Idiotas
Eii,fale mal de mim,
Mais só fale se voçê for melhor que eu,
Caso contrário estará se rebaixando a um nível muito baixo estúpido,ou seja,
"só estar sendo mais idiota ainda".
A solitude vem de um longo processo de autoconhecimento, mas às vezes, é só cansaço de conviver com idiotas.
Quando as sua palavras são mais rápidas do que os seus pensamentos, você, quase sempre, é tachado de idiota!
Não se nasce panaca, se torna! Tem gente não se toca!
Passa vergonha por conta
Só sabe do próprio umbigo
Não serve nem pra inimigo
Cuidado com gente panaca
Que te cerca e rodeia
Se afaste o quanto antes
Que esse mal te alcance
E você pegue essa tranqueira.
Penso que o panaquismo é uma herança genética da humanidade. Todo mundo tem um pouco de panaca dentro de si, no entanto acredito que fora distribuído mais generosamente aos homens.
Educação nos dias de hoje é algo raro e valioso.
Outro dia, entrei num site de alguém que admirava, e a primeira saudação:
Alô, idiotas! (...)
Não li nem mais uma palavra. Não era comigo!
“Enaltecer-se apenas os aspectos positivos do Governo de turno e ingenuamente escamotear seus defeitos mais conspícuos, não é outra senão contemporizar com situações ardilosas e subestimar a inteligência alheia. Outrossim: defender-se deliberadamente os governantes de proa sem qualquer crítica acerca de seus equívocos contumazes ou posturas desajustadas é, para todos os efeitos, tomar a população por uma manada de nefelibatas”
O procedimento de atribuição da soberania na democracia é organizar instituições que legitimam uma competição por votos. Quem vence, manda. Logo, a democracia depende estruturalmente de trazer os idiotas para si porque eles são maioria.
Idade Mídia
Vivemos a era da conexão plena e da desconexão absoluta. Nunca estivemos tão juntos em redes e tão apartados em ideias. Nunca se falou tanto e se pensou tão pouco. A esse fenômeno contemporâneo, poderíamos chamar de “Idade Mídia” — um tempo em que a opinião ganhou status de argumento, e a ignorância, muitas curtidas.
A figura do homo idiota — não no sentido ofensivo, mas etimológico, grego, do sujeito que se abstinha da vida pública e refugiava-se no particular — retorna com força. No período helenístico, esse era o cidadão que ignorava o debate político e voltava-se apenas à sua esfera privada. Mas havia, ao menos, o silêncio. Hoje, o homo idiota não apenas opina: ele grita, compartilha, cancela, vocifera. Tem o direito à fala, mesmo sem o menor interesse pela escuta.
Não se trata de um ataque à democracia — longe disso. A liberdade de expressão é o alicerce de uma sociedade plural. O problema não está na liberdade, mas no esvaziamento do conteúdo. Falamos muito, mas dizemos pouco. Informados por manchetes, formamos certezas antes mesmo de compreender as perguntas.
Seguimos, então, a passos de moonwalker — deslizando de costas, imitando movimento para frente, mas indo para trás. Temos tecnologia avançada, filtros estéticos, inteligência artificial, mas carecemos de diálogo honesto, empatia e pensamento crítico. Avançamos nas ferramentas e regredimos nos fundamentos.
A Idade Mídia é o tempo em que se troca sabedoria por performance, reflexão por lacração, silêncio por barulho. E, assim, com a ilusão de progresso, dançamos rumo à mais elegante das involuções.
Quando nada mais te ofende e nada mais te derruba, você senta; ver o show e agradece os palhaços pelo espetáculo.
CURRÍCULO
Num dos dias de nosso cursinho
- esse foi o nome carinhoso que ela deu -
passamos pelo meu currículo
e ela, então, se impressionou.
Ah, quão doce seria
se por currículos, meros currículos,
tivéssemos chances no amor.
Eu continuaria a estudar
e de tudo participaria
para me qualificar àquele bom amor.
Mas fico pensando:
se não vale para o amor,
é muito idiota, é tosco.
Mas no final desse exercício,
esqueço-me dessa incompreensão.
Sei, sim, que encontrarei
a rainha do meu coração.
Espero do currículo dela,
disponibilidade para amar
e para uma carreira crescente
de cogestão do nosso amor.
O amor está morto, não é uma novidade.
O que eu quero saber se esteve vivo algum dia na vida ou so foi por acaso de existir como uma ilusão para iludir idiotas?
Não gosto de dominar meus sentimentos, e nem mostrar eles. Me sentiriam um fraco.
Talvez gosto assim, é mas natural que se possa pensar.
Não sou uma exceção com os sentimentos indemostrável.
Sei que tem pessoas piores que eu que não diz o que esta acontecendo.
E no fim perdeu o que desejavam mais. Idiotas.
Eu digo que não domino, pois já tentei e é difícil.
Eu não demonstro, pois já demonstrei e não valeu de nada.
Agora prefiro a nulidade dessas coisas.
#FRUGAL
Gosto de ser chama ardente...
Ser e pensar diferente...
Tenho medo de ser frugal...
E como a tantos...
Pensar tão igual...
O que sou, haja vista meu instinto...
De ser todo desejo...
E do amor, mesmo que me cause medo...
Sentindo por completo...
Me entrego...
Em taça meus sonhos beber...
E na surpresa que eu saiba o que sinto...
Para a vida se abrir em largo sorriso...
Até quando sóbrio me apresento...
Desfruto em vagos momentos...
Não tenho riso fácil...
Réu confesso...
Para onde vou, haja vista que tenho...
Meu caminho a encontrar...
Quando o relógio der as horas...
Sentarei e desfrutarei...
De um bom vinho velho...
E pensarei cá comigo...
Que nem sempre fui sutil...
Porém que sempre fui eu...
E não um idiota útil...
Sandro Paschoal Nogueira
Pandemias revelam o caráter e a inteligência dos indivíduos. Aproxime-se de um sujeito sem máscara e permita cair um pacote de dinheiro; ele certamente não lhe devolverá. Encontre outro sem máscara e convide-o para realizar um teste de QI; ele seguramente ficará abaixo da média. Embora haja exceções, são raríssimas.
O problema do tolo é a síndrome da crença. Não da divina. Esta nada se difere da do inteligente. Refiro-me à crença nos indivíduos! O tolo sempre acredita nas pessoas mal-intencionadas. Isso é uma expansiva alegria aos políticos demagogos e corruptos. Estes sabem da abundância desta fragilidade humana e exploram-na com maestria.
