Igreja
Uma igreja de sucesso é aquela que os seus membros faz a mudança onde estão.
do livro Frases cristãs 9
O que Deus faz hoje é medido pela quantidade de orações feitas pela igreja.
do livro Frases cristãs Vol. 9
Se você não entendeu nada dos textos abaixo e não sabe como praticar, volta para igreja e volte a ser religioso(a) novamente, reze, ore, faça jejum tudo de novo.
Para sair da pobreza, é melhor abrir uma igreja e se tornar líder religioso... O líder religioso saí da miséria, mas os fiéis continuam na desgraça.
Deodato Júnior
Como SER
o pregador
que a igreja
precisa TER
Apresentação
A paz do Senhor Jesus Cristo, meu irmão. Firme nas promessas, varão? Oh glória! É desse jeito que eu creio! Amém!
Agora, vem comigo e se liga no mistério, vaso! O livro que você tem em mãos, é um manual sobre oratória, customizado sob medida para pregadores e demais ministros evangélicos.
Neste treinamento sobre homilética, você vai decodificar chaves milenares sobre como falar em público e edificar vidas com o poder da palavra.
Portanto, descubra aqui e agora, com exclusividade, tudo o que ninguém jamais te contou sobre o modus operandi e os bastidores do ministério da pregação do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Sem propósitos, sem ministérios e sem líderes capacitados a igreja é apenas um encontro social, onde ninguém deixa legado e não se importa com quem sair.
Nunca te Esqueci
A Igreja ao fundo ao lado as muralhas do exército imponente,
minha casa com a vista de frente daquela praça, eram férias de verão, naquele dia acordei cedo fui a janela o Sol estava leve e radiante dando brilho aquela bela praça do interior.
Aconteceu ali, o amanhecer mais doce da minha vida.
Eu menino do interior, ela linda menina loira com traços de princesa recém- chegada da capital para passar suas férias.
Duas crianças, a inocência, dois corações ofegantes após o primeiro olhar.
Palavras, brincadeiras, toque suave nas mãos, nos divertimos sim, trocamos alguns selinhos, esqueci aquele dia que eu era muito tímido.
Quase um mês de felicidades, então veio o último abraço e um triste e doloroso adeus.
Conhecê-la foi a realização de um sonho, eu com o nome e jeito de Príncipe ela com o jeito de uma princesa e com o cheiro e nome de uma rosa.
Queria ter vivido mais um pouco o doce e inesquecível sonho de infância inocente.
A CASA DO CAMINHO E O NASCIMENTO DA PRIMEIRA IGREJA EM JERUSALÉM.
Entre os anos 34 e 35 da era cristã, logo após a ascensão de Jesus Cristo aos planos superiores, delineia-se um dos momentos mais decisivos da história espiritual da humanidade. Não se trata apenas de um episódio histórico, mas de uma transição ontológica profunda, na qual o ensino direto do Mestre cede lugar à responsabilidade viva dos discípulos. Nesse intervalo singular, emerge a chamada Casa do Caminho, núcleo inaugural da primeira igreja em Jerusalém, constituindo-se como expressão concreta e operante da Boa Nova.
Os quarenta dias posteriores à crucificação possuem densidade espiritual ímpar. Nesse período, o Cristo ressurgido não apenas consola os corações aflitos, mas realiza uma obra de reorganização psíquica e moral em seus seguidores. Suas manifestações assumem caráter pedagógico, fortalecendo a fé, dissipando o temor e preparando os discípulos para a autonomia espiritual. Sem essa intervenção metódica, o movimento nascente sucumbiria à dispersão, diante das pressões religiosas e políticas do contexto. Há, portanto, um cuidado estratégico e providencial na forma como o Cristo conduz a transição de sua presença física para a atuação invisível.
Após a despedida no Monte das Oliveiras, conforme descrito em Atos 1:11, os discípulos retornam a Jerusalém e se reúnem no cenáculo, tradicionalmente associado à última ceia. Ali se encontram Simão Pedro, João, Tiago, além de Maria e outros membros do círculo íntimo do Mestre. Esse agrupamento constitui o embrião de uma comunidade espiritual organizada, sustentada por vínculos de fé e compromisso moral.
É nesse ambiente que se configura a primeira manifestação da Casa do Caminho. Sob a coordenação inicial de Pedro, o grupo estabelece encontros regulares marcados por oração, cânticos, leitura das Escrituras e rememoração sistemática dos ensinamentos do Cristo. Surge, então, a fraternidade conhecida como “os do caminho”, expressão anterior à designação “cristãos”, adotada posteriormente em Antioquia.
A Casa do Caminho não se restringia a um espaço físico. Era uma instituição dinâmica, integral e profundamente funcional. Operava como escola espiritual, posto de socorro, abrigo, oficina e núcleo de culto. Ali se exercia a caridade concreta, com partilha de alimentos, vestimentas e cuidados aos enfermos, além da manifestação de dons espirituais. Essas ações, porém, não eram fins isolados, mas instrumentos pedagógicos para a transformação moral. O auxílio material tornava-se via de acesso ao despertar da consciência.
Tal metodologia revela compreensão avançada da psicologia humana. O socorro imediato criava abertura para a assimilação dos valores espirituais. A caridade não era apenas virtude, mas método de elevação gradual do ser.
À medida que a reputação da Casa do Caminho se expandia, crescia o número de adeptos. O ambiente moralmente elevado atraía tanto necessitados quanto buscadores de sentido existencial. Consolida-se, assim, a primeira igreja de Jerusalém, não como instituição dogmática, mas como organismo vivo de fraternidade.
Essa realidade é descrita na obra Paulo e Estêvão, onde se observa o intenso movimento de assistência e a organização progressiva da comunidade cristã primitiva.
No que se refere à liderança, embora Pedro exercesse a coordenação prática, registros indicam Tiago, o Justo como dirigente formal da igreja em Jerusalém, conforme relatos preservados na História Eclesiástica. A liderança apresentava caráter colegiado, sendo Pedro, Tiago e João reconhecidos como “colunas” da comunidade, segundo Gálatas 2:9.
Outro marco decisivo é o Pentecostes, descrito em Atos 2, interpretado sob a ótica espiritual como manifestação mediúnica coletiva, evidenciando a continuidade da orientação do Cristo por vias invisíveis.
A Casa do Caminho, portanto, não foi apenas o primeiro templo cristão, mas o paradigma da vivência evangélica autêntica. Sua essência residia na integração entre fé, trabalho e caridade, sem formalismos excessivos, mas com profunda substância moral.
Ao revisitarmos esse período, compreendemos que o Cristianismo nasceu como experiência vivida de fraternidade. Antes de qualquer formulação teológica, havia a prática concreta do amor.
E é nesse retorno às origens que surge uma exigência silenciosa e inevitável. Não basta a identificação nominal com o Cristo. Torna-se necessário reconstruir, no íntimo e nas ações, a mesma Casa do Caminho, pois somente aquele que transforma a caridade em prática constante e o Evangelho em conduta efetiva torna-se legítimo continuador da obra iniciada em Jerusalém.
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Existem vários argumentos, que a igreja passa pela grande Tribulação. Vamos então ver alguns em Apocalipse. Temos escrito, que João pergunta: De onde veio esta grande multidão que está no céu com corpo?! Então vem uma resposta: " Estes são os vieram da Grande Tribulação... Estão diante do trono... Nunca mais terão sede... Nem falta alguma... Porque Deus sumpre as suas necessidades!
Depois temos outra passagem em que as almas humanas, fazem uma pergunta?!... Até quando Senhor não vingas o nosso ser, que foi morto? ... Então vem uma resposta!... Tende ainda paciência!... Esperai, pela morte de vossos irmãos, que estão na terra!... E que hão- de ser mortos como vós fostes mortos!... Ainda em Apocalipse no capítulo 13, diz que a besta tomou poder sobre todas as nações!... E que perseguiu todos os Santos!.. e ainda!... Quem estiver destinado à espada, pela espada morrera! Aqui está a vontade de Deus!...
Em Apocalipse diz: FORAM vistos tronos!... Então os que nunca adoraram a besta, nem receberam a marca da besta!... E foram mortos pela besta! ... Estes reviveram e reinaram com Jesus Cristo durante 1000 anos!... Esta é a primeira ressurreição! ... E sobre estes não tem poder a segunda morte.
Na igreja de Filadélfia, diz que os crentes são poupados da hora de Tribulação!... Que há-de vir sobre todo o mundo! Mas isto não fala de arrebatamento, mas de poupar os crentes de algum sofrimento! Claro que sim! Muitos crentes vencem as dificuldades.
Em Mateus 24 diz que " Por causa dos escolhidos!... Deus abreviou este tempo de Tribulação!"...
Paulo também diz: " meus irmãos não ficai apreensivos. Isto relação à Vinda do Senhor e à nossa reunião com ele!..." Pois isto não acontecerá já!... Antes de tudo vem a Apostasia e o homem do "Pecado"!... Depois é que vem o Senhor, para destruir a Besta!... Portanto, estes e outros argumentos servem para provar que a igreja passa pela grande Tribulação!...
Quando a Igreja deixa de cumprir sua missão primária, buscar os perdidos, então ela deixa de exalar o perfume do jardim celestial e passa a ser vista, pelo mundo, como algo secundário e obsoleto!
"Os apóstolos ( igreja primitiva) lutavam para manter as pessoas na fé, Hoje( igreja moderna) eles lutam para tirar as pessoas da fé,a inversão de valores seculares e não espirituais."
Quarta-Feira de Cinzas
Na quarta-feira de cinzas, a Igreja abre o tempo especial chamado Quaresma. A Quaresma não é o tempo de tristeza ou solidão, mas sim do próprio amadurecimento espiritual.
São quarenta dias de reflexão, onde você se autoexamina, um replay de todo seu passado, tudo o que fez e o que deixou de fazer, sejam elas escolhas certas ou até muitas das vezes erradas, e isso nada mais é que a conversão para tomar a mais profunda consciência do que é ser um cristão.
E essa data nada mais é que uma lembrança de que todos os nossos pecados foram consumados na cruz, pago por Jesus e esse dia é símbolo do dever da mudança de vida, para recordar a passageira fragilidade da vida humana, que nos sujeita à morte.
O ser humano precisa de momentos fortes para aprofundar suas opções de vida, necessita avaliar a sua caminhada à luz da Palavra de Deus e da oração.
1 Coríntios 27 a 29
27- Por esse motivo, quem comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor.
28- Examine, pois, cada um a si próprio, e dessa maneira coma do pão e beba do cálice.
29- Pois quem come e bebe sem ter consciência do corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação.
Assim como Jesus se sacrificou na cruz, aquele que crê também pode fazer um sacrifício, deixando de lado por 40 dias algo que gosta, ou algo que mais se identificar. Neste caso, com a igreja, é colocado como prioridade a carne.
Mas independentemente da religião ou crença, eu tomei a liberdade de escrever pela data hoje, uma das mais respeitadas entre os católicos e outras mais denominações. Vamos deixar de lado o egoísmo, inveja, ódio, rancor, mágoa e outras mais, pois todos nós somos iguais.
Não se esqueça que Jesus te ama: "Tu és pó e ao pó vais voltar".
Deus abençoe a todos!
