Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Ăs vezes eu sou o avesso,
de tudo que acredito e sonho.
Outras vezes enlouqueço
e diminuo o meu tamanho.
Mas depois, permito e cresço.
Realinho os "emaranhos".
Logo então eu me aqueço,
vivo em seus olhos castanhos.
â Abrir portas, quebrar correntes,
gostar dos cabelos, mostrar os dentes,
caminhar sem rumo, cheirar a flor.
Tudo isso Ă© possĂvel,
mensurĂĄvel e atingĂvel,
se antes do passo, for amor.
â TEMPO DE REFLEXĂES
A madrugada nos faz jorrar
As imaginaçÔes de uma consciĂȘncia livre e serena
Farta e longĂnqua
Leve e aliviada
A canção na Alvorada
Tempo de lenimento para a alma
Me faz lembrar de reminiscĂȘncias
AprazĂveis momentos de ternura
De uma Licoia protetora
Mulher na acepção do termo
Estilhaços de amor puro e verdadeiro
Do amor de JĂșlia, heroĂna Ă© infalĂvel
De sincero afeto
De alguns, poucos, de espaço reduzido
Mas agora o que me fascina?
O que me domina as estranhas?
A vida, a esperança de dias melhores
Da Fonte Grande ao Iracema
O sorriso no rosto de cada pessoa
O mundo nos devolveu novamente
A alegria de viver, na dor e na separação abrupta
Do abraço fraterno
Virtual e sem calor energizante
Reaprendendo a viver na arte de sorrir na dor
Brincar de viver?
O néctar que encanta
Mais dezesseis dias de
Pura aflição, dor e segregaçÔes
Mas onde estĂĄ vocĂȘ
No infinito cĂłsmico?
Nesse vazio de trevas?
Ao menos um sofro de paz
Cura a minha solidĂŁo nesse
Remanso de incertezas
Viaje serenamente
Na imensidĂŁo de incertezas
Resgate definitivamente
A vontade de acreditar na humanidade
Cura a minha incredulidade
Que invade meu mundo de fantasias
Me faz acreditar que atrĂĄs
Do arrebol haverĂĄ sempre
Luz incandescente a
Iluminar as incertezas das
Veredas, as incĂłgnitas do meu
Tenro coração invadido
Abandonado, desesperador...
Resgate minha alegria contida
O instante de represamentos
O pensamento viaja nas sendas da insensatez, egotista e refratĂĄrio
Vai feito condor riscando os céus
Do Vale do Mucuri
Da Terra do amor fraterno
Vai nas asas da infinita sabedoria
Transponha o Rio doce e as sombras do ibituruna
Pula feito raios exuberantes
A Ilha dos AraĂșjos
Que ainda habita na mente viva oxigenada pelo AltĂssimo
Anunciar ao meu povo a devolução
Da paz e esperança
De dias melhores
Anuncia a todos que ainda nutrem
Alguma admiração pelo poeta do Mucuri
Que ainda existe viva uma chama ardente
De lirismo e amor pela VIDA...
â Colapso
VocĂȘ Ă©;
o que deveria ter sido,
o que nunca foi esquecido,
o que me sustenta de pé.
SĂł vocĂȘ Ă©,
minha certeza sem fim,
a outra metade de mim.
â SEXTILHAS DE ANGĂSTIA
O dia alvorece, o chilreio dos pĂĄssaros anuncia uma nova aurora.
Acordo ouvindo as ĂĄrias do saudoso Gonzaguinha
Versos bonitos mergulham...
Dentro de mim
Mais um dia se inicia...
No meu plangente coração.
Dirijo-me ao labor das incongruĂȘncias e frustraçÔes da Justiça.
Nas profundezas do descaso e da imposição
Na desilusão, no desamor, no mar de falsidade e boçalidade...
Na desonestidade de camorras, nas falcatruas.
Caminho hilariante de bondade
Volto envelhecido na revolta de lĂĄgrimas entornadas.
Ă noite tudo se transforma
Na casa do saber, uma sinceridade em cada rosto
Um convite para amizades singelas
Ou amores inesquecĂveis
Aà me esqueço das amarguras e diatribes do dia-a-dia
A paz, momentaneamente, renasce no meu Ăąmago.
Ă noite o retorno ao lar
No trajeto filas no posto em busca de saĂșde.
Com chuva ou orvalho das madrugadas
A esperança é o que importa
Num manto falso de ternura
O Bela Vista se ofusca com cobertores da desumanidade.
Na tristeza do poeta, a alma Ă© como deserto.
Como rocha isolada e explodida
Nem uma luz de esperança
Nem um sopro fugaz de felicidade
O amor apresenta como inverno
O murmurar, profundo e abatido.
â Ă incrĂvel, quando estamos amadurecendo percebemos de longe o que vai valer apena ou nĂŁo, aprendemos nos blindar da maldade de promessas falsas, sĂł caĂmos naquilo que queremos, e nĂŁo topamos algo se nĂŁo for arrancar uma boa dose de diversĂŁo, boas risadas, aprendemos o que Ă© sĂ©rio, e brincar tambĂ©m.
â Desenvolvemos tanto o intelecto, e deixamos de lado o coração. Esquecemos que nosso estado natural Ă© o amor, e ele cresce e se desenvolve no coração, nĂŁo no cĂ©rebro.
â Amar Ă© quando seu maior objetivo Ă© fazer uma pessoa que perdeu a alma, amar a si prĂłprio. Ă bom saber que por alguns instantes eu consegui.(æć)
â Eu queria comecar me desculpando desde jĂĄ, minha vida e uma fauna grande a cura da felicidade Ă© viver
â Em uma boca muitos beijos, nos braços muitos abraços, nos pĂ©s muitos caminhos e na mente muitos sonhos.
Yasmim
â NĂŁo poderei amar - te assim
Oh! Yasmim!
Que me padeço
Ao seu olhar frenético
E me acusas de rude
Posto que muitas vezes me negaste
Ao seu agradåvel Abraço
SĂł isso eu queria
E depois de tudo minha ira engordou
E me tornei pĂłlvora
Pronto a explodir
De preferĂȘncia em seus braços
NĂŁo me leve a mal
NĂŁo me deste tempo
De me mostrar
Tirar meu véu,anel ou que mais rimar
Me colocar nu
Sem defesas
Sem amarras
Refém de sua mania
Somente domado
Pronto a sua montaria.
Lupaganini
01.02.2016
â A gente nĂŁo tem que ter medo de perder alguĂ©m
na verdade, a gente tem que ter medo de se perder tentando
fazer alguém ficar.
â Quem nĂŁo for contente com o que tiver presente
Procura sempre mais e nunca Ă© suficiente
Procurar mais sĂł se for um pouco
Pois o extravagante Ă© nada
E o pouco Ă© extraordinĂĄrio
â Cuidar de si mesmo
Te ensina a viver os momentos
Te ensina sobrerespeito
Com outros
E com os seus defeitos
â Ser gentil traz forças dentro de mim
E traria para a população também
Se tivessem coragem pra abraçar
Pra elogiar
Pra sorrir
Ser idiota
Eajudar
Coisas assim mudam muita coisa
E pro bem
Pena, que por ser simples
NĂŁo ligam
O simples Ă© lindo!
NĂŁo Ă© sĂł porque nĂŁo atende a sua expectativa
Que seja realmente uma porcaria
Se olhar com carinho
VerĂĄs como todo o mundo Ă© maravilhoso
Como um sorriso
â Aqui estou mais 1 vez
O desejo de sumir Ă© constante
A cada intensidade estou a
Brilhar, quero estrelar lå no céu
Com o meu homem, que acaba
De se brilhar, Entre sol e a lua
Quero estrelar no céu não no
Inferno
