Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
E quando transborda, é porque não cabe mais dentro do peito...Os olhos cintilam...as mãos transpiram, o coração dispara!
Rompe-se o silĂȘncio de todo um tempo guardado a sete chaves...AĂ bate a angĂșstia, o medo de errar o tiro e perder tudo...
Mas é assim que a vida é...Como um tiro que pode ser certeiro ou errado, é como uma flexa lançada que pode ou não acertar o alvo...à um risco no qual ganhamos ou perdemos.
Diante dos desafios que nos impÔe, o ideal seria batermos de frente, vestir a armadura e enfrentar nosso medo, as fraquezas, fazer jus à realidade e dizer a nós mesmos: tÎ aqui nesta luta, tÎ de pé e vou vencer...Mas, não é assim. E quando vemos quão distante estamos daquilo que queremos, vagarosamente nos recolhemos ao nosso casulo e ali, na nossa frente, tornamo-nos meros expectadores da vida que sorrateiramente, passa.
â Quando vocĂȘ deixa de ser escravo do seu pensamento, vocĂȘ começa aproveitar o momento. Viva agora, sonhe agora, ame agora, pois o passado nĂŁo Ă© futuro, por isso temos o presente chamado "HOJE"...
Se toca...
VocĂȘ nĂŁo sabe
O que quer,
Mas eu sei
O que euqueroâ .
Se toca, eu te amo!
Ă vocĂȘ que eu quero...
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Os gatos nos incentivam a sentir as melhores emoçÔes , a desenvolver sentimentos de paz e tranquilidade , a presença deles nos acalma , faz muito bem ao coração , nos tornam seres humanos melhores , simplesmente por conviver com eles .
â "Gostaria que o mundo estivesse acabando amanhĂŁ para que hoje eu pudesse ir atĂ© vocĂȘ e lhe chamar para uma dança acompanhado de uma taça de vinho e entĂŁo dançariamos e nos amarĂamos Ă noite toda com os nossos corpos e coração conectados em uma sĂł melodia, porque o mundo estĂĄ acabando amanhĂŁ."
"â Se milhares te amou, saiba que eu fui um deles;
Se apenas um te amou, fui eu;
E se ninguém te amou, saiba que estou morto."
A manipulação é a arma mais sutil usada pelas pessoas mås para que possam chegar ao fim planejado. Pois tudo o que é feito tem cara de bondade e amor.
Eu nĂŁo me lembro muito bem de como eu era antes de vocĂȘ, mas, pelo tanto que vocĂȘ significa hoje, certamente eu nĂŁo era quase nada.
CĂĄlice
Hei -me aqui na penumbra da noite.
Nem sei que hora bate no relĂłgio, se
Uma, duas, quatro ou trĂȘs da madrugada.
Hei-me nesse canto, aqui, acolĂĄ
Me pondo da sala pro quarto a andar.
Do livro que tenho, de algumas linhas
NĂŁo pude passar.
Sento agora no velho sofĂĄ,
Cor de sangue, como as lĂĄgrimas que,
De quando em vez, nĂŁo consigo segurar.
Jå me arrasto de lå para cå, na lembrança
Da moça que sem pensar, pus-me a matar.
Bebi do cĂĄlice, das incertezas
E, ao mal dei lugar, delirei, a matei sem dĂł.
NĂŁo ouvi o seu chorar doĂdo, como criança a clamar.
Sim, bebi do cĂĄlice maldito e comi da sopa do inimigo
Servida num prato de nĂł.
Fiquei gorda, empanturrada de insanas besteiras.
Fui um tolo, sem paz, um péssimo jogador.
Acreditei piamente que me traĂa, aquele amor.
NĂŁo vi a razĂŁo, encontrei na loucura,
Um lugar sem fronteira.
Ahh.. Como pude nĂŁo ouvir aquele choro,
Como pude nĂŁo pegar em sua mĂŁo,
NĂŁo olhar nos olhos dela,
NĂŁo cumprir o prometido?
Como pude dar lugar, ao medo, a ilusĂŁo?
Se era eu o homem em nossa cama,
Como poderia ela me afrontar, se
Tudo o que meus olhos pediam,
Era dela concordar.
Ainda vejo, aqui a mão sua, o seu esforço.
Na mesa do canto, no som da mĂșsica a voar.
Nas marcas entranhadas no colchĂŁo, na pele,
Na alma, a sua ausĂȘncia, lamentar, nas noites
De luar, quando a moça, corria para a janela
E ponhava a me chamar.
Olha a lua, Ă© cheia, amor.. Que linda que estĂĄ!
NĂŁo existe lua mais bonita que aquelas
Que ao seu lado pude apreciar.
Nem essa que a saudade, vem mostrar.
Se nĂŁo me rasgasse inteira, o silĂȘncio
Quando encontro seu olhar, algo divino, com ela teria pela vida toda, nĂŁo posso negar!
Nessas horas o silĂȘncio vem espicular,
Um pouco daquele jeito de olhar.
SerĂĄ que ainda Ă© de Ăłdio, escarnio,
O desprezo que sublinhei,ou de desespero
Porque a golpei?
Foi no mesmo golpe de incertezas que, provei,
Esse gesto que no fundo matutei.
Ă que atimia, caĂ sobre essa madrugada!
Que quase sempre segue, além da alvorada.
Na falta da namorada, da mulher,
Que vinha desconfiada,um riso de criança
Me tirava e em nossa cama me abraçava.
Bebi da maldita, me arrependo!
Entreguei seu corpo em sua porta,
No final, da tardinha que sumia.
E sob a lua que ainda lumia
Me apartei dela que ia...
Daqueles dias que eramos dois sĂłis,
Dado a minha covardia,
NĂŁo guardo nem fotografia
Ă.. Quando a encontrarei,
Quando serei de novo um rei,
Uma rainha?
NĂŁo sei que hora bate no relĂłgio,
Se uma, duas, quatro ou trĂȘs,
Se Ă© noite, se Ă© dia.
Invento risos para fugir da agonia.
Se Ă© uma, duas, quatro ou trĂȘs, nĂŁo sei.
Ăs vezes ela fica feroz como uma leoa, mas isso Ă© apenas para disfarçar sua meiguice igual a um fofo gatinho interdependente.
â Em tempos de aflição e dor profunda
Ă impossĂvel segurar as lĂĄgrimas e conter a emoção
A dor de um ecoa em todos...
E o laço invisĂvel que nos une, se fortalece.
Laço esse feito de amor e compaixão
Que estende a mĂŁo e salva vidas
Que supera qualquer desavença
Que conforta, acolhe e consola
Somos assim, seres humanos tĂŁo controversos
Muitas vezes emaranhados em uma vida superficial
Mas que de repente, num Ămpeto, acorda para a vida
Sente a dor do outro, e percebe que na verdade somos um
Que nĂŁo hĂĄ como ser feliz sozinho, Ă© preciso olhar para o lado
Que não nos esqueçamos, em dias normais
De manter esse laço em nossas relaçÔes e em nossas vidas
Pois esse laço é feito de amor, amor este que em tempos de dor transborda.
A saudade da minha mĂŁe Ă© como um abraço invisĂvel que me envolve e preenche meu coração, relembrando-me do amor incondicional que sempre me acolheu.
â Enquanto o homem nĂŁo amar o outro para sempre, continuaremos prĂ©-histĂłricos.
Que o seu dia comece com grande alegria, que a sua saĂșde seja plena e longa, e viva com muita prosperidade... Mas lembre-se que o amor salva, ame com todo o seu coração, perdoe, pois sĂł assim sua vida vai dar um final de uma histĂłria para ter inicio de uma outra.
Frente ao mar, embevecida,
rogo que marés logo venham
em ondas de total calmaria,
e que espumas brancas tenham
Na mansidĂŁo desse mar,
recolho ternuras e o abraço,
mergulhando nele sem medo,
até que venha o cansaço
