Imagine

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“Já dei o sangue pra um objetivo e alcançei um sucesso que não era meu! Imagine do que sou capaz quando for minha vez de provar o meu verdadeiro valor!”

Se o seu coração está se inclinando à emoções passageiras, imagine então se ele for inclinado por Deus para fazer uma mudança vitalícia e eterna.

Imaginou algo, imagine o amor.

⁠Imagine que estou cativa nos seus braços ... E que queres fazer de mim o seu objeto de prazer...Moldando o meu caráter e comportamento conforme a sua vontade e desejos... 💕

"Imagine um sistema onde a produção de riqueza remove poluentes, em vez de criá-los."

A era do tráfego orgânico e da dependência de algoritmos acabou. Imagine uma nova rede social onde o tráfego é puramente autônomo e inteligente

"Imagine-se perdido em uma floresta durante a noite, cercado por imensas árvores que obstruem a visão das estrelas e da lua. Sem saber para onde ir ou o que fazer, o temor de ser devorado por uma fera ou picado por uma serpente o apavora.
Nesse instante, ocorre um fenômeno sobrenatural: um anjo aparece e lhe entrega uma vela, afirmando que aquela pequena e frágil luz será o seu guia rumo a um lugar seguro. Contudo, o mensageiro lhe impõe uma grande responsabilidade: proteger a chama com o máximo cuidado, pois, se ela se apagar, você perderá o caminho de vista.


O que você faria? Isso não é sobre vela.


Frequentemente, Deus utiliza coisas que, à primeira vista, parecem frágeis e inofensivas, mas são essenciais para nos afastar da escuridão. Esses elementos representam verdadeiras fontes de luz em nossas vidas, mas a responsabilidade de cuidar dessa luz recai sobre nós. Muitos as enxergam como insignificantes, inadequadas ou impróprias, sem se permitirem enxergar o real valor por trás."


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Imagine existir sem perceber a realidade. Pior ainda: imagine viver aceitando, passivamente, que tudo é exatamente como sempre lhe ensinaram.

Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", de fato, não verá a mudança. Imagine se todos no planeta pensassem assim: "isso nunca vai mudar". Nesse caso, nada mudaria.


A verdade é que a mudança começa em cada um de nós. Ela não acontece esperando, mas sim quando decidimos transformá-la em nossa própria ação. A única pessoa que eu realmente posso mudar sou eu mesmo. O mundo ao meu redor pode não mudar da forma que eu espero, nem agora, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que eu escolher.


Quando cada um de nós faz a mudança dentro de si, o mundo ao nosso redor começa a se transformar, porque a mudança verdadeira começa no indivíduo. E, ao mudar a nós mesmos, influenciamos o coletivo, criando um efeito de transformação que impacta tudo ao nosso redor.

O vitral.


Imagine uma enorme janela de vitral iluminada pelo sol.


Cada pessoa está em um ponto diferente da sala.


Uma vê apenas o azul.


Outra vê apenas o vermelho.


Outra vê apenas o dourado.


E passam a vida discutindo sobre qual cor representa a janela.


Mas a janela não é azul.


Não é vermelha.


Não é dourada.


Ela é a união de todas elas.


Deus seria a luz que atravessa o vitral.


As pessoas enxergam apenas fragmentos da luz e transformam o fragmento em verdade absoluta.


Quando, na realidade, aquilo que enxergam é apenas uma pequena parte de algo infinitamente maior.

Por mais que você pense ou imagine que sua vida virou infinitesimal - quase zero; coloque o número um na frente, que isso vai virar dez, que lhe dará uma nota forte e positiva proporcionando-lhe um novo vigor. F. Meirinho

Claro que a censura é necessária em alguns casos. Imagine sem censura as pessoas andarem nas ruas sem roupas? Que coisa horrível.

O paraíso deve ser um lugar insuportável. Imagine passar a eternidade cercado por pessoas que passaram a vida inteira sendo chatas o suficiente para merecerem entrar lá.

Qual é a sua caixa?

Imagine que você está dentro de uma caixa.

Talvez, quando criança, você já tenha entrado em uma caixa de papelão para brincar de se esconder. Naquela época, era apenas uma brincadeira. Você entrava, se escondia e esperava que alguém viesse te encontrar. O mundo parecia simples o suficiente para que você acreditasse que, em algum momento, alguém abriria aquela caixa e te tiraria de lá.

Agora, imagine que você cresceu, mas ninguém voltou para te encontrar.

O tempo passou. Você deixou de ser criança, amadureceu, aprendeu algumas coisas sobre a vida e se tornou alguém diferente de quem era quando entrou naquela caixa. Você cresceu por dentro, seus pensamentos se expandiram, seus sonhos mudaram e suas necessidades já não são as mesmas. Mas, apesar de todas essas transformações, você continua ali, no mesmo lugar em que se escondeu quando ainda não sabia muito sobre o mundo.

E é aí que o problema começa.

Quanto mais você cresce, menor a caixa parece. O espaço que antes era suficiente começa a apertar. Aquilo que um dia parecia confortável passa a sufocar. As paredes, que antes não representavam ameaça alguma, agora parecem se aproximar cada vez mais, limitando seus movimentos, dificultando sua respiração e tornando cada dia um pouco mais difícil de suportar.

Mas por que você simplesmente não sai?

Talvez porque, quando entrou, só tenha aprendido a se esconder. Talvez porque nunca tenham te ensinado que você poderia sair por conta própria. Você entrou esperando que alguém viesse te encontrar, que alguém percebesse sua ausência, abrisse a caixa e te conduzisse para fora. E, enquanto esse alguém não chega, você continua esperando.

Os dias passam. Depois, os meses. Talvez os anos.

E você permanece ali, esperando ser encontrado, sem perceber que a vida continua acontecendo do lado de fora. Enquanto isso, a caixa se torna cada vez mais apertada, não necessariamente porque suas paredes mudaram, mas porque você já não é a mesma pessoa que era quando entrou.

Talvez o mais doloroso não seja estar dentro da caixa, mas perceber quanto tempo você passou esperando por alguém que nunca veio. E, pior ainda, perceber que talvez você nem saiba por onde começar a sair, porque passou tanto tempo esperando ser salvo que nunca aprendeu a procurar uma saída.

Agora, pare por um instante e pense: qual é a sua caixa?

Talvez seja um relacionamento no qual você já não se reconhece. Um ambiente familiar que limita quem você é. Uma versão antiga de si mesmo à qual continua tentando corresponder. Um medo que te impede de experimentar o novo. Uma situação que já não te faz bem, mas da qual você não consegue se desvencilhar. Ou, quem sabe, uma vida que um dia fez sentido, mas que já não comporta a pessoa que você se tornou.

Quantas vezes permanecemos em lugares que já não nos cabem simplesmente porque foram os primeiros lugares que conhecemos? Quantas vezes confundimos familiaridade com segurança e acabamos permanecendo em situações que nos machucam apenas porque não sabemos o que existe do outro lado?

E há uma pergunta ainda mais difícil: há quanto tempo você está dentro da sua caixa, esperando que alguém perceba o seu sufocamento e venha te salvar?

É importante reconhecer que sair nem sempre é simples. Não basta ouvir que precisamos mudar para que, de repente, encontremos forças, coragem ou condições para fazer isso. Existem medos, dependências, limitações e feridas que tornam o caminho para fora muito mais complicado do que parece para quem observa de longe.

Às vezes, a caixa é tudo o que conhecemos. Mesmo quando nos machuca, o desconhecido pode parecer assustador demais. E, diante da incerteza, permanecer onde estamos pode parecer menos doloroso do que arriscar uma mudança cuja consequência não conseguimos prever.

Por isso, não se trata de culpar quem ainda está dentro da caixa. Tampouco de fingir que todas as pessoas possuem as mesmas condições para sair dela. Existem situações em que precisamos de apoio, acolhimento, recursos e ajuda para encontrar uma passagem que, sozinhos, talvez não conseguíssemos enxergar.

Mas existe uma diferença entre reconhecer que precisamos de ajuda e acreditar que somente outra pessoa pode nos tirar de onde estamos.

Talvez essa seja uma das lições mais difíceis da vida: compreender que nem sempre alguém virá nos encontrar. Nem sempre alguém perceberá o que estamos vivendo, compreenderá a dimensão da nossa dor ou saberá exatamente do que precisamos. Às vezes, as pessoas simplesmente não percebem. Outras vezes, não sabem como ajudar. E, em determinadas situações, por mais que desejem nos ajudar, elas não podem fazer por nós aquilo que precisamos construir dentro de nós mesmos.

Isso não significa que devemos enfrentar tudo sozinhos, nem que pedir ajuda seja sinal de fraqueza. Significa apenas que não podemos depender exclusivamente de sermos encontrados para começar a procurar uma saída.

Talvez você não consiga sair da caixa hoje. Talvez ainda não saiba como abrir suas paredes, romper seus limites ou dar o primeiro passo em direção ao desconhecido. Mas reconhecer que está ali já pode ser o começo de alguma coisa. Porque é difícil procurar uma saída quando sequer percebemos que estamos presos.

E, depois de perceber, talvez seja necessário aprender o que ninguém nos ensinou: que podemos tentar, que podemos pedir ajuda, que podemos errar no caminho e que não precisamos ter todas as respostas antes de começar a mudar.

Afinal, não é sobre caixas.

É sobre os lugares, os momentos, os padrões e as situações em que permanecemos mesmo depois de deixarem de nos caber. É sobre as versões de nós mesmos que continuamos tentando sustentar, os medos que nos mantêm paralisados e as esperanças que depositamos em pessoas que talvez nunca venham.

É sobre entender que crescer também significa reconhecer quando precisamos deixar para trás aquilo que já não acompanha quem nos tornamos. E que, às vezes, a saída não aparece porque continuamos olhando para a mesma parede, esperando que alguém a derrube por nós.

Talvez seja necessário olhar para cima. Procurar uma fresta. Experimentar uma abertura. Pedir uma mão. Ou simplesmente admitir, pela primeira vez, que não queremos mais permanecer ali.

Porque, quando você cresce, nem sempre é o mundo que se torna pequeno. Às vezes, é o lugar onde você insiste em permanecer que já não comporta a pessoa que você se tornou.

E talvez a pergunta mais importante não seja por que ninguém veio te tirar da caixa, mas o que você pode fazer agora que finalmente percebeu que está dentro dela.

Se você já reconheceu a sua caixa, mas ainda não sabe como sair, o que te resta fazer?

Talvez a resposta não esteja em esperar que alguém venha te salvar, nem em exigir de si mesmo uma força que ainda não possui. Talvez esteja em começar a aprender aquilo que nunca te ensinaram: como encontrar uma saída, mesmo sem saber exatamente o que existe do outro lado.

**E se a saída não for esperar que alguém nos salve, mas aprender aquilo que nunca nos ensinaram: como sair?**

"O filtro medroso de um ser é o que o limita e delimita seu constante".

Imagine que Maria é uma pessoa mal casada com um homem bem peludo.
Bem mal casada. Bem peludo.

Maria odiará pelos em todas as circunstâncias.

Ela tentará falar de pelos em todas as conversas.

É assim que ela cospe, diariamente, o que a incomoda. Ela tenta tirar isso de si mesma a todo instante.

Ela fala pra tirar de si, ela fala para entender, ela fala para se sentir menos sozinha.

Maria se abastece de ódio toda noite com o maridão peludo, e Maria se esvazia durante o dia.

E ainda mais, como odiadora de pelos, ela será reconhecida por todas as pessoas ao redor dela.

Suas amigas Lulu, Elisa e Mônica também tem seus nojinhos por pelos.

Maria é a líder do ódio. A identidade de Maria se constrói e se consolida nisso.

"Maria, a odiadora de pelos !!!"

O maridão peludo pode até morrer, mas Maria não, Maria não abrirá mão.

Enfim, até mesmo se enfiarmos a 9ª Sinfonia de Beethoven numa conversa, Maria irá se segurar em seu medo e gritará que os pelos do peito de Ludwig são asquerosos.

Ludwig, o asqueroso !!!

Se a vida está difícil pra você,
imagine para quem já concuiu sua passagem pela Terra e só têm dinheiro, fama, sucesso e bens materiais para apresentar para DEUS!

“Imagine um peixe tentando voar porque os pássaros dizem que nadar é chato. O peixe será infeliz e não voará bem. Quando ele aceitar que nasceu para nadar, ele encontrará a paz."


—By Coelhinha

Ultimamente não tô querendo nem conversar com as vozes na minha cabeça, imagine se vou querer com pessoas reais

Entenda-me, se a natureza foi capaz de separar cada traço da pétala da rosa imagine no seu EU interior

Imagine você ter escrito no caderno da sua trajetória atos na forma de ações e atitudes conclusivas, e agora no presente sem poder alterar rabiscar ou riscar, nem mesmo apagar!
Então pense bem antes praticar algo.
Isto é o que chamam de eterno.