Imparcial

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O Universo responde a cada um de seus pensamentos e expectativas com preenchimento imparcial e premeia essas pessoas com eventos com sincronicidade que lhes trazem mais do que ela deseja e espera como sendo parte de seu plano de alma e sua missão. Essa qualidade chamada aqui de equilíbrio capacita a pessoa a viver a sua vida na Terra com graça, assertivamente, equanimidade, dignidade e compostura no agir.

Quando tu errares, julga te a ti mesmo, sede imparcial e sentencia-te com a consciência dos sabios!

Seja-vos imparcial no julgar, para que não
sejas condenado em vosso próprio juízo.

Ser imparcial é um exercício de equilíbrio e consciência
É saber observar os fatos sem deixar que emoções ou preferências ditem o julgamento.

O tempo é imparcial ele desenha em sua pele as marcas de que ele avançou...

O advogado e advogada são os guardiões do cidadão para que a justiça seja feita de forma imparcial ...

Não há justos!


Quando falamos que uma pessoa é justa, vem logo à mente uma pessoa imparcial, íntegra e correta, uma pessoa cheia de predicados. Erramos feio! Não na definição da palavra, erramos por causa das nossas imperfeições e visões nublados; não em relação a quem julgamos, mas em relação ao nosso próprio julgo, pois, como um ser imperfeito consegue ver perfeição em outro?
As diferenças existentes entre os seres humanos são determinantes para seu próprio estabelecimento. São as diferenças que criam conceitos e provimentos sociais. Essa versão multifacetada social é capaz de promover ações, pensamentos e, quem sabe a própria evolução. Afinal somos seres que lutamos por nossa própria sobrevivência dentro daquilo que acreditamos serem os nossos próprios termos; embora ditados por outrem. Dentro deste dinamismo social, nossa individualidade busca se firmar entre ganhos e perdas, causas e consequências, e aqui se estabelece um dos problemas que nos conduzem e quiçá, nos mantém imperfeitos, que é o relativismo das virtudes morais que servem de base para a construção do nosso ser.
A prática das virtudes não é tarefa fácil, visto que um ser virtuoso as possui de forma habitual e sem correções de rumo, sendo íntegro em cada uma de suas ações e a todo o momento. Sua respiração exala virtudes e está disposto a pagar o preço que for para assim mantê-las. Quantos de nós conseguiríamos isso, sem relativizar? Será que sabemos quando os nossos credos nos conduzem à prática de uma moral duvidosa?
Para deixar este tópico mais claro farei uma pequena analogia: Eu posso gostar de doce, mas não sou obrigado a me submeter ao doceiro. Esta ideia pode ser levada para os demais aspectos da vida social, pois, eu posso gostar e defender uma ideia, mas se quem a projeta caminha por um lado totalmente divergente, não sou obrigado a segui-lo, sendo que ao me submeter ao doceiro, procurarei sempre uma desculpa para justificar a minha falha moral, relativizando-a no final. Estaria escolhendo o lobo para cuidar das minhas ovelhas, só porque ele, o lobo, diz que as ovelhas são boas e eu concordo. Mas se o lobo comer as ovelhas, a culpa será das ovelhas, e justificarei dizendo que não alimentei o lobo adequadamente, por isso o fatídico aconteceu.
Outro aspecto que não nos deixa evoluir em busca de um entendimento maior sobre o que é um ser justo, é que dificilmente aceitamos pontos de vistas divergentes. Tudo tem que estar alinhado com o meu julgamento e a minha forma de pensar, senão não servirá. Será mentira, intriga e erro. Não há equilíbrio nesta balança.
Esta forma de pensar e agir, faz com que não observemos o óbvio ululante. Está ali, mas a cegueira da nossa distorcida moral, ora relativizada, para caber no nosso ego, que faz-nos crer que somos bons, não permite que enxerguemos o que claro está.
Se alguém lhe falar a verdade, dispa-se de seus credos e ouça!
Não há justos! A régua pela qual medimos a nossa própria moral está contaminada. Uma pessoa honesta, íntegra, polida ao meio em que vivemos não presta mais do que a sua obrigação social, não merecendo por isso qualquer tributo ou louvor. Não há méritos na obrigação, apenas dever. Quando exaltamos o mínimo, constatamos a decadência social a deterioração do ser. Nivelar pela média é ser medíocre, não buscar a autoevolução rompendo com a inércia implantada é agir de forma deletéria contra nosso próprio ser. Não sejamos estultos ao valorizar o que não possui valor.
Não há justos porque falhamos miseravelmente na evolução dos nossos próprios conceitos que afirmamos nos moldar. As virtudes teologais: Fé, esperança e caridade, são um exemplo de evolução quase inalcançável ao ser humano. Fala-se em fé, mas pratica-se uma fé com base em troca, me faça ou faça a alguém. Tenho fé, mas vivo fora dela. Tenho esperança, mas não creio. Sou caridoso, mas daquilo que não me faz falta. Hipocrisia! Simples assim. Por acaso existe a possibilidade de um ser recheado de hipocrisia ser justo?
Essa hipocrisia cega, escorada no relativismo moral, sobrepõem o patamar evolutivo que deveríamos buscar, pois, muitas vezes preferimos o torpor da imoralidade e da mentira, ao ardor de uma vida de princípios.


Reflitamos!
Paz e bem.
Massako 🐢

Adotar medidas de controle de riscos sem uma
investigação abrangente, imparcial e criteriosa
é como prescrever um tratamento sem diagnosticar a doença. ⁠

Pesquisa de ibop deveria ser proibida, pois apesar de se dizer imparcial, redireciona votos de eleitores que se apoiam nelas.

Quem define o que é certo ou errado é Você. Fazer o que se quer é uma decisão imparcial. Se esse fazer não for oprimir ninguém, a ninguém fará mal.

O justo costuma ser inteligente, questionador, imparcial e observador. Nunca defende um lado, por preferência emocional. Entretanto, busca estudar ambos os lados, para obter a conclusão mais real.
O ímpio é medíocre, tendencioso, "dono da verdade" e manipulador. Sempre parcial, defende o lado preferido, de modo "incontestável", controlador. E ainda que todas as evidências provem hipocrisia em sua escolha, ele nunca sai da "bolha".
O justo é visionário, por excelência. O ímpio é cego, por conveniência.


Clara Fontes

Agradar gregos e troianos ao mesmo tempo é coisa de quem esquece que nada é imparcial. Ou um ganha, ou dois perdem, se fosse pros dois vencerem não se chamaria de Guerra de Troia, e sim Abraço de Troia.

Sou meio que mulher-macho.Sou muito imparcial.Sou 8 ou 80.Acho que o mundo não é bem essa hipocrisia toda, sabe? Acho que a grande rivalidade entre espécies similares que se xingam, se julgam descaradamente, tem atrapalhado todo o século.A vida não é essa.Cadê a irmandade? Cadê a amizade? Todo mundo agora só fala de falsidade, de cosas ruins.E a vida Pessoal? E a felicidade não consta? Ou você todo dia tá triste? Levanta essa cabeça Humano.A vida não dura tanto pra gente fingir que é um jogo, em que o mais rico vence.O mundo precisa de humanos com coração.Você, ele, ela, são todos bichos com personalidades diferentes.Porque se humano também é uma espécie, então, também é animal.E na minha cabeça, os cachorros, gatos, macacos, são muito mais racionais do que a nossa espécie.É muita hipocrisia pra só 7 mares.Então vamos mudar essa coisa nojenta que a gente mesmo construiu? A atitude parte de cada um.

Inserida por larinhahipolito

Temperamental não! Gosto da palavra Imparcial, não estou do lado de ninguém, estou sim, do lado daqueles que buscam através das pequenas ações construir um mundo melhor.

Inserida por MarcioMattos

Crítica - Como trabalhar e conviver hoje com essa proposta de forma imparcial.
A globalização e todos seus artefatos acoplados acarretam uma gama incontrolável de informações. Essa nova realidade em tempo real apresenta uma nova fase de exposição de idéias. Para tal velocidade as reações iminentes são um fato. Uma vasta oferta de todo tipo de produto digital disponibilizado de forma pública. Plágio torna-se um hábito. Uma forma de recriar?

Segundo Aristóteles "O ser humano é fundamentalmente Político, agrupa-se em comunidades e, dessa forma, além da discutível crítica artística ou cultural que é relativa e quase pessoal, de menor ênfase, mais próprio de esferas de vivência do cidadão do lançar uma moda e/ou costume”.

Não há um limiar ao que é expelido bem como ao retorno crítico devolvido. Em intensidade e proporções ilimitadas. Ação e reação geradas sem percepção dos sentidos. Efêmeras como as atividades virtuais.

Nossa sociedade, em muitos aspectos, caminha em passos reprimidos e isolados. Aonde uma minoria é engajada em solucionar, lutar, criar ou envolver-se por uma causa. A individualidade vivida apaga a união transformadora do todo.

Essa realidade social/virtual é belíssima e pode ser imensamente útil e aplicada em prol de todos. Porém, está vinculada como um descarte da opressão vivida. Na exposição de idéias e desejos ou críticas e revelias. Cria uma necessidade de ruptura emergente. Onde desloca o cuidado e similaridade ao próximo.

Criticar vem perdendo o sentido de acrescentar opinião evolutiva sobre algo conhecido e sugere uma forma de expulsar as opressões incrustadas no hábito ou fatos. Interna ou externa. Com sentido ou não. Independente de imparcialidade ou conhecimento de causa apenas pelo prazer de liberar. E para essa explosão cabe a tão usada “virtualidade”. O meio mais rápido e seguro. Aonde não cria laços reais. Onde o poder de concretizar esse contato pessoal invariavelmente depende do usuário.

Entre tantas violências expostas a virtualidade, aparentemente, apresenta certo conforto e distanciamento. Fictícia e bem melhor tolerada. "Segurança e Liberdade". Valores básicos para estruturar os passos. Construir valores e aprendizado de vida resultando no “Pensamento Crítico”.

A crítica construtiva é maravilhosa caso seja aplicada com intuito de melhoria. No âmbito familiar, empresarial e pessoal. Ofertada verdadeiramente para construção de algo melhor. Um impulso ao próximo... Mesmo distante.

Um texto escrito há tantos anos apresenta um formato claro de interpretar a essência da “Crítica” hoje trabalhada como Construtiva ou Positiva.

O IDEAL DO CRÍTICO

“Exercer a crítica afigura-se a alguns que é uma fácil tarefa, como a outros parece igualmente fácil a tarefa do legislador; mas, para a representação literária, como para a representação política, é preciso ter alguma coisa mais que um simples desejo de falar à multidão. Infelizmente é a opinião contrária que domina, e a crítica, desamparada pelos esclarecidos, é exercida pelos incompetentes. São óbvias as conseqüências de tal situação. Estabelecei a crítica, mas a crítica fecunda, e não a estéril, que nos aborrece e nos mata, que não reflete nem discute, que abate por capricho ou levanta por vaidade; estabelecei a crítica pensadora, sincera, perseverante, elevada, — será esse o meio de reerguer os ânimos, promover os estímulos, guiar os estreantes, corrigir os talentos feitos; condenai o ódio, a camaradagem e a indiferença, — essas três chagas da crítica de hoje, — ponde em lugar deles, a sinceridade, a solicitude e a justiça, — é só assim que teremos uma grande literatura. O julgamento de uma obra, cumpre-lhe meditar profundamente sobre ela, procurar-lhe o sentido íntimo, aplicar-lhe as leis poéticas, ver enfim até que ponto a imaginação e a verdade conferenciaram para aquela produção. Deste modo as conclusões do crítico servem tanto à obra concluída, como à obra em embrião”. (Machado de Assis, Publicado originalmente no Diário do Rio de Janeiro, 8/10/1865).


Qual sua opinião a respeito do texto apresentado? A empatia é aplicada nessa nova realidade havendo cuidado de compreensão ao outro lado?

Inserida por PatriciaUlmann

Após examinar de forma minuciosa e imparcial grande parte dos argumentos que sustentam o humanismo racionalista,
cheguei à conclusão de que é preciso ter muito mais fé e criatividade imaginativa para ser ateu do que para ser cristão!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Ser justo é ser mediador imparcial com os outros e consigo mesmo, reconhecer seus próprios erros e dar razão a quem realmente tem, não se acovardar diante de nada, mesmo que isto possa até lhe trazer prejuízos.

Inserida por izzorocha

Cortando tudo que é imparcial e que não me acrescenta.
Afinal o tempo que se perde com o imparcial lhe atrasa para o que realmente lhe desenvolve.

Inserida por gustavoreis

Procure não sofrer antes do tempo. Resolva os problemas com paciência, tranquilidade e com imparcialidade, procurando não contrariar a si e aos outros.

Inserida por grigasbar

(...) A introspecção em mim é uma escolha imparcial, seguir "protocolos sociais" é uma decisão que cabe a cada um, independentemente do caráter, personalidade ou temperamento, saber abandonar o apego, faz-se necessário para sobreviver a sociedade contemporânea tão injusta e ingrata, não que não amo as pessoas, mas porque às vezes a reclusão é o melhor remédio...

Inserida por dedydualecrim