Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Lirismo de um albino
Albino sou eu,
eu e mais aquela que estĂĄ a minha frente,
na minha imaginação,
contente,
Serå que alguém me compreendeu?
Albino,
aquele ser tĂŁo especial,
mas nada fora do normal,
onde teu sorriso Ă© cativante.
Albino,
aquele que muitos gostam de falar,
ao teu lado caminhar,
e alguns tĂȘm vontade de abraçar.
Um manifesto de Deus,
na vida dos filhos teus.
Aquele que cativa a cada olhar,
sem te dar
o direito de pensar.
Albino,
pessoa de verdade,
o mais querido da cidade,
porque a todos sabes cativar.
Assim eu sou,
assim nĂłs somos,
um ser carregador de amor,
da mais profunda emoção,
que trago no coração.
Eu e Tu
NĂŁo Ă© esta cama que vai derrotar
As suas garras de força em lutar
Vença com maior apreço meu bem
O meu desejo é ver aquele sorriso também
Eu e tu estamos cientes, isto vai passar
Muita aventura nos espera em realizar
A solidĂŁo consome cada um de nĂłs
Juramos que pela força do amor não a sós.
Temos a ternura, a paixĂŁo e felicidade
Com eles podemos jantar a nossa saĂșde
A vivacidade, a ansiedade do bem-estar
A carreta o nosso lar solitĂĄrio
Mas a fé e esperança é o sumårio
No nosso relacionamento, eu amo-te maisha.
ÂŽÂŽsaudade de te ver saudĂĄvel
"Compreendendo que o Governo nĂŁo Ă© o poder de uns homens sobre outros, mas a imagem ordenadora e directriz da vontade do conjunto, devemos considerar como suas funçÔes a obrigação de manter a unidade do Estado e propiciar e expandir para a generalidade tudo o que de positivo se manifeste nos seus integrantes. Devemos ver mais de perto a conversĂŁo da potĂȘncia em acto, da ideia em palavra, da força em trabalho, do amor sentimental em fraternidade total."
O problema
O problema todo do homem,
Ă o julgar.
NĂŁo se colocar no lugar do outro.
AĂ o egocentrismo prevalece.
Querer que os outros sejam,
Se comportem como eles esperam.
Nesta situação dançamos.
Por quĂȘ?
Cada um Ă© cada um.
Um ser Ășnico perante o Criador.
Compreenda-o, e aĂ sim,
TerĂĄs oportunidade de empregar,
As virtudes, amor, paz, harmonia,
Alegria, compreensĂŁo,
E os problemas desaparecerĂŁo.
Sei,
Bem sei,
Perfeição não mora em mim,
Eu calo demais,
Tenho minha paz,
Mesmo em meio o caos,
Nada tenho Ă oferecer,
Além do meu viver calmo,
Que te acalma,
Além da Alma,
Eu vim trazer-te um pouco de silĂȘncio,
Ao seu grito de socorro,
Um jeito,
De mudar seu jeito,
Cheio,
Em meio ao vazio,
Do Universo do seu ser,
Onde eu admiro cada estrela,
No planeta do seu corpo,
Em forma de pintas,
Aprecio cada uma delas,
Cada toque,
Cada pedaço,
Todo seu cheiro,
Que me entorpece,
Enaltece,
Mergulhando-me,
Cada dia mais no teu Universo,
Universo de Alma,
Universo paralelo,
Psicodélicamente em cores,
Sabores,
Suspiros,
Entre gritos, silĂȘncio, beijos, suspiros e defeitos,
A gente se embala,
Se orienta,
Se aguenta,
AtĂ© que tudo vira mĂșsica,
Uma linda canção de Amor.
Amigo fica.
Amigos, que saudade !
Por onde anda nossas gargalhadas?
Quero sorrir contigo, chorar contigo.
Estar junto sem prazo de validade.
Amigos, no dia da angĂșstia sua visita me alegrou, as coisas mudam, mas eterno Ă© oque ficou.
Amigos, veja o valor dessa figueira.
Nossa amizade Ă© como a luz de uma fogueira que ilumina e nos esquenta.
Porém sozinho quem aguenta ?
A correria o dia a dia, tenta sempre afastar, inevitĂĄvel essa rotina, mas ainda me lembro da nossa amizade e o peito se alegra, me lembro da nossa amizade e o peito aperta.
comunhĂŁo, valiosa comunhĂŁo !
Nada é para sempre, escuto sempre alguém falar.
Prefiro acreditar, que tudo tem seu tempo !
E mesmo assim, seremos vivos como o vento, que vai, que volta , sempre bem vindo, chorando ou rindo...
Felipe almaz
Ăs vezes, confiamos em um sorriso que por trĂĄs existe uma falsidade, a qual nos leva a decepção.
MINHA ALMA (PASSADO)...
Minha alma tem uma dĂvida comigo,
Com ELE, que assoprou em mim tudo DELE...
Minha alma Ă© uma viagem,
Uma manifestação da humanidade em mim,
Da terra, do vaso quebrado, do caco,
Ă o entristecer da abĂłbada celeste...
Minha alma Ă© a queda do meu firmamento,
à bidimensional, é o céu e a terra...
Minha alma busca ser feliz, apaixonar-se,
Ela Ă© sempre adĂșltera decepção,
Brilho fosco sem estrelas,
PagĂŁ, sem brisas da primavera...
Minha alma espanca minha fé,
Cobre-me com figueira, como a folha da vergonha...
Minha alma Ă© sem sonetos,
Poema atulhado de amargura,
Expoente ferida escorrendo,
Choro sufocado, lĂngua trĂȘmula...
Minha alma Ă© do tamanho do mundo,
Sou eu, Ă© a algema de tudo...
MINHA ALMA (PRESENTE)...
Minha alma recusava-se consolar-se,
Eu gritava: sou eu minha alma, sou eu...
Minha alma foi ouvida, foi tocada, foi amada,
Um lĂquido sagrado a afogou em ESPERANĂA...
Minha alma agora faz juras de amor,
Juras pelo DOADOR, AQUELE que me trouxe destino indubitĂĄvel...
Minha alma engravidou de ESPERANĂA,
HĂĄ de sonhar sempre, mesmo no nevoeiro de medo, na ironia...
Minha alma antes tinha o tamanho do mundo,
Hoje tem tamanha fé de um grão de mostarda, de um oceano...
Minha alma tinha a pintura das cinzas,
Sem serviços para ELE, o EXEMPLO da criação dos dias...
Minha alma nĂŁo tem mais vazio, nĂŁo Ă© oca, nem abismo,
à taça transbordando de sangue na CRUZ, é imortalidade...
Minha alma hoje Ă© palpĂĄvel, tem porção, fĂsico e moral,
Mesmo imperfeita, encontrou a ELE, AMANTE de minha alma...
Minha alma era dramas e conflitos,
Hoje inverna estação de vida em mim...
Minha alma sobe a escadaria da felicidade,
Vive o alento, a vigilĂąncia dos querubins...
Minha alma vive o lazer, NELE me faz repousar,
Navegar no mar lindo de sentimentos...
Minha alma agora tem coragem, consegue confessar,
No confessionĂĄrio DAQUELE que Ă© o ĂNICO ontem, hoje e amanhĂŁ...
Minha alma ler o Livro dos livros, mensagem amplificada,
Ao cascavilhĂĄ-la encontra tesouros divinos...
Minha alma hoje vive TEU Reino, TUA existĂȘncia,
Ă o EU SOU em mim, que quer ser o EU SOU em vocĂȘ!
FUGIR!
Ă impossĂvel fugir, fugir de mim, fugir do ego
Fugir da realidade de sempre ser eu
De ser imperfeito, desassossegado, utĂłpico
Fugir sem uma causa, fugir com remorsos
E ao fugir, ser encurralado pelas emoçÔes (re) vividasâŠ
Fugir instintivamente do perigo de ser eu
Fugir sem coração, só adrenalina
Fugir sem virar de costas, sem firmeza nos joelhos
Fugir sĂł pensando em sobreviver
NĂŁo adianta fugir, nĂŁo adianta reagir
E no flagrante da fuga, que,
DĂłi descobrir que o fugitivo sempre sou eu...
CHOVE LĂ FORA, MAS HĂ DE CESSAR...
Chove lå fora, vejo a vidraça chorar,
Como meu coração também se molha de aflição,
Chove lĂĄ fora, a chuva mansa, ĂĄgua incessante,
Como é também a tristeza que me vence...
Chove lå fora, meu coração é årido,
Como um campo rachado, angĂșstia sem remĂ©dio,
Chove lĂĄ fora, se molham as flores,
Molham-se nesta ĂĄgua mĂĄgica e incolor...
Chove lĂĄ fora, a janela revela pessoas apressadas,
Como lhes vai Ă alma? Como a minha?
Talvez seca, talvez molhada,
Em busca da liberdade, das cores do arco-Ăris...
Chove lĂĄ fora, a chuva nem me deixa ao menos adormecer,
Nem mesmo me anestesiar dentro dessa melancolia,
Chove lĂĄ fora, eu sem sono, sem travesseiro,
Somente introspectivo, envenenado, tenso...
Chove lĂĄ fora, nĂŁo consigo fazer um verso,
Cantar, fantasiar ao menos um amor singelo,
Chove lĂĄ fora, ĂĄgua persistente, contĂnua,
Faz-me apenas conversar comigo...
Cessa a chuva lå fora, vejo a esperança renascer,
Nascendo junto com o céu anil, para me reconduzir,
Cessa a chuva lå fora, vem também o vento, vem o sol,
Como amiga e companheira, reluzindo a dourada justiça,
Sedando-me, me fazendo dormir...
TUA MĂGOA, MINHA MĂGOA, NOSSA DOR...
Nossas palavras desarranjadas,
Defesas munidas de egoismo,
Irriga tua alma jĂĄ ultrajada,
Suprimindo o amor e regando a extrema dor...
Gritaste, o meu coração magoara,
Dissimulaste, o meu coração enganara ,
Caluniaste, o meu coração revoltara,
Impregnaste a nĂłdoa de mĂĄgoa em minha alma...
Gritei, do teu coração o choro arranquei,
Dissimulei, teu coração trincou,
Caluniei, teu coração decepcionou,
Imprimi a nĂłdoa de mĂĄgoa em tua alma...
Na mågoa só resta a aflição,
A busca de si em labirintos,
A perda, o afogamento em lĂĄgrimas,
O apagar da chama, da paixĂŁo, do amor...
A mĂĄgoa grita: nĂŁo volta, nĂŁo volta,
Vem dor, vem tormento,
Rouba a paz, roupa o encanto,
Traz o ser humano, traz os amantes para a cova, a solidĂŁo...
Com a mågoa se perde a crença,
Se abre a chaga, a podridĂŁo,
Faz o corpo inerme, sem satisfação,
Os amantes voltam a serem vermes, serem criaturas...
A mĂĄgoa macula a existĂȘncia,
Traz dicotomia e desgosto,
Pesar e ressentimento, plena degradação,
Semblante de defeito, cheiro de ferida...
Com a mågoa meu amor pra ti é canção velha,
Nossos lençóis não exalam mais nosso cheiro,
Sem fascinação e encanto tu me olhas,
PerdĂŁo por te amar...
NĂŁo tome o veneno da mĂĄgoa,
Raiz do ressentimento,
Deixe em paz meu coração, me encontre em seu perdão,
Tua mĂĄgoa, minha mĂĄgoa, nossa dor, intolerĂąncias...
A vida Ă© um grande dom, esse presente recebemos do CRIADOR... seu FILHO nos garante que Ă© possĂvel viver-la em abundĂąncia... nossa missĂŁo Ă© servir, promover essa VIDA Ă todos...
Hoje, levante-se e assuma o controle de sua prĂłpria vida. Comece o dia com FĂ. Tome as rĂ©deas de seus sonhos e regue-os com o anseio, a vontade e o esforço. Jamais se esqueça: vocĂȘ foi criado para vencer. Deus estĂĄ contigo.
