Imagine

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" Se você foi o espermatozoide mais ativo, bonito e forte do grupo, imagine os outros...

Claro que a censura é necessária em alguns casos. Imagine sem censura as pessoas andarem nas ruas sem roupas? Que coisa horrível.

“Imagine um peixe tentando voar porque os pássaros dizem que nadar é chato. O peixe será infeliz e não voará bem. Quando ele aceitar que nasceu para nadar, ele encontrará a paz."


—By Coelhinha

Imaginou algo, imagine o amor.

Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", de fato, não verá a mudança. Imagine se todos no planeta pensassem assim: "isso nunca vai mudar". Nesse caso, nada mudaria.


A verdade é que a mudança começa em cada um de nós. Ela não acontece esperando, mas sim quando decidimos transformá-la em nossa própria ação. A única pessoa que eu realmente posso mudar sou eu mesmo. O mundo ao meu redor pode não mudar da forma que eu espero, nem agora, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que eu escolher.


Quando cada um de nós faz a mudança dentro de si, o mundo ao nosso redor começa a se transformar, porque a mudança verdadeira começa no indivíduo. E, ao mudar a nós mesmos, influenciamos o coletivo, criando um efeito de transformação que impacta tudo ao nosso redor.

Imagine existir sem perceber a realidade. Pior ainda: imagine viver aceitando, passivamente, que tudo é exatamente como sempre lhe ensinaram.

⁠"Imagine que você é a chuva: os vendedores ambulantes podem não gostar de você, mas para o agricultor, você é motivo de alegria, pois rega o campo e deixa a vegetação mais verde. Isso nos lembra que nem todos vão gostar de você, independentemente do bem que você faz."

Sobre o que diríamos se o silêncio finalmente falasse


Imagine o instante em que o ar se despede de você. Não o ar que entra e sai distraído, mas aquele último fôlego, o que carrega o peso de todos os outros. Quando o corpo entende que já contou sua história e a linha tênue entre o que fomos e o que seremos começa a se romper, o que escapa dos lábios? Não vale o discurso ensaiado, a teologia decorada, a pose de cético blindado pela vida inteira. No último suspiro, a alma fica nua. E ela reza. Mesmo quem nunca rezou, reza, ainda que seja com o gemido mudo de um coração parando. A pergunta não é se, mas o quê.


Qual seria a sua última oração?


Você pediria salvação a um Deus que passou a existência rejeitando? Daria as costas para a coerência de uma vida construída sobre a ausência d'Ele, só para sussurrar, no breu do fim, um "me acolhe" que contradiz cada debate vencido, cada altar derrubado, cada "não preciso" repetido como mantra? Há um tipo raro de coragem que só o desespero concede, ou seria apenas medo cru, disfarçado de fé tardia? Seria justo com você mesmo, com suas certezas cultivadas em terrenos de orgulho, implorar por um colo divino que a vida inteira jurou não existir? Mas quem, na iminência do apagar das luzes, consegue se importar com a justiça poética do próprio orgulho?


E se a prece não fosse por você? Se, na fronteira derradeira, o ego, esse animal ferido que urrava por atenção, finalmente se calasse, e o amor falasse mais alto que o instinto de preservação? Você pediria que Deus cuidasse de quem fica? Abriria mão de qualquer súplica por si mesmo para que o luto da sua partida não os destruísse? "Protege meus filhos. Aquece o colo da minha mãe. Coloca alguém bom no caminho do meu amor. Não deixa que a minha ausência seja um buraco negro na vida deles." Que poder estranho é esse, que transforma o último fio de voz em escudo alheio? A morte, dizem, é o ato mais solitário. Mas a última oração talvez seja o gesto mais coletivo que um ser humano pode ensaiar, o eco de quem finalmente entendeu que o amor é a única posse que não se perde quando se perde tudo.


A pergunta dói porque ela nos despe. Não há como respondê-la da plateia, assistindo à peça do lado de fora. É preciso sentir o ar rareando, o palco vazio, a luz diminuindo. É quando descobrimos se amamos alguém a ponto de fazer da despedida uma entrega. Se a nossa vaidade teológica ou ateísta é maior que a saudade antecipada de um rosto. Se a ideia que fazíamos de Deus era apenas uma roupa que podíamos despir na hora da verdade, revelando uma súplica crua, sem nome, sem forma, mas pulsante como o próprio sangue que está indo embora.


No seu último suspiro, não haverá plateia. Não haverá testemunhas para aplaudir a coerência ou vaiar a contradição. Haverá apenas o silêncio que antecede o mergulho. E, dentro dele, uma pergunta que você mesmo fará, não com palavras, mas com o sumo da sua existência inteira se derramando em um único pedido.


Então, eu lhe devolvo a faca com a lâmina voltada para o peito da alma: qual seria a sua última oração? Não a resposta bonita para postar. Mas o murmúrio que brotaria da rachadura mais íntima do seu ser, quando até o tempo pedisse licença para sair. Pense. Porque a resposta não cabe no agora, mas define tudo o que você está adiando sentir.

Se até um sapato de numeração diferente da sua é capaz de te machucar, imagine esse relacionamento. Não adianta tentar caber em algo que não foi feito para ti. Cedo ou tarde, ou te machuca demais, ou te deixa na mão.

O Pão de Cada Dia e a Arte de Servir

Imagine uma cidade e 2 padarias…
A Padaria A, tradicional e rainha do pedaço por anos. O conforto do hábito, a ausência de risco, mantinham a maioria dos clientes fiéis, mesmo que o pão já não fosse mais tão surpreendente.
A padaria “A” acreditava que sua tradição era seu escudo.

Certo dia, surge a Padaria B. Nova, disposta a ser mais do que apenas um lugar para comprar pão.

Um a um, por curiosidade ou insatisfação sutil, os moradores começam a visitar a B. O boca a boca se espalha. Sem roubo de receita ou rasteira, apenas pela força inegável da livre concorrência em ação, a padaria B passa a ganhar a confiança dos clientes e, logo, sua preferência.

A verdade é que os clientes buscam algo que vai além de um CNPJ com tradição.
Eles buscam conexão. Querem ser ouvidos, atendidos com cordialidade e personalização. Querem se sentir únicos. E isso é:
* É ser chamado pelo nome.
* É ter o aniversário lembrado.
* É o cuidado em um contrato bem feito.
* É o brinde simples, mas cheio de significado.

Muitas vezes, não é o preço que define o vencedor, mas sim a forma como o negócio é conduzido: o ouvir, o carinho, a atenção, a sensibilidade. É sobre construir parcerias com pessoas, e não apenas focar em lucros. É vender bem, mas entregar além.

Quando um concorrente surge, ele não é apenas uma ameaça; é um espelho e uma oportunidade de aprendizado.
De analisar: Onde estão as qualidades deles? E, mais crucialmente: Onde estão as nossas falhas e nossos pontos fortes?

No mundo corporativo (e na vida pessoal), a capacidade de aprender com o concorrente, apesar da sua própria história e experiência, é o que garante a evolução ou decreta o seu fim.

Essa escola , é mais olhar ou vigiar a vida do outro, mas de olhar para a sua própria através da lente da concorrência, e decidir entregar mais do que “mais do mesmo.”

E você, Como você está negociando o seu “pão”?

"Imagine um sistema onde a produção de riqueza remove poluentes, em vez de criá-los."

Tem coisas que nunca vi e não quero esquecer. Imagine, então, as coisas que já vi.

"Imagine-se perdido em uma floresta durante a noite, cercado por imensas árvores que obstruem a visão das estrelas e da lua. Sem saber para onde ir ou o que fazer, o temor de ser devorado por uma fera ou picado por uma serpente o apavora.
Nesse instante, ocorre um fenômeno sobrenatural: um anjo aparece e lhe entrega uma vela, afirmando que aquela pequena e frágil luz será o seu guia rumo a um lugar seguro. Contudo, o mensageiro lhe impõe uma grande responsabilidade: proteger a chama com o máximo cuidado, pois, se ela se apagar, você perderá o caminho de vista.


O que você faria? Isso não é sobre vela.


Frequentemente, Deus utiliza coisas que, à primeira vista, parecem frágeis e inofensivas, mas são essenciais para nos afastar da escuridão. Esses elementos representam verdadeiras fontes de luz em nossas vidas, mas a responsabilidade de cuidar dessa luz recai sobre nós. Muitos as enxergam como insignificantes, inadequadas ou impróprias, sem se permitirem enxergar o real valor por trás."


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Imagine se todos os magistrados fossem juízes, há um só para julgar um a um no Dia do Juízo Final.

“Imagine que é capaz e será capaz.”
“Imagine que é possível e será possível.”
“Imagine que será incrível e será incrível.”

O paraíso deve ser um lugar insuportável. Imagine passar a eternidade cercado por pessoas que passaram a vida inteira sendo chatas o suficiente para merecerem entrar lá.

Imagine alguém entrar dentro da sua casa, se apossar de tudo o quê você tem e depois declarar a sua incapacidade civil durante séculos, foi o quê aconteceu com a população indígena. Preciso desenhar?!

O vitral.


Imagine uma enorme janela de vitral iluminada pelo sol.


Cada pessoa está em um ponto diferente da sala.


Uma vê apenas o azul.


Outra vê apenas o vermelho.


Outra vê apenas o dourado.


E passam a vida discutindo sobre qual cor representa a janela.


Mas a janela não é azul.


Não é vermelha.


Não é dourada.


Ela é a união de todas elas.


Deus seria a luz que atravessa o vitral.


As pessoas enxergam apenas fragmentos da luz e transformam o fragmento em verdade absoluta.


Quando, na realidade, aquilo que enxergam é apenas uma pequena parte de algo infinitamente maior.

Se no meio de um deserto escaldante e impiedoso, Deus faz brotar um Oasis maravilhoso, imagine o que Ele pode fazer com as nossas vidas.

Inserida por Valdirdomiciano

Se verdade doí, imagine os estragos de uma mentira.

Inserida por Vinihalvesp