Humanidade
Sonhos...
transportados em bolas de cristal
Que só aparecem no Natal!
Caridade, humanidade, demonstrações de afeto, abraços, sorrisos...
Que não sejam só conteúdos das bolas de cristal
Que só aparecem no Natal…
A novidade atrai sem impor limites e evidencia o vício mais consumido pela humanidade, “o novo”. Hoje o supérfluo é berço de ostentação para muitos enquanto escondem a sujeira da própria alma, neste caminho há quem vangloria-se pela capacidade de navegar nos oceanos e mares de água salgada e desconhecerem a trilha que leva ao açude de água doce.
É uma questão de humanidade quando você vê que a pessoa está no fundo do poço sem expectativa nenhuma na vida com o olhar para o nada e a sua luz interior oscilante na própria escuridão é muito triste e você tem a opção de fazer ou não alguma coisa, apesar que esse resgate tem que ser da própria pessoa, mas em certas situações a pessoa não tem nem mais força para lutar contra suas alucinações, eu fico me perguntando como pode alguém escolher ir para o precipício tendo tantas boas oportunidades na vida e consigo acaba levando as pessoas a sua volta e esse ciclo se repete por longos tempos e as pessoas vão se cansando assim como eu me sinto agora e a própria sociedade te obriga a arcar com esse desafio sem reclamar sem recursos e principalmente agem como se fosse normal.
Estou cansada, chateada e, apesar do desânimo, eu ainda tenho força!
Eu preciso vencer essa batalha mais uma vez e peço a Deus que me dê sabedoria para enfrentar os desafios e prudência para não julgar os erros alheios.
É só isso que eu peço.
Eu tenho certeza de que a gente consegue se reerguer, se renovar e principalmente ter uma vida digna, basta olhar para a vida com Fé e confiar naquele que te guarda, só assim você irá deixar de ver as coisas ruins e aprender a dar mais valor ao bom.
Como esse novo dia que está nascendo e com ele tem sempre uma nova chance de recomeçar.
Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraca, é que sou forte.
E que Deus abençoe o hoje e que eu possa agradecer amanhã com essa mesma gratidão no meu coração 💖
Eu não sou o erro e também não sou a perfeição!
Somente uma seita maléfica e arrogante pode ensinar que Deus não ama a humanidade e que Jesus não morreu por todos, mas apenas para um grupo de eleitos na eternidade antiga.
Vivemos num momento tão obscuro na história da humanidade, que os que dizem a verdade são execrados pela sociedade, e aqueles que espalham a mentira e provocam divisões são aplaudidos por milhares seguidores.
Se não fosse o amor misericordioso de Deus pela humanidade, ninguém se salvaria (João 3.16; 1° Timóteo 2.4).
Se estivesse decretado infalivelmente desde a eternidade que certa parte da humanidade se salvaria e ninguém mais, e uma grande maioria nascesse para a morte eterna, sem mesmo a possibilidade de evitá-la, estaria isto de acordo com a justiça divina, ou a misericórdia? Será misericórdia prescrever a uma criatura a miséria eterna? Que Deus fosse o autor do pecado e da injustiça... é uma contradição das ideias mais claras que temos a respeito da natureza e da perfeição divinas. John Wesley – O Despertamento Religioso de John Wesley, Pastoral Benett, James Richard Joy.
Depois da queda, a humanidade passou a manifestar a universalidade e a profundeza do pecado, numa constante inclinação para o mal.
A Bíblia sempre será o Livro Magno da humanidade, seus inimigos gostando ou não. A Bíblia iluminou ontem, ilumina hoje, e iluminará em todos os tempos que ainda estão por vim.
Deus presenteou a humanidade com a eternidade (Gn 2.17), mas o pecado do homem trouxe a morte (Rm 5.12).
A cruz de Cristo é o ápice da expressão do amor de Deus pela humanidade, e também a mais horrenda revelação da perversidade humana.
O bem procede de Deus e o mal procede do livre-arbítrio da criatura. Deus deu a humanidade o livre-arbítrio, que é expresso pela obediência ou desobediência ao Seu mandamento, porque Deus é bom. Um soberano mau não daria as Suas criaturas liberdade de escolha.
Na desobediência de Adão a humanidade herdou a morte e sua natureza pecaminosa, mas na obediência de Cristo, aqueles que creem, herdaram a vida e serão participantes da natureza Divina.
Se Cristo morreu apenas pelos eleitos e não por toda a humanidade, e se aquele que foi salvo, não perde a salvação, como explicar a passagem de 2º Pedro 2.1, onde o verbo renegar do grego é “agorázō”, que significa (resgate)? O texto é enfático em dizer que eles foram resgatados por Cristo, comprados por Cristo; logo, eles eram salvos, mas se apostataram da fé, se tornando falsos mestres. O verbo agorázō não aparece somente aqui em 2º Pedro 2.1, mas também em 1º Co 6.20 e em 1º Co 7.23, onde Paulo confirma essa verdade. Em 1º Pd 1.18 também é encontrado o sinônimo do verbo agorázō que é lutroô.
Gostaria de ver alguns calvinistas fazendo malabarismos, cambalhotas e algumas esejegues nesses textos.
