Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Ărbita em mim.
Oi, tudo bem?
Espero que nĂŁo seja sĂł um resquĂcio
Da sua mente espaçosa
Não quero histórias de mil ladrÔes
Nem crise ansiosa
Quero o seu amor que vale milhÔes
Da sua risada contagiosa
Que me fez te amar mil bilhÔes
Odeio essa viciosa
Doença
Fez me cegar
E agora nĂŁo vejo mais
Te vejo em visÔes
Mas nunca serĂĄ reais
Agora o céu estå próximo
Desejo te encontrar com o seu Ăąnimo
Para além do espaço
Te encontrar na sua alma
Retalhos da minha
â NĂŁo chame Deus para participar dos seus sonhos e projetos, mas engaje-se no projeto dele pra vocĂȘ e para o mundo.
Ref. Jeremias 29:11; JoĂŁo 15:5
Frio, gĂȘmeo do sol, todavia, quente, provindo da lua.
Ă, areia torturante, cujos mares me sĂŁo sufocantes, de mim tenha piedade.
Ă, cĂ©us anuviados, encoberta minha face, tampa meus olhos, beija-me de sombras e ventos ruidosos.
Tu me vens, e logo vais-te.
Tu enches-me, e logo esvazias-me.
Aqui te encontrei, e aqui meus olhos nĂŁo a ti enxergam.
Ă! Por qual terra andaria tal perna? Acaso o vento esfria seu corpo? O sol esquentĂĄ-lo-ias sua face?
SerĂĄ o vazio nascido por teu espĂrito, frio, imenso, adorador do calor e do conforto?
Acaso dize-me que nĂŁo hĂĄ existĂȘncia do meu ser?
Respondei-me, tu que andas entre o sol e a lua, por que partes em meu lamento? Por que minha voz nĂŁo a ti clama? Por que minhas pernas nĂŁo para ti caminham? Por que meus olhos marejam, choram, brilham quando em ti penso? Por que meu vazio chama por ti? Seria eu incompleto, necessitado de ti? Se, porventura, meu amor nĂŁo vem suficientemente para ti, por qual razĂŁo o teu amor me vem suficientemente a mim?
Aqui ficarei, com o vazio gerado.
O barro lamacento em algum canto de horizontes desolados.
Meu corpo sente, meu coração chora, meus pensamentos mentem.
Frio eu sinto, todavia, o calor me aquece; de donde vens, Ăł calor que me segue?
O tempo escoa, como ĂĄguas da chuva no solo.
Abençoada terra, a qual cai lågrimas doces, germinando teu solo.
Outra semente, a dita antecessora de brotinhos, distendĂȘ-lo-ia.
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Refletiu em seus olhos o mar e as estrelas; lua prateada nasce sobre sua cabeça com dignĂssima beleza.
Seu olhar era o meu céu, o brilho neles provindo dos cosmos; quem entenderå o coração que veem com estranhos olhos?
Ăguas perturbadas, nĂŁo cries ondas, sejas calma; meu amor por ti Ă© brilhoso, da magnitude solar, e seu conforto, nĂŁo que eu esteja errado, Ă© frio e gracioso, Ăł lua nas espelhadas ĂĄguas portentoso.
Tal como a ågua, que varre a terra, forte e impetuosa, me vens e vai-te quando retorna; foi-se também aquele olhar, a beleza que meus olhos desabam em pesar agora.
Ondas turbulentas, doces como és, por que me fazes sentir o salgado das lågrimas? Seca-me os låbios, alegra-me a face.
Noite apĂłs noite, seu espelho sereno me revela, brilha as estrelas, a lua, e nas ĂĄguas, ela me serĂĄ eterna.
â Verdade. Jesus nĂŁo fundou igrejas... Ele criou uma assembleia de pessoas nascidas de Deus; bem melhor, pois igrejas qualquer um pode registrar e fundar, promover o novo nascimento, sĂł Jesus, sĂł ele pode mudar e salvar.
â Na congregação dos justos o traidor Ă© consideradoĂmpio, por isso nĂŁo prevalece, mas, mas na congregação dos Ămpios a semeadura Ă© do joio;
â Onde pastores dormem, SatanĂĄs semeia, joio prega, trigo desaprende, igreja incha, bode doutrina, demĂŽnios revelam, ovelhas sofrem e o nome do homem Ă© glorificado, o de Deus, se der tempo.
â Sinto a dor causada por uma adaga afiada que transpassou meu peito com a descoberta que fiz hoje. Apesar de ter aberto mais uma ferida em meu interior, prefiro sangrar agora, antes de me envolver do que perecer, apĂłs ter me doado.
â Verdadeiro ensino vem do EspĂrito Santo, quem prega por dinheiro e reconhecimento humano, vaidade, Ă© o mercenĂĄrio, quem em seu ensino subjuga e oprime, Ă© o Diabo, Cristo Ă© o Bom Pastor. Imite o Cristo!
A BĂblia aconselha as esposas, de forma que sugere, que atravĂ©s do comportamento, poderiam ganhar para Cristo seus esposos. Se pastores aprenderem este conselho, vĂŁo tagarelar menos e mostrar em suas vidas o quanto amam a obra de Deus.
â àŒ»â„ïžâȘ1Í4Íđ„fÍeÍvÍeÍrÍeÍiÍrÍoÍàŒș
àŒșàŒ»
ÎÏ»âĄá
Ohhh que irritante
Ver tanto farsante
Neste dia de fevereiro
Chega a ser fuleiro
SĂŁo tantos os amores
SĂŁo tantas as flores
Para o amor perdido
HĂĄ muito sem sentido
ÎÏ»âĄá
Ohhh que falta de carĂĄcter
O mundo consegue ter
Ao chegar o dia catorze
Onde amor Ă© doze
Que nĂŁo se aguenta
De ver o que o mundo tenta
Enganar o parceiro
E a si por inteiro
ÎÏ»âĄá
Ohhh que tristeza
Disso tenho certeza
Olhar e logo ver
O mundo nĂŁo ter
Nem um pouco noção
De como fica o coração
Quando a alma Ă© tomada
E se passa a ser amada
ÎÏ»âĄá
Ohhh perdĂŁo gente
NĂŁo tem quem aguente
Ver este sentimento
Ir com o vento
Se Ă© este tipo do seu
Digo-lhe que tudo perdeu
Quem ama nĂŁo tem dia
Tem sim amor dia a dia
àŒșàŒ»
Tc_14022024/25
â "Silenciosa
Vem a noite fria
Que lentamente habita em meu Ăąmago
E reclama um verso!
â Que pena! NĂŁo te tenho rimas.
Sou apenas miragem de uma vida!
Rindo⊠uma vez outra chorando!
Ăs vezes de um sonho
De uma canção
Ou de um gemido a devorar-me!"
Rogério Pacheco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
TeĂłfilo Otoni/MG
â "Meu suor foi sangue â tu nunca viste?
Meus sorrisos â lĂĄgrimas ardentes!
Meu Ășltimo abraço se faz remoto!
E aquele beijo â eu jĂĄ cuspi!"
Rogério Pacheco
Livro: Vermelho Navalha - 2023
TeĂłfilo Otoni/MG
Apesar do medo de perder amar exige coragem para aceitar a prĂłpria vulnerabilidade e incertezas da vida.
â "Ă a luz no precipĂcio â atenta.
Nas brasas ardentes â somos tudo!
A verdade em chamas â tormentas!
Ă o arder de corpos â desnudos."
Rogério Pacheco
Poema: Ponto de fusĂŁo
Livro: Vermelho Navalha
TeĂłfilo Otoni/MG
â "Tenho nos olhos o brilho dos teus
E sinto teu corpo nu. . .
Minhas mĂŁos maestras
Ainda com desejos de menino
Cumpre o teu sonho de sedução."
Rogério Pacheco
Poema: Conspiração de verão
Livro: Vermelho Navalha - 2023
TeĂłfilo Otoni/MG
â "No teu ventre meu corpo. . .
SilĂȘncio â eu navego. . .
Entre calmarias e tempestades."
Rogério Pacheco
Poema: Conspiração de verão
Livro: Vermelho Navalha - 2023
TeĂłfilo Otoni/MG
â "Num movimento lento e rĂgido
Teu sussurrar sem esforço
Hipnotiza o segredo
E faz o relĂłgio do mundo parar."
Rogério Pacheco
Poema: Conspiração de verão
Livro: Vermelho Navalha - 2023
TeĂłfilo Otoni/MG
â "Feitiço e encanto
SĂŁo as tuas mordidas
Que curam as minhas feridas."
Rogério Pacheco
Poema: Amor fero
Livro: Vermelho Navalha - 2023
TeĂłfilo Otoni/MG
