Imagine

Cerca de 1314 frases e pensamentos: Imagine

Começar com Jesus sem desatar os nós do passado? Cuidado, amigo... isso machuca.


Imagine zarpar em uma nova jornada ao lado de Jesus, cheio de esperança, mas carregando correntes invisíveis do ontem.


Aqueles rancores não resolvidos, mágoas pendentes, promessas quebradas... Eles não somem sozinhos. Eles se enroscam nos relacionamentos atuais e sabotam os futuros.


A Bíblia nos alerta: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará" (Gálatas 6:7). Se semeamos discórdia no passado, colhemos frutos amargos no presente.


Jesus mesmo nos ensina a curar primeiro: "Portanto, se estás para oferecer o teu dom diante do altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar o teu dom, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, vem oferecer o teu dom" (Mateus 5:23-24).


*Comece direito: confesse, perdoe, solte. Desate os nós com a graça de Cristo, que liberta de todo jugo (João 8:36).*

Na vida você vai perde coisas que nem tem, imagine as que tem... Assim vale para pessoas.⁠

Imagine


Imagine um mundo
onde o amor não tenha fronteiras
e a paz seja o idioma da humanidade.


Um mundo onde ninguém precise lutar
para provar que pertence à Terra,
porque todos lembram
que já são parte dela.


Talvez pareça apenas um sonho…
mas toda nova realidade
um dia começou
no coração de alguém que ousou imaginar.


Por Simone Cruvinel

"O filtro medroso de um ser é o que o limita e delimita seu constante".

Imagine que Maria é uma pessoa mal casada com um homem bem peludo.
Bem mal casada. Bem peludo.

Maria odiará pelos em todas as circunstâncias.

Ela tentará falar de pelos em todas as conversas.

É assim que ela cospe, diariamente, o que a incomoda. Ela tenta tirar isso de si mesma a todo instante.

Ela fala pra tirar de si, ela fala para entender, ela fala para se sentir menos sozinha.

Maria se abastece de ódio toda noite com o maridão peludo, e Maria se esvazia durante o dia.

E ainda mais, como odiadora de pelos, ela será reconhecida por todas as pessoas ao redor dela.

Suas amigas Lulu, Elisa e Mônica também tem seus nojinhos por pelos.

Maria é a líder do ódio. A identidade de Maria se constrói e se consolida nisso.

"Maria, a odiadora de pelos !!!"

O maridão peludo pode até morrer, mas Maria não, Maria não abrirá mão.

Enfim, até mesmo se enfiarmos a 9ª Sinfonia de Beethoven numa conversa, Maria irá se segurar em seu medo e gritará que os pelos do peito de Ludwig são asquerosos.

Ludwig, o asqueroso !!!

Imagine o quanto o mundo seria transformado se todos decidissem honrar o chamado de Deus com o seu melhor.

Quando alguém reclama demais, até um presente perde o valor. Imagine Deus diante da ingratidão: não é que Ele não dê, mas é difícil agradar quem nunca reconhece o que recebe.

Imagine a emoção de quem é tocado pela graça divina mesmo sem merecê-la!

"Boas festas a todos. E aqui vai meu deleite da semana: imagine ser forçado a passar pela casa da Luxúria, pelo cassino da Ganância, pelo bar da Gula e pela casa da Vida e da Morte várias vezes. Quem não seria reprovado se a loucura transformasse a própria mente em uma prisão? Fica o conselho. 🎧🕕"

Se a mentira ousou encarar Jesus, imagine você desprovido de inteligência.

Imagine, sinta... Um momento de tensão que virou aconchego e colo - o porto seguro da paz!

Imagine se não houvesse padrões de beleza?

⁠Se o amor não é mais servido, levante-se e vá embora. Se na sua frente não há respeito, imagine na ausência.

" Se você foi o espermatozoide mais ativo, bonito e forte do grupo, imagine os outros...

Claro que a censura é necessária em alguns casos. Imagine sem censura as pessoas andarem nas ruas sem roupas? Que coisa horrível.

Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", de fato, não verá a mudança. Imagine se todos no planeta pensassem assim: "isso nunca vai mudar". Nesse caso, nada mudaria.


A verdade é que a mudança começa em cada um de nós. Ela não acontece esperando, mas sim quando decidimos transformá-la em nossa própria ação. A única pessoa que eu realmente posso mudar sou eu mesmo. O mundo ao meu redor pode não mudar da forma que eu espero, nem agora, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que eu escolher.


Quando cada um de nós faz a mudança dentro de si, o mundo ao nosso redor começa a se transformar, porque a mudança verdadeira começa no indivíduo. E, ao mudar a nós mesmos, influenciamos o coletivo, criando um efeito de transformação que impacta tudo ao nosso redor.

⁠"Imagine que você é a chuva: os vendedores ambulantes podem não gostar de você, mas para o agricultor, você é motivo de alegria, pois rega o campo e deixa a vegetação mais verde. Isso nos lembra que nem todos vão gostar de você, independentemente do bem que você faz."

Sobre o que diríamos se o silêncio finalmente falasse


Imagine o instante em que o ar se despede de você. Não o ar que entra e sai distraído, mas aquele último fôlego, o que carrega o peso de todos os outros. Quando o corpo entende que já contou sua história e a linha tênue entre o que fomos e o que seremos começa a se romper, o que escapa dos lábios? Não vale o discurso ensaiado, a teologia decorada, a pose de cético blindado pela vida inteira. No último suspiro, a alma fica nua. E ela reza. Mesmo quem nunca rezou, reza, ainda que seja com o gemido mudo de um coração parando. A pergunta não é se, mas o quê.


Qual seria a sua última oração?


Você pediria salvação a um Deus que passou a existência rejeitando? Daria as costas para a coerência de uma vida construída sobre a ausência d'Ele, só para sussurrar, no breu do fim, um "me acolhe" que contradiz cada debate vencido, cada altar derrubado, cada "não preciso" repetido como mantra? Há um tipo raro de coragem que só o desespero concede, ou seria apenas medo cru, disfarçado de fé tardia? Seria justo com você mesmo, com suas certezas cultivadas em terrenos de orgulho, implorar por um colo divino que a vida inteira jurou não existir? Mas quem, na iminência do apagar das luzes, consegue se importar com a justiça poética do próprio orgulho?


E se a prece não fosse por você? Se, na fronteira derradeira, o ego, esse animal ferido que urrava por atenção, finalmente se calasse, e o amor falasse mais alto que o instinto de preservação? Você pediria que Deus cuidasse de quem fica? Abriria mão de qualquer súplica por si mesmo para que o luto da sua partida não os destruísse? "Protege meus filhos. Aquece o colo da minha mãe. Coloca alguém bom no caminho do meu amor. Não deixa que a minha ausência seja um buraco negro na vida deles." Que poder estranho é esse, que transforma o último fio de voz em escudo alheio? A morte, dizem, é o ato mais solitário. Mas a última oração talvez seja o gesto mais coletivo que um ser humano pode ensaiar, o eco de quem finalmente entendeu que o amor é a única posse que não se perde quando se perde tudo.


A pergunta dói porque ela nos despe. Não há como respondê-la da plateia, assistindo à peça do lado de fora. É preciso sentir o ar rareando, o palco vazio, a luz diminuindo. É quando descobrimos se amamos alguém a ponto de fazer da despedida uma entrega. Se a nossa vaidade teológica ou ateísta é maior que a saudade antecipada de um rosto. Se a ideia que fazíamos de Deus era apenas uma roupa que podíamos despir na hora da verdade, revelando uma súplica crua, sem nome, sem forma, mas pulsante como o próprio sangue que está indo embora.


No seu último suspiro, não haverá plateia. Não haverá testemunhas para aplaudir a coerência ou vaiar a contradição. Haverá apenas o silêncio que antecede o mergulho. E, dentro dele, uma pergunta que você mesmo fará, não com palavras, mas com o sumo da sua existência inteira se derramando em um único pedido.


Então, eu lhe devolvo a faca com a lâmina voltada para o peito da alma: qual seria a sua última oração? Não a resposta bonita para postar. Mas o murmúrio que brotaria da rachadura mais íntima do seu ser, quando até o tempo pedisse licença para sair. Pense. Porque a resposta não cabe no agora, mas define tudo o que você está adiando sentir.

“Imagine que é capaz e será capaz.”
“Imagine que é possível e será possível.”
“Imagine que será incrível e será incrível.”

Se até um sapato de numeração diferente da sua é capaz de te machucar, imagine esse relacionamento. Não adianta tentar caber em algo que não foi feito para ti. Cedo ou tarde, ou te machuca demais, ou te deixa na mão.

O Pão de Cada Dia e a Arte de Servir

Imagine uma cidade e 2 padarias…
A Padaria A, tradicional e rainha do pedaço por anos. O conforto do hábito, a ausência de risco, mantinham a maioria dos clientes fiéis, mesmo que o pão já não fosse mais tão surpreendente.
A padaria “A” acreditava que sua tradição era seu escudo.

Certo dia, surge a Padaria B. Nova, disposta a ser mais do que apenas um lugar para comprar pão.

Um a um, por curiosidade ou insatisfação sutil, os moradores começam a visitar a B. O boca a boca se espalha. Sem roubo de receita ou rasteira, apenas pela força inegável da livre concorrência em ação, a padaria B passa a ganhar a confiança dos clientes e, logo, sua preferência.

A verdade é que os clientes buscam algo que vai além de um CNPJ com tradição.
Eles buscam conexão. Querem ser ouvidos, atendidos com cordialidade e personalização. Querem se sentir únicos. E isso é:
* É ser chamado pelo nome.
* É ter o aniversário lembrado.
* É o cuidado em um contrato bem feito.
* É o brinde simples, mas cheio de significado.

Muitas vezes, não é o preço que define o vencedor, mas sim a forma como o negócio é conduzido: o ouvir, o carinho, a atenção, a sensibilidade. É sobre construir parcerias com pessoas, e não apenas focar em lucros. É vender bem, mas entregar além.

Quando um concorrente surge, ele não é apenas uma ameaça; é um espelho e uma oportunidade de aprendizado.
De analisar: Onde estão as qualidades deles? E, mais crucialmente: Onde estão as nossas falhas e nossos pontos fortes?

No mundo corporativo (e na vida pessoal), a capacidade de aprender com o concorrente, apesar da sua própria história e experiência, é o que garante a evolução ou decreta o seu fim.

Essa escola , é mais olhar ou vigiar a vida do outro, mas de olhar para a sua própria através da lente da concorrência, e decidir entregar mais do que “mais do mesmo.”

E você, Como você está negociando o seu “pão”?