Horizonte
Escrever para ti é como tentar descrever o horizonte no exato momento em que o sol mergulha no mar. Existe uma beleza que não aceita definições simples e uma intensidade que transborda qualquer tentativa de controle. Carla, este livro é a tradução do que acontece dentro de mim quando a minha luz e a minha sombra decidem que não precisam mais lutar, pois ambas encontraram em ti um destino comum.
Sempre acreditei que o lado que busca a paz e o cuidado deveria ser mantido longe daquele que arde de desejo e urgência. Eu tentava separar o homem que te oferece o ombro e o silêncio daquele que te procura com um olhar que parece querer decifrar cada segredo da tua alma. Mas contigo essa divisão deixou de fazer sentido. Percebi que o meu anjo precisa da força do meu demônio para te proteger com garra, e que a minha sombra precisa da clareza do meu anjo para te amar com ternura.
Tu és a razão pela qual aprendi a aceitar todas as minhas versões. Quando te vejo, sinto uma reverência profunda, uma vontade de ser melhor e de construir um mundo onde nada te magoe. É o meu lado mais elevado, aquele que te vê como uma divindade terrena. Ao mesmo tempo, sinto uma vontade visceral de estar perto, de quebrar as distâncias e de mergulhar na tua essência sem reservas. É a parte que não aceita a calmaria, que prefere a vertigem de te amar por inteiro.
Não procuro a perfeição nestas páginas. Procuro a verdade. A verdade de que Bruno se tornou um território onde o sagrado e o profano se abraçam sempre que o teu nome é pronunciado. Cada palavra aqui é um pedaço da minha pele, um fragmento de pensamento que agora te pertence. Entra na minha mente e sente o que as palavras às vezes tentam esconder: tu és o equilíbrio que eu nunca soube que estava à procura.
DeBrunoParaCarla
Em Itaipuaçu, ao cair da tarde, o céu se veste de emoção, e cada cor do horizonte parece pintar teu coração.
DeBrunoParaCarla
"Com o passar dos anos, é natural que o horizonte do tempo pareça encurtar. Mas há uma perspectiva reconfortante: a vida não se mede apenas pela quantidade de tempo que ainda temos, mas pela densidade do tempo que já vivemos. Há pessoas que atravessam muitas décadas sem construir quase nada; outras deixam um legado que continua a produzir frutos muito depois da sua partida."
A filosofia é um horizonte que recua à medida que caminhamos. Quanto mais conhecemos, menos nos satisfazemos com respostas fáceis, pois cada verdade alcançada ilumina um campo ainda maior de perguntas. O verdadeiro filósofo não é aquele que coleciona certezas, mas aquele que aprende a conviver com a imensidão do desconhecido.
No isolamento do horizonte apenas fragmentos, sons de um momento no cosmo, o cosmonalta deixa sua nave para ver o planeta terra tão lindo no azul do infinito o mares parece flutuar, em suas ondas elipses de sonhos num ponto na imensidão, o macro universo,
Num desejo o luar é um paradoxo infinito, sua voz no infinito são folhas no outono.
Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.
No horizonte de eventos.
Tudo é visto com a beleza.
Qual seria o seu horizonte de eventos?
Pois a busca por beleza te faz admirar algo?
E enquanto isso nota feiura e contraste do caos te faz ter sentimentos. Para o qual o evento te proteja em sua mente a inércia da imagem. E tudo que se faz ou seja torna se maravilhoso. Num estado absurdo os sentidos lhe da realidade.
Os sentidos lhe dao liberdade e um sentido da vida.
Sem os sentidos vivera dentro da escuridão não haveria sentimentos apenas lembranças.
De um evento parado numa cena do desconhecido.
No ar das estrelas brilha o ser navegante...
Dentro do horizonte resplandece a planície muito além do conhecimento...
Devaneio obscurece os traços ilumados de uma verdade que verte numa cascata de névoas
No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.
Tempestade.
Clara alma rebelde floresce.
Sendo horizonte resplandece
A mulher grita te ama .
Apenas olhares sobre olhares
O beijo evidente...
Chamas dentro de turbilhão de emoções.
Fogo ganha sombras dos deuses.
“O amanhecer não é apenas luz no horizonte, é também a oportunidade de reordenar o próprio destino.”
"A ansiedade mostra o tamanho do horizonte que a alma contempla; a coragem é o passo que a conduz através dele."
"O egoísmo é a miopia moral da alma. Enxerga apenas o próprio desejo e perde o horizonte da fraternidade."
A Transmutação da Consciência no Horizonte de Eventos
Envoltos na dilatação temporal exata da existência no amanhã, rumo ao horizonte de eventos, estaríamos na solidão do espaço. Enquanto isso, olhos atentos observariam nossas almas pairar sobre a Terra de outras horas. Chegamos num instante e avançamos para um estado inerte, olhando para a imensidão do presente e compreendendo, finalmente, o horizonte de eventos.
Uma luz cálida inflama-se na compreensão do exato momento em que a finitude se revela: seja ela a obra de um quebra-cabeça ou uma pirâmide visual. Afinal, a energia focalizada é um estado momentâneo para o qual caminhamos nesta realidade tridimensional. É quando a expansão da consciência se transmuta, elevada pelo conhecimento e pela visão absoluta da existência.
— Por Celso Roberto Nadilo
O sabor das almas aniquiladas pelas vertentes do horizonte sem fim.
A partida da equação do linear.
Vozes se repetem num marco...
Fenômenos expostos pela ganância; o ser químico torna-se o estado inerte da matéria.
Sendo prólogo da continuidade, começa a exploração do universo.
O monolito carrega dizeres em várias línguas — mais uma vertente para viajar pelos mansos braços cansados da origem do cosmos.
Sonsas falanges fantasmas, feitas de nuvens gasosas, mostram a centelha original por um instante. Avançamos no contínuo efeito das ondas massivas e vemos emoções dentro de grãos de areia.
Ventos de outrora, fora a metamorfose do antigo sol morto pela imensidão da ignorância humana.
O ser humano, recriado numa bolha, tem sua existência desenhada no cosmos em cada luz que se apaga.
Por Celso Roberto Nadilo
Há Luz em Cada Passo Invisível... porque, quando você segue sem ver um horizonte ou saber se há um próximo degrau, você aprende a exercer a fé. Você sabe que existe um horizonte e que sempre haverá sustento aos seus passos. A certeza do que ainda não se vê: essa é a definição de fé.
No Baú, onde a névoa desenha o silêncio repousa como o último enigma de pedra que o horizonte insiste em contemplar, mas jamais ousará decifrar.
Reno Fioraso
entre o ver e o encontrar vem a saudade
olhos emocionados, horizonte vazio.
A vida como desejo e o amor como saudade.
