Horizonte
"Eu contemplo o horizonte e toda essa beleza e vejo que até as cores da primavera se tornam preto e branco perto do brilho dos teus olhos, logo me pego em devaneio e então percebo que desde que te vi, minha vida se resumiu em tentar descobrir se me afoguei na imensidão do seu olhar ou se me afoguei em solidão..."
Na serenidade das manhãs, quando os primeiros raios de sol despontam no horizonte, cada minuto da vida se revela como um tempo sagrado. O aroma tentador dos alimentos, preparados com amor e dedicação, transforma momentos cotidianos em celebrações significativas.
Aquele cheiro irresistível que invade a casa é um convite para a união. Ao redor da mesa, famílias se reúnem, e os bons sentimentos florescem. A companhia dos entes queridos se torna um verdadeiro banquete de afeto, uma dádiva para o corpo e um bálsamo para a alma.
Saborear cada momento cuidadosamente preparado é sentir a coragem infiltrar-se em cada partícula de força renovada. As palavras gentis trocadas durante a refeição, os gestos delicados ao compartilhar os alimentos e os sorrisos enquanto o café aquece as mãos, nutrem o espírito de forma profunda.
É nessa simplicidade que encontramos a verdadeira riqueza da vida. Cada minuto é uma promessa de um novo dia repleto de possibilidades e gentilezas. Vivendo cada momento com presença, cada instante se torna uma celebração da existência e um convite para a renovação constante. É nas coisas simples vividas por inteiro que encontramos a magia do bem viver com muito prazer.
A perda é como uma tempestade inesperada que varre a serenidade do nosso horizonte. Primeiro, nos refugiamos na negação, construindo frágeis muros contra a realidade que bate à porta. Dizemos a nós mesmos que é um engano, que o mundo logo retomará o seu curso habitual – uma tentativa desesperada de proteger o coração do impacto.
Mas o peso da verdade logo encontra brechas, e surge a raiva, como relâmpagos iluminando o céu escuro da alma. É o momento em que gritamos ao universo por respostas, direcionando nossa dor para outros ou, às vezes, para nós mesmos. A barganha segue como um sussurro esperançoso: promessas ao destino, negociações silenciosas com o impossível, na busca de reverter o irreversível.
Então vem a depressão, silenciosa como a chuva fina após a tempestade. É um mergulho profundo no vazio, onde a saudade se mistura à desorientação, e cada passo parece pesado como se estivéssemos caminhando em areias movediças. Nesse momento, o mundo parece perder sua cor, mas há um convite sutil para a introspecção e a descoberta de forças ocultas.
E, como o amanhecer após a noite mais escura, chega a aceitação, não como um ato de esquecer, mas como um abraço gentil ao inevitável. Aceitar é soltar as amarras da dor, permitindo que as lembranças não sejam mais âncoras, mas estrelas que nos guiam. É entender que a vida, apesar de suas perdas, ainda oferece flores a serem plantadas e caminhos a serem percorridos.
Esse estágio final é um gesto de coragem – abrir o coração ao presente, acolher os sentimentos com ternura e seguir em frente com a leveza de quem aprendeu a transformar a dor em sabedoria. Não é o fim da saudade, mas o início de uma nova forma de caminhar, com mais serenidade e equilíbrio.
Se cair, mire o horizonte imaginando de pronto o melhor meio de levantar. Mas caia feito folha de árvore, sem alarde.
Prisioneira me sinto dessa paixão
que desnorteia meu horizonte
que outrora tinha o norte
onde eu podia me orientar.
Sol e Lua: Um Amor à Distância
Ele nasce no horizonte, ela brilha no céu,
Dois corações distantes, mas unidos por um véu.
O Sol aquece os dias com seu abraço ardente,
A Lua sussurra promessas em silêncio envolvente.
Ele deseja tocá-la, sentir seu calor,
Ela sonha envolvê-lo em seu brilho de amor.
Mas o destino traçou um caminho a seguir,
Entre a noite e o dia, sempre a se dividir.
Mesmo distantes, nunca estão sós,
Se encontram no crepúsculo, num tom de nós.
E quando a saudade aperta, o céu testemunha,
Que o amor verdadeiro nem o tempo enfraquece, nem a distância arruína.
Música, como bela arte, flutua.
Flutua como a lente de uma singela luneta,
que aspira o horizonte.
Música, traço entre hostis rabiscos,
cuidadosos ou ásperos,
faz a paisagem seca e amarga ganhar cor.
Flutuar é preciso:
sentir a brisa que move.
Assim como a luneta, que ao horizonte nos põe,
é preciso um guia,
que ajuste o foco e a direção,
sem deixar que se embaralhe
o muito que guardamos.
A música é poderosa,
basta senti-la e, com a alma, segurá-la.
Pois, assim, o mundo pode ser melhor.
Defina-a:
Como seria a música para você?
O dia rasgou a noite num horizonte vermelho, afastando as estrelas como as velas dos barcos que se distanciam ao navegar no imenso oceano.
Trouxe seu sorriso de infância, num retrato de um passado envelhecido pelo tempo.
E o amarelado do retrato transformou-se em rugas no semblante do adulto que olha o horizonte a procura dos sonhos não realizados e que se tornam nevoeiro, flutuando como fantasmas atormentando as estrelas no mar infinito.
Tire as mazelas, grosserias e deslizes da sua vida, mirando um horizonte promissor de planejamento, honras, trabalhos dignos e sucessos.
Aplainar meu ser, paralelo ao horizonte e voar no imaginário, nesta grande rede do meu eu, viajando no inesperado, nas repentinas do pensar, e sentir o ritmo do pulsar da energia vital de meu coração, que insiste em lutar, desbravando vada instante em meu viver, impulsionando a energia que circula em meu ser.
Quem pela fé enxergar o brilho de seu horizonte, com certeza chegará ao fim de sua conquista ou estar em um alto monte.
Cultive o que você ama, andando com segurança, olhando para o horizonte, criando desafios e alvos para correr riscos e buscar conhecimentos que lhe porão no topo da prosperidade profissional.
Existe uma linha no horizonte
Porque a Terra é plana
O globo é quadrado
E o triângulo é redondo
A cor da beterraba é verde repolho
A jabuticaba é rosa por fora e amarela por dentro
A noite engoliu o sol
Porque os dias tem sido curtos
E as noites se faz longas
Porque o hoje existiu
E e o amanhã a Deus pertence
As almas mais fortes vêem o horizonte com olhos de águia e planeiam sobre as adversidades com segurança, diverso das almas corruptivas na qual a esperança de vislumbrar o horizonte foi estirpada.
independe das agressões dos outros e do tempo, o sol sempre acorda no horizonte ou entre as muralhas de cimento, e assim vamos sonhando novo caminho, buscando uma trilha melhor, voltando as nossas ilhas do interior, caindo nas nossas armadilhas de amor, sem dó do tempo.
Nāo tenha vergonha de caminhar olhando para o chão, caso não enxergue o horizonte, afinal, ver aonde você pisa é fundamental para permanecer em pé na caminhada.
Sobre a natureza
No horizonte do amanhã, o destino incerto se revela, onde o mundo arde em chamas e cada um de nós não entende dessa culpa a sua parcela.
Nas mãos da raça humana repousa a balança do destino, entre a ação sábia e a inércia do homem cretino.
Se o eco da indiferença persistir no ar,
testemunharemos o planeta a se transformar; Um cenário de tormenta e desolação, onde a natureza morta já não tem chance de redenção.
Ondas revoltas inundam o litoral,
lamentam os bosques e jaz o que antes era vivo em triste funeral.
Na pele da Terra o desgaste é profundo,
fruto da ganância de um sistema falido que ceifa o mundo.
Mas ainda há luz na alvorada por vir?
Um apelo à consciência para reagir!
Com atitudes humanas o destino podemos mudar o roteiro? Em busca de um futuro para todos: Justo, digno e verdadeiro!
Por entre as sombras do medo, da fome e da dor, há esperança brotando em cada flor?
Se nossa raça agir com união, podemos preservar nossa casa. Natureza que não se abrasa! Amado chão.
