Humanidade

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⁠"Minha fé na humanidade não pode estar atrelada ao mal que percebo no outro, e sim no melhor modelo que consigo de mim mesmo como humano que sou".

A humanidade se apega à infinita benevolência e sabedoria de um ser supremo, mas não as cultiva em si mesma.

⁠Se houver ajuda e salvação para a humanidade, só poderá ser através das crianças. Porque as crianças são as criadoras da humanidade.

Coisas que existem e não deveriam continuar existindo na humanidade : políticos , pessoas com títulos de nobresa , escravidão e preconceito. ⁠

⁠Deus da eternidade chorou pela humanidade

Deus estava contemplando a humanidade,
E tudo que via entristecia a eternidade.
Um pesar sem maldade invadia seu coração,
E não como uma resolução, sentiu uma vontade de chorar.

Mas via um homem e uma família,
Que maldade não havia.
Esse homem avisou,
Que o coração de Deus se lamentou,
Que iria chorar muitos dias sem parar,
E por muito tempo se lamentar.

E 40 dias e 40 noites chorou,
Um lamento inundou toda a terra,
A maldade então se encerra.

E uma aliança, que aos de uma criança se formou,
Era colorida,
E voltou a dar a vida,
Esperança em que sempre recomeçou.

⁠A Indiferença é a Verdadeira Doença

“A maior tragédia da humanidade não é a dor, mas a indiferença.
Vivemos em um mundo onde curamos corpos, mas adoecemos almas.
O conhecimento avança, mas o coração esfria — e sem compaixão, nada resta. A verdadeira doença não está na carne, mas na mente entorpecida pelo egoísmo. Desperte antes que a apatia te transforme em apenas mais um espectador da vida.”

⁠“O continente da Europa, com sua preparação secular para a tarefa de liderar a humanidade, por sua própria vontade abandonou sua força e sua influência nos assuntos mundiais – e não apenas sua influência física, mas também sua influência intelectual”

⁠A inveja tem sido a podridão da humanidade infelizmente o sofredor é aquele que batalha.

⁠A vida é curta e ao mesmo tempo fonte de toda história de milhares de anos da humanidade.

⁠Desligue um pouco a sua humanidade, às vezes.

⁠⁠A humanidade assemelha-se a um pêndulo!
Ora com um pensamento, uma ideia.
Ora embarcando nas palavras de um moderador sedutor.
Somos adequadores de algo dúbio e incerto.
Somos seres dogmàticos, pragmátizados.
Somos feito o vento, que ora assovia lá.
Ora canta do lado de cá.
Somos tentativas e erros.
Somos humanoides.

⁠A humanidade não me oferece nada. Tudo que tenho não é meu. Meus sentimentos, emoções, objetos são coisificados pela efemeridade do tempo. Tudo um dia não será mais. E o passado se tornará a única coisa real. Onde se fará claro que a luta de todos foi por coisa alguma. Fomos feitos de idiotas durante anos e anos. Por nós mesmos. E teimamos em não admitir.

existem pessoas que dão a vida, uma pelas outras, que coisa linda, né?!
é uma pena que a humanidade esteja acabando com isso, as próprias pessoas estão deixando o amor para trás, e esquecendo o verdadeiro significado de amar, onde um “eu te amo” virou qualquer palavra, um “namoro” virou motivo de incerteza, suplência de carência e apenas um rótulo.
hoje, você demonstrar seus sentimentos por alguém, dizem que você está sendo emocionado, mandar rosas para quem você gosta,
assumir pra família, ter um amigo para todas as horas, que dividem sentimentos, momentos e boas memórias,
virou clichê.
onde simplesmente dizem ser impossível.
e a confiança?
essa daí quase não existe mais,
é abominante a maneira que está chegando o nível das coisas,
onde simplesmente confiar em alguém virou algo, raro, que na maioria das vezes, você diz confiar,
mas seu próprio cérebro te diz, confie, mas nunca cem porcento.
e cada dia que passa, as coisas bonitas, atitudes românticas, amizades verdadeiras, sentimentos reais, amor e empatia pelo próximo,
estão apenas se tornando cenas de filme.

⁠A loucura, essa sombra que atinge a humanidade.
Para quê pensar nela se ela existe? Quando existe e se
existe, é porque temos medo.

Toda a tecnologia que envolve a humanidade não é causa de mentiras que se consolidam em notícias falsas; em verdade, a mastodôntica congregação virtual de indivíduos é apenas a singela ferramenta de que hoje nós dispomos. Ferramenta poderosa, porém, arriscada e imprevisível quando ao alcance dos que são burrinhos: um AK-47 carregado e destravado, amparado por um desastrado orangotango.

⁠A humanidade aderiu uma vida tão monótona, que qualquer assunto se torna polêmico, qualquer ato medíocre é idolatrado e qualquer acontecimento é motivo para ser debatido e comentado por semanas.

⁠O grande disparate da humanidade está bem abaixo do nosso nariz: em nós mesmos.

Preenchemos nossa vinda a este mundo com demasiadas preocupações e criamos uma auto-proteção fúnebre guiada pelo medo e o ego. Sem percebermos, nos tornamos orgulhosos demais parar admitirmos nossa equidade, desconfiados demais para acreditar, egoístas demais para ajudar quem está ao nosso lado e covardes demais para amar. Mas não raro percebemos quão tudo isso poderia ser simples, e basta olharmos ao nosso redor. Há sempre alguém pronto para nos entregar amor, mas que, muitas vezes, não percebemos, ou até ignoramos, pois estamos ocupados demais com aqueles que não nos ama. Preocupados demais com o que não temos.

O problema está simplesmente na busca e esperança que cultivamos desde muito cedo ao nos espelharmos em um modelo de felicidade, de uma vida perfeita guiada pelo romantismo, quando a vida não é sobre ser perfeita.
E as nossas idealizações acabam por ser surreais...

Passamos então maior parte de nossas vidas em busca do que queremos, em prol das nossas projeções e coisas momentâneas que não precisamos,
e só nos damos conta quando já temos, e novamente insatisfeitos em busca de uma nova conquista.

Aí percebemos que a resposta pra tudo isso não está nas coisas, não está nas pessoas. Está em nós.

Foram as mulheres que inspiraram gentileza e cuidado no duro progresso da humanidade.

Rainha Elizabeth II

Nota: Trecho de discurso de Natal, em 1966.

''O dilúvio purificou os pecados da humanidade.''

E assim caminha a humanidade, trovejando na cúpula dos séculos, igual pororoca estelar na catalítica compulsão de cataclismos ao entrechocar nos anátemas eternos.
Meus concidadãos e concidadãs, não me increpem, não me admoestem, por espargir e ressumbrar aos quatro ventos qual flutissonante abantesma a minha altanaria bolebolense.
E por isso eu considero um clamoroso vitupério renegar o nome com que os fundadores batizaram nosso sacrossanto torrão natal.
Portanto, sem mais delongas, viva Bole Bole!