Humanidade

Cerca de 7204 frases e pensamentos: Humanidade

Na história da humanidade não há nenhum outro nome, que possa ser escrito na mesma linha de hierarquia que o nome de Jesus.

Inserida por josue_brandao

Poderia algum dia, a humanidade chegar num ponto onde o certo e errado pode ser verificado através de um algoritmo?

Se sim, temos que o que não será mais preciso temermos as nossas escolhas, uma vez que será o algoritmo o responsável por elas.

Inserida por mateusschroeder7

A ausência de Deus na formação das crianças, vai levar a humanidade a auto destruição!

Inserida por franciscopontes

Vim falar um pouco de amor,
um sentimento que infelizmente falta em grande parte da humanidade,
O mundo está cheio de amigos traidores,
muitas vezes por inveja deixam de lado a humildade,
mas vou lembrar que o melhor homem da história também foi traído, humilhado,
mas por mim sempre vai ser amado e exaltado,
desde o principio homens fazem jorrar sangue por causa de dinheiro,
quando morremos não levamos nada,
enquanto isso aqui na terra,
sempre será lembrado por declarar amor ou guerra,
nada do que vivemos tem sentido,
exceto um sorriso apaixonado,
um olhar de pai e filho,
um sorriso pra mãe,
e um abraço no melhor amigo.

Inserida por ThalyssonFernando

A humanidade é nossa família, os filhinhos da dor nos pertencem.

Inserida por thinkfloyd61

Quando pequenos, somos os grandes professores da humanidade; quando grandes, nos apequenamos enquanto alunos da própria espécie.

Inserida por fernandoguifer

Não estamos mais na fase da humanidade, onde éramos empurrados para evoluirmos. Hoje a nossa evolução é intencional, consciente e voluntária. A decisão é nossa de evoluirmos ou não.

Inserida por DamiaoMaximino

A arte desde o inicio de tudo, nos vários capítulos da historia da humanidade teve seu mérito por estar sempre mais comprometida com a liberdade do que com qualquer restrita legalidade.

Inserida por RicardoBarradas

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE...

Nove de Outubro de 2015, Sexta-feira, 7:45h da manhã.

Avistei ao longe um casal de velhinhos já octogenários. Ela na frente, os pés inchados por alguma patologia, arrastava com dificuldade um carrinho de feira vazio. Ele, logo atrás, magrinho-de-dar-dó, se equilibrava em uma bengala em passos trôpegos. Verdade que não havia faixa de pedestres ali; rua tranquila, sem outros carros passando. Parei o meu e fiz sinal para que pudessem atravessar calmamente, não me custando nada esperá-los. Um meio sorriso se esboçou na fronte da senhorinha e, passo a passo, foram tomando a rua rumo ao outro lado. O senhorzinho segurou o ombro de sua senhora com uma mão para dar impulso ao passo e ajudar a bengala em seu equilíbrio, vagarosamente.

Avistei pelo retrovisor uma motociclista que vinha logo atrás em uma velocidade baixa, mas suficiente para que eu pudesse colocar o meu braço para fora e balançá-lo, em sinal de “venha devagar… mais devagar”. A motociclista ignorou o meu gesto, ignorou a esquina… possivelmente embalada musicalmente pelos fones de ouvido logo abaixo do capacete. Ultrapassou o meu carro e freou bruscamente em cima do casal de velhinhos. O susto foi tamanho que os dois foram ao chão… corpos, bengala, carrinho de feira, respeito, civilidade. Tudo caído no asfalto.

A motociclista continuou “empinada” em sua moto e não fez nenhuma menção de ajudá-los, não moveu um músculo sequer… e eles estatelados no chão. Abri a porta do meu carro e saí e, antes que eu pudesse fazer algo, o velhinho, com toda a dificuldade e com certa rapidez olímpica para a sua idade, se levantou do chão, levantou a sua senhora com os joelhos ensanguentados e pegou a sua bengala. Em pé na porta do meu carro, pude ver uma cena similar às populares surras que ocorreram nas novelas globais “Senhora do Destino” e “Celebridade”. O velhinho, juntando as forças de seus braços magros, “empunhou” a sua bengala como se fosse uma espada e, como se tivesse tomado um elixir da juventude, desferiu golpes na motociclista posuda. Um, dois, três, quatro, no retrovisor da moto, no ombro dela, no tanque na moto, nas pernas dela. Aí sim, ela reagiu, se movimentou, pois AGORA sim, era com ela, antes não! Ela começou a gritar “velho louco! velho louco!” e ele, com a sua “bengala-sabre-de-luz”, tentava fazer alguma justiça com as próprias mãos, ainda muito trêmulas, pela idade e também pelo susto.

A motociclista arrancou a sua moto dali “gesticulando palavrões” deixando o velhinho ainda agitado e nervoso. Deixei o carro em direção aos dois para prestar alguma ajuda, pois os ferimentos físicos e emocionais eram visíveis. Peguei a minha garrafinha de água e ofereci a senhorinha sentada na calçada. Perguntei se poderiam entrar em meu carro para levá-los até o Pronto Atendimento, mas não aceitaram, alegando que estavam bem e precisavam fazer a “feira do mês”, em um supermercado próximo dali. Se levantaram, sacudiram a poeira; a senhorinha enxugou o suor e as lágrimas com um roto lenço, ajeitou seus cabelos e também o boné na cabeça de seu senhor, e, ambos, continuaram os seus vagarosos passos apoiados um no outro (creio agora que mais tristes e decepcionados do que quando se levantaram pela manhã).

Isso tudo não durou 5 minutos de relógio, e escrevo para que fique uma pequena eternidade em registro. Foi tudo muito rápido, mas não pude deixar de notar que, no veículo da descerebrada motociclista estava adesivado: “Livrai-me de todo mal, amém”.

No mínimo, irônico.

Inserida por nivea_almeida

Se a humanidade aprendesse a se amar e se repeitar mutuamente, acredito que nenhum Deus teria o direito de nos condenar.

Inserida por diego_medeiros

A fé na humanidade é o que deve sustentar o coração

Inserida por Chica17

Na glória dos céus nosso mestre Jesus espera as modificações da humanidade e essa estrutura só poderá ser formada quando analisarmos a nós mesmos e percebermos onde as nossas dificuldades estão instaladas. Movendo assim os passos tranquilos e calmos para de um em um galgarmos o progresso esperado e não mais adiado. O futuro a nós pertence e de nós depende!

Inserida por Chica17

Amor não é doença.
Amor é terapia.
É cura.
É alegria.
Amor é o que falta na humanidade,
para viver com dignidade.

Inserida por Crysgrer

Mundo ilusório, cheio de ódio e erros. Abençoado pelos anjos e amaldiçoado pela humanidade!

Inserida por RafaelM

Jovem o fruto da humanidade
Jovem o fruto da nação
Jovem um grupo bom, quando bem usado

Inserida por kaike_machado

O segundo maior tesouro da humanidade consiste, talvez, justamente de tudo o que nunca pôde ser dito pelos grandes pensadores anônimos.

Inserida por leovcastro

A resposta está na entrelinha
A humanidade ainda não tem maturidade pra caminhar sozinha

Inserida por ErosZaziwe

Em pleno século 21 ainda dar pra acreditar no amor como único antídoto para as mazelas da humanidade

Inserida por Andersonsf

"— Por que, Jacob, acontece tanta tragédia, sofrimento e flagelos na humanidade?

— Porque a humanidade está invertendo os valores, Jacira: trocando os valores reais de amor, verdade e fraternidade mútua pelos comportamentos desastrosos da frivolidade e da ambição. Esqueceram-se do que realmente possui valor e entregam-se à corrida desenfreada do poder, do adquirir para satisfazer desejos inúteis, que nada acrescentam na evolução espiritual; ao contrário, impedem a caminhada evolutiva do ser à procura da perfeição, jogando-o no caos espiritual. E o que se vê são jovens descrentes que se atiram nos comportamentos cruéis para eles próprios e para o próximo; perdem a juventude, a oportunidade de construir um futuro promissor e a própria vida, desesperando-se e levando lágrimas aos olhos dos pais. A humanidade está precisando de homens que falem de Deus, do bem e do amor ao próximo, e não de pregadores de palavras vazias onde o amor de Deus não se faz presente."

Inserida por anderson_santos

Certa vez, minha amiga Lucy, comentou que a humanidade odiava tudo aquilo que era diferente.
Talvez Lucy tivesse razão em alguma coisa em seu pensamento, mas a ideia principal a qual queria passar, era equivocada.
O sentimento o qual Lucy se referia não era ódio, era medo. A humanidade tem uma estranha reação sobre tudo aquilo que é diferente; ela teme. Não por maldade, mas por um instinto básico de se preservar.
O diferente, é desconhecido, e o desconhecido assusta. É aquele terreno incerto onde não se sabe o que irá encontrar. Dá medo. Medo de não saber o que vai encontrar, medo de não poder voltar, medo de não ser suficiente para aquela nova verdade, aquela nova realidade. Medo. Esse pode ser o sentimento mais básico. Todos temem algo em algum nível e muitas vezes nem mesmo se dão conta disso.

Inserida por gabriel_maia_1