Ignorância
A vida tatuadas em sofrimentos dor angústia, condenados a ignorância por não entender a simplicidade da alegria.
O ignorante esmurra grita pra chamar atenção, a sua fúria o cega deixando incapaz embrulhado ao caos encontra o vale desce a decomposição.
Ignora a ignorância, quanto alguém te olha com indiferença deixa as pessoas vê com teus olhos que você está infeliz, um simples colapso não abala a tua estrutura.
Estou preso atado fugindo de mim, minha tentativa na ignorância não soma resultados apenas contraiu ausência em minha felicidade.
Tudo vai bem quando tudo continua bem, é tempo de fingir do ódio rancor inveja ignorância esqueça a raiva para não passar vergonha.
A guerra é uma pauta de ignorância, os tolos obedecem aos generais melancias, os generais melancias curvam-se aos políticos fracassados, o povo no geral são marionetes do sistema podre.
A motivação insana guia a multidão ao precipício por uma emoção rude ignorante, onde a falta de entendimento não controla, o ignorante chora sua dor.
Veja a elegância do silêncio diante da ignorância arrogante, o silêncio simplesmente retira-se do conflito arrastando sabedoria e nobreza.
Sou fugitivo do meu orgulho remanescente por ignorância por não admitir o meu fracasso, de cabeça ao chão preso no vômito do caos nem a esperança perde um tempo pra julgar o meu silêncio fracassado.
Afastar-se do tolo e do ignorante não vai te condenar por não estar na mesma situação, afinal quem passa horas para entender o tolo ignorante é outro psicopata.
"O maior problema do Brasil não são os políticos corrúptos, mas a ignorância daqueles que os elegem"
Edson Ricardo Paiva
Os Homens do lixo e os da Fome
Por: amauri valim
De fome ou de sede são todos vítimas da ignorância e dos
poderes dos soberbos; povoam os pátios, tanto quanto os
próprios lixos. Assim como os ratos as moscas por poder
de sobrevivência.
Os lixos que saciam a sede e a fome desses seres vêm
dos grandes pátios dos poderes políticos, dos anciões soberbos
vestidos de homens. Para os homens de poder de influência “lixo é lixo”,
restam aos homens de ignorância cultivada os lixos como alimentos.
A voracidade da fome dos homens não distingue o paladar nem o torna
rejeitável esse lixo como alimento; pois suas necessidades são superadas
e saciadas. Por Deus! O que se pode esperar do bicho homem?
O homem prostra-se diante dos altares da salvação por fome e sede,
mas, o que o homem pode esperar de Deus? São os homens as vítimas
dos víeis das etnias, dos poderes das políticas e dos anciões.
Salvem-se deles! Se puderem.
Mesmo sendo os lixos, alimentam estômagos e cérebros,
o estupefazem na fé e na esperança por um novo lixo no próximo dia.
O silêncio como resposta é uma voz fúnebre, essência da ignorância em seres com incapacidade de diálogo.
