foi um marco, um ponto de virada para todos os que tiveram a honra de te contemplar.
Havia algo em ti que não se podia descrever facilmente, como se cada gesto teu fosse impregnado de um significado que ultrapassava as palavras. Foste flor, mas não qualquer flor. Foste aquela que, em meio à secura, encontrou força para desabrochar. E não o fizeste apenas para ti mesma. Cada pétala tua era uma dådiva para os que te cercavam. Era como se, ao abrir-se, também revelasses o caminho para outros seguirem.
Eu, que te observava de perto, sabia que havia muito mais em ti do que a simples beleza. O perfume que exalavas era apenas um reflexo daquilo que carregavas dentro de ti: uma essĂȘncia rara, quase intangĂvel, mas que se manifestava em cada olhar, em cada gesto. E o mundo, por mais que tentasse, nunca poderia capturar completamente o que significava teu florescer.
Agora, ao rememorar esses dias, percebo que foste mais do que uma simples flor. Foste a estação inteira. A primavera em sua plenitude, e nĂŁo apenas por causa das cores que trazias. NĂŁo, era a renovação que tu simbolizavas. A certeza de que, mesmo depois dos invernos mais rigorosos, hĂĄ sempre algo novo pronto para surgir. E, de fato, surgiste. Com uma delicadeza que sĂł quem conhece as durezas da vida pode ter. Foste forte na fragilidade, e tua beleza residia justamente nesse equilĂbrio.
Sinto que, ao te recordar, revivo cada detalhe daquele tempo. Os dias corriam de um jeito diferente, como se, ao teu lado, o ponteiro do relĂłgio tivesse outra função. E as horas, tĂŁo fugazes para tantos, pareciam se expandir, como se quisessem prolongar a experiĂȘncia de estar contigo. Cada segundo era vivido com intensidade, mas pacientemente. Porque, no fundo, sabĂamos que o tempo, contigo, nĂŁo se media em minutos ou horas, mas em momentos. Momentos que, mesmo breves, carregavam uma eternidade dentro de si.
Hoje, quando penso em ti, Ă© impossĂvel nĂŁo pensar no que teu florescer significou para mim. NĂŁo foste apenas uma presença que passou; foste a transformação. E agora, embora o tempo tenha avançado, o que deixaste continua aqui, como uma marca inextinguĂvel. Teu perfume, embora sutil, ainda estĂĄ no ar, lembrando-me de que hĂĄ coisas que o tempo nĂŁo consegue apagar.
E assim, foste flor. Uma flor que nĂŁo apenas enfeitou os dias, mas os transformou. Foste luz, cor, perfume e, acima de tudo, foste o renascer de algo maior do que nĂłs mesmos. E, por isso, permaneces viva, mesmo que os dias de florescer tenham ficado para trĂĄs. O que plantaste em mim e nos outros jamais serĂĄ esquecido. Porque, ao desabrochar, ensinaste-nos o que Ă© viver plenamente, e isso, por mais que o tempo avance, nĂŁo se perde. Foste flor, e isso Ă© tudo o que se precisa saber.
â "Ăs vezes, o coração sente, mas a boca nĂŁo diz. O medo de estragar Ă© maior que a vontade de amar."
â ŚÖŽŚŚÖžŚÖžŚ - mil'chamĂĄ â guerra
Uma multidĂŁo despreza
o ensino de Elohim
pela a violĂȘncia...
â Sempre nos amamos loucamente
VivĂamos sorrindo e felizes
Mas do nada tudo mudou
A tristeza tomou conta do seu olhar
O brilho que existia nĂŁo estava mais ali
Algo errado que fiz, nĂŁo sei dizer
Nunca terei essa resposta
VocĂȘ nĂŁo Ă© mais quem eu amei, nem a pessoa que conheci
Mas sentimentos nĂŁo se acaba assim....
Se Ă© tade ou nĂŁo
SĂł vocĂȘ que me diz...
