Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Ironicamente! te dedico cada verso, jĂĄ que nessa histĂłria vocĂȘ sĂł provou inverso
te ofereci o mundo, me dei a cada segundo, e no final de tudo eu ganhei sĂł um deserto!
â Por trĂĄs do vĂ©u da ilusĂŁo, eu descobri uma verdadeira paixĂŁo
Que Ă© capaz de conquistar, com um lindo jeito de amar
Mesmo com poucos versos, escrevo sobre o brilho mais lindo do universo
Uma humildade e beleza sem fim, vc Ă© o melhor que existe em mim
Com vc eu quero estar, enquanto minha deusa suspirar
Esse Ă© o fim mais lindo que quero ter, a beleza de ter estado com vc
Acaso eu encontrei a dona do amor? SĂł posso crer que o destino me encantou
Quando seu beijo me encontrar, eternamente feliz eu vou estar
Com o carinho que ganhei de presente de vc, a perfeição eu pude entender
Ironicamente assim, sonhar com vc Ă© o mais lindo que hĂĄ em mim. Com essa poesia, saio de cena com alegria, sentindo a magia incrĂvel que eu pude escrever, vocĂȘ Ă© o sonho lindo que o homem mais sortudo do mundo pode receberđ©·
Me desculpe por muitas das vezes falar coisas sem pensar.
Me importo tanto com vocĂȘ, que se eu nĂŁo falar pode ter certeza que eu nĂŁo me importo mais...â
â Realmente nĂŁo sei
Entender o que acontece comigo
Basta te olhar que mim perco
Enlouqueço de desejos
Como posso viver sem teus beijos
Amar vocĂȘ Ă© assim.
Para seguir enfrente precisamos, apenas de alguém que nos ame, sem precisarmos nos preocupar que precisamos seguir enfrente.
â "Ăs vezes, o maior aprendizado vem nĂŁo das vitĂłrias, mas dos caminhos que escolhemos apĂłs nossas derrotas."
â "Cada momento de silĂȘncio Ă© uma oportunidade para ouvir os ecos das decisĂ”es que moldam nossa jornada."
O figurante
â O passado me mata, constantemente, me massacra. E por que? Seria fĂĄcil falar que Ă© por causa de um amor, mas Ă© muito mais complexo que isso. Quando vocĂȘ ama alguĂ©m, vocĂȘ se entrega. VocĂȘ nĂŁo se coloca em primeiro lugar. VocĂȘ deixa aquela pessoa ver cada linha sua. A vulnerabilidade, As dores, Tudo. Tudo o que vocĂȘ pode ou nĂŁo oferecer e ser rejeitado Ă© normal, mas ser rejeitado por todos a vida toda, te coloca em um mar de inferioridade gigantesco como se somente por vocĂȘ nascer, vocĂȘ jĂĄ estĂĄ errado. VocĂȘ se vĂȘ perdido, como se realmente todo mundo mente pra vocĂȘ, como se vocĂȘ realmente nĂŁo existisse e Ă© sĂł parte de uma novela, onde vocĂȘ Ă© o figurante, sabe? NinguĂ©m liga pro figurante, ninguĂ©m leva a sĂ©rio o figurante, ninguĂ©m se importa com o figurante.
â Minha consciĂȘncia se parte, em mil pedaços quentes,
Invasora das minhas noites, dos meus dias ardentes.
Como posso amar, se amor nunca recebi?
O que Ă© o amor, se nunca o senti em mim?
Espero olhares, atenção, mas o silĂȘncio impera,
NinguĂ©m me vĂȘ, ninguĂ©m me espera.
Sou mĂșltiplo, sou visĂ”es de cada ser,
Fragmentado, difuso, difĂcil de se perceber.
Quando me ergo, logo sou roubado,
Quando conquisto, sou invejado.
Tenho medo de mim, da minha prĂłpria mente,
Ela pode me ferir, me fazer inconsequente.
Temo a felicidade, essa névoa passageira,
Que pode ser falsa, efĂȘmera e traiçoeira.
E o amor? Ah, o amor, uma dor que nĂŁo entendo,
Feito de mentiras e interesses, um jogo que nĂŁo defendo.
Verdadeiro amor Ă© o que liberta,
Mas também acolhe quando a volta é incerta.
Felicidade, ilusĂŁo que o tempo tece,
Existe e nĂŁo existe, como o tempo que nos enlouquece.
NĂŁo sei se sou feliz, se sou amado,
Mas sei que estou, em mentes espalhado.
Cada um cria uma imagem de quem sou,
Mas a verdade, essa ninguém alcançou.
Sou mistério, sou sombra, sou eco no ar,
Ninguém sabe quando vou, quando vou falar.
E para descobrir quem sou, quem me tornei,
Somente eu, talvez, jamais saberei.
â Como posso amar, se nem a mim eu pertenço?
Me saboto ao ver o ideal, meu prĂłprio cĂĄrcere imenso.
Por que amar, se amor nunca conheci?
Se ninguém me tocou, se ninguém surgiu para mim?
Eu sou do silĂȘncio, da solidĂŁo confortĂĄvel,
Poucas palavras, uma vida impenetrĂĄvel.
Feliz estou quando estou sĂł,
Mas se alguém invade, sinto-me em pó.
Cada um me vĂȘ de um jeito diferente,
Alegre, triste, bravo, indiferente.
Sou o reflexo do que sentem por mim,
Mas eu, no espelho, nunca me vi assim.
Vivo nas sombras, sem me encontrar,
Espero, um dia, pela gratidĂŁo chegar.
Ajudo sem esperar nada em troca,
Mas a alegria deles me faz sentir mais forte.
Quando sorriem, sinto-me leve,
Quando choram, o peso em mim se atreve.
Ser bom ou ruim, jĂĄ nĂŁo sei discernir,
SĂł sei que a pena eu nĂŁo quero pedir.
Queria que entendessem quem sou de verdade,
Mas como, se em mim, também hå essa dualidade?
Subo, mas querem me manter no chĂŁo,
Quando conquisto, olham-me com estranha visĂŁo.
Comemoro suas vitórias, com o coração aberto,
Mas quando Ă© minha vez, o olhar Ă© deserto.
Percebi, querem que eu permaneça pequeno,
Subordinado, preso no mesmo terreno.
Falam que desejam meu crescimento,
Mas na verdade, temem o meu alento.
Inveja, essa planta que cresce no escuro,
Amar Ă© complexo, e o respeito Ă© tĂŁo duro.
O amor, agora entendo, Ă© ilusĂŁo,
Ninguém ama, ninguém com devoção.
Neste mundo, dor e sofrimento imperam,
Os pequenos momentos de luz logo se encerram.
Damos o melhor, com o que nos foi dado,
Oportunidades raras, conhecimento moldado.
E no fim, talvez seja melhor assim,
Sozinhos, em paz, sem esperar o "fim".
â Minhas sombras da noite guardam dor,
Peugeot tristeza, angĂșstia sem cor.
Desempregado, sinto o frio da solidĂŁo,
Encolhido num canto, sem esperança na mão.
Vejo o mundo, mas entendo a escuridĂŁo,
A luz da felicidade Ă© loucura, ilusĂŁo.
As pessoas, cruéis, sem amor ou compaixão,
Protegem seus interesses, sem coração.
O amor, se existe, Ă© mudo e vazio,
Um jogo de måscaras, disfarçado de frio.
Respeitam até quando convém,
Depois, viram as costas, vão mais além.
Se és bom demais, tentam te derrubar,
Procuram erros que possam te manchar.
Se és ruim, tentam te redimir,
Buscam o que de bom possam descobrir.
Um mundo confuso, onde os maus sĂŁo idolatrados,
E os bons, sem motivo, sĂŁo sempre maltratados.
Cada dia Ă© intriga, me enlouquece o pensar,
Talvez os loucos sejam sĂĄbios, no seu prĂłprio lugar.
E o amor? Ah, esse mistério profundo,
Nunca recebi, nunca entendi o mundo.
Desde o meu nascimento, fui amado e odiado,
Querido por alguns, por outros amaldiçoado.
EntĂŁo me explique, o que Ă© o amor?
Se Ă© um sentimento ou um simples favor?
Pois sem tĂȘ-lo, nĂŁo sei definir,
O que nunca senti, como posso pedir?
â Mergulho onde meus pĂ©s nĂŁo encontram o controle. Afundo na distĂąncia onde os olhos nĂŁo veem nenhum rastro de luz. Parece perdido, mas Ă© onde me acho. Me acho na pele, no som, na cor, na forma, na dança. Danço na escuridĂŁo das ĂĄguas que jĂĄ estĂŁo sobre a minha cabeça e na lama que me prende ao chĂŁo. Como uma flor de lĂłtus, me purifico e renasço.
