Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Peguei o violĂŁo
As lagrimas escorriam
Queria escrever-lhe uma canção
Porém os pensamentos de mim corriam
EntĂŁo, pus-me a escrever um poema
Guardando comigo um dilema:
"NĂŁo escrever sobre amor"
Pois isso, traz-me uma péssima dor.
NĂŁo consegui novamente
Que terrĂvel
VocĂȘ nĂŁo sai da minha mente
Me sinto horrĂvel
Agora vĂĄ embora, deixe-me em paz!
Seja um livre rapaz
Deixarei vocĂȘ ir
Quem sou eu para lhe impedir?
As mesmas decepçÔes
Com o mesmo tipo de gente
Destrói-me o coração
Saber que ela era tĂŁo inocente
Acolhia as lagrimas no travesseiro
Sempre pelo mesmo motivo
Do amor nĂŁo ser correspondido
Pobre coração iludido
Ter lembranças
Traz-lhe arrependimento
Por ter tido esperanças
E ter vivido aqueles momentos
Agora sĂł restou-lhe a alma.
E com dor lembro-me
De como era feliz antes de amar
Depois que amou, sĂł soube chorar
E ontem fui ver o caixĂŁo
Em que a pobre alma abitava
Com o coração entre as mãos
E nĂŁo me importo, se foi suicĂdio ou nĂŁo.
Minha Vida Tem Cido Uma Amar Sem Ponta Lucidas Mais Nao Tantas, Que Me Perdoe As Palavras Que Uso Pensado Em Voçe Mais Com Voçe o Jesto Do Amor E Tao Perfeito !
"Se quiser vir, que seja sem esse egoĂsmo "sĂ©culo-vinte-um" de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja Ă caneta.
Eu poderia te ligar. Chamar no bate-papo com a desculpa boba de ter errado de "janela" ou mandar uma simples sms dizendo que sinto a sua falta. Poderia mandar as indiretas mais diretas possĂveis, onde sĂł faltaria ter o teu nome. Eu poderia dizer que vocĂȘ mudou a minha maneira de pensar, que vocĂȘ conseguiu fazer comigo o que todos achavam impossĂvel - ser uma pessoa melhor. Poderia te implorar para voltar e nĂŁo sair mais de perto. Poderia⊠Mas deixa assim, estou bem do jeito que estĂĄ. Se vocĂȘ se acostumou - tambĂ©m vou me acostumar.
Banhe-nos abundantemente Senhor com as ĂĄguas do bom senso.
Inunde-nos de rios mansos onde corre a cristalina ĂĄgua da razĂŁo.
Faça cair sobre todo os coraçÔes a terna ågua das chuvas outonais.
Determine nosso caminhar sobre a relva orvalhada rebordada de entendimento, serenidade, amor e paixĂŁo.
Pai, precisamos destas ĂĄguas santas para estar em sintonia com os teus sagrados preceitos.
Ele tinha um ego maior que ele. Ela tinha uma teimosia maior que o próprio ego. Ele sabia ser romùntico quando tinha que ser, embora nem todos fossem capazes de enxergar essa qualidade. Ela dominava a grosseria, mas quando ouvia uma palavra romùntica, se tornava a mais doce das criaturas. Ele era prestativo, fazia questão de ajudar de todas as maneiras quem necessitasse de ajuda. Ela era preguiçosa, preferia ficar observando e babando tanto cuidado e zelo ali de perto. Ele tinha muitos amigos. Ela tinha poucos, mas tinha o suficiente para se satisfazer e se sentir privilegiada. Ele tinha mania de mexer no cabelo. Ela não podia encontrar um espelho. Ele tinha o costume de aumentar o tom da voz. Ela tinha o håbito de chorar em voz baixa. Ele sabia dançar. Ela era uma negação em qualquer movimento. Ele adorava vodka. Ela preferia a cerveja. Ele dava um banho na cozinha. Ela mal sabia fazer um miojo. Ele era de exatas. Ela de humanas. Ele gostava de ler. Ela amava escrever. Ele preferia campo. Ela curtia praia. Ele era viciado em esporte. Ela em chocolate. Ele tinha um abraço que valia mais que mil palavras. Ela tinha o dom de usar as palavras no momento certo. Ele errava. Ela amenizava o tamanho dos erros. Ele acertava. Ela ressaltava cada pequeno acerto. Ele se importava. Ela sabia melhor do que ninguém. Ele amava. Ela também.
AĂ vocĂȘ cola no celular. Arrasta ele para todo lugar, afim de que? Bom... Se vai para o banheiro, leva-o. Vai dormir, deixa-o em baixo do travesseiro, porque se ele ao menos vibrar, vocĂȘ jĂĄ o agarra. DaĂ vocĂȘ pega no sono, acorda no dia seguinte, e a primeira coisa que vocĂȘ faz Ă© ver se tem algo na tela do celular. Surpresa? Nada... A gente se acostuma. Olha, sĂł digo uma coisa: crie tudo, menos expectativa. Pode atĂ© dar certo, mas que dĂłi, dĂłi.
Todas Ă s contas se unem: Banco, redes sociais, E-mail, telefone, etc. Deve dĂĄ um trabalho pra separar depois que o "amor" acaba. Sou adepto do respeito a individualidade e acima de tudo do amor prĂłprio.
