Honra ao Mérito
As coisas que a gente é na vida não são méritos nossos. Elas vêm de Deus, da natureza, nós nascemos assim. Agora, no que a gente se transforma, isso sim é mérito nosso.
Quem recebe uma condecoração sem ter méritos para recebê-la é como estudantes que compram um diploma de algum curso superior apenas para exibir na sociedade.
Só se aprende com motivação! Quais motivos têm os alunos da atual escola pública, senão o lanche e a aprovação sem mérito.
O sucesso de um governo com seus planos assistencialistas não é proporcional ao aumento de assistido, mas pelo contrário, quanto menos cidadãos necessitarem deste tipo de assistência social, maiores os méritos do governo.
As coisas que somos na vida não são méritos nossos. Elas vêm de Deus, da natureza, nós nascemos assim. Agora, no que a gente se transforma, isso sim é mérito nosso. Essa dimensão maior, essa dimensão de propósito e de valores, é sempre necessária. Ainda mais aqui. Ainda mais agora.
Uma pessoa agarrada na Graça Maravilhosa de Jesus de Nazaré não vive apegada aos próprios méritos, segue livre da ditadura da performance e do engodo da meritocracia.
Assim é a vida: enquanto alguns, debaixo de sol, carregam pedras; outros, à sombra, as contabilizam.
"O enigma da má eficiência é querer atribuir reconhecimento IDÔNEO em algo que não foi seu mérito."
─By Coelhinha
"Estamos vivendo em um mundo com hipócritas. Aonde quem tem moral pra falar, OUVE. E quem não tem, FALA."
—By Coelhinha
" Esta vai pra você com ar arrogante olhando pros outros de nariz impinado."
Você pode até olhar por cima de alguém pra se sentir superior tentando humilhar.
Mais antes confira com cuidado se você não está em...SEU MUNDO de cabeça pra baixo.
─By Coelhinha
Sou tão "MAU" que comprei um "TODINHO" estava escrito: -Abra aqui!
-Eu abri lá em casa!!!
Ninguém manda em mim só Deus...EnTendeu?
—By Coelhinha
Par de olhos
Por lá andava eu,
Solene com a mente em dispersão,
A cada nova e temerosa respiração
Tecendo um caminho não mais meu.
Um único par de olhos que se fizeram bastar,
Junto a linha do horizonte a luz terrena jazia
A lua inerte e vazia.
Quase tanto quanto eu.
Prosto-me sobre ouropéis.
Grama fria e orvalhada,
Amaldiçoada por desejos infiéis.
Era errado o meu certo.
Mas possuías total mérito,
De se fazer presente sem merecer.
Meu inferno pessoal
De tudo o que me lembro era frio e cinzento.
Pequenas luas se faziam presentes,
Olhares vagos, descontentes.
Pouco mais iluminados que o calçamento.
Absoluto e solene,
Olhava-me de cima
Sangue fervente e pulsante.
Sob o calor que se aproxima.
Como um fantasma me escondia a tempo de não ver,
Transparecia em mim a luz de um grito rudimentar,
Essência explicita em minha falta de te ter.
A luz remanescente e ofuscante
Logo já não teria onde então se esconder.
Ignorando a excitação intimamente ligada aquela mesma dor
Dobraduras coloridas percorriam o teto
Presas e soberbas, nunca antes livres
Logo mais entrariam numa estrada sem fim
Clamor recorrente.
Definitivamente um ótimo ator.
Sob um universo atônito em busca de contrapostos.
Nada demais.
Nada de novo.
Tudo passado.
Tudo decomposto.
Rosa em excesso,
Calma e intimidada.
Abrir e fechar de portas.
Ruídos espessos.
E eu o olhava
Tumulto dentro de mim por fora da organização.
Encontrei em você ruína e desgraça.
Longe desta mesma dimensão está quem vos fala.
Portas abertas de um inferno que tão logo seria meu.
Tua mão que afaga uma infeliz agregada.
Já não seria problema seu,
Portas abertas a procura de minha final entrada.
Vista a camisa, mas não dê o sangue. A melhor forma de não se decepcionar em uma organização, principalmente governamental, onde nem sempre quem merece é reconhecido. Dê o sangue se for empreender, para sua empresa e clientes.
Tudo na vida é uma questão de valores, valorizam-se coisas e pessoas, no entanto, nem sempre a importância que damos a alguém é o que realmente ela merece ter, ame-se acima de tudo e saiba retribuir a generosidade das pessoas sinceras.
Não existe nada que se preste mais a resgatar o sentimento de justiça nas pessoas do que quando se vê alguém colocado no lugar onde sempre mereceu estar.
"Sentidos vagando em dispersão,
Olhos abertos apenas para ver,
Te ler feito um livro,
Ouvir tua doce voz e crer que tornei-te minha dimensão.
Desgovernada mergulho em planos incertos,
Incerta me desgoverno.
A relação desse agora sem méritos,
Me aquecendo no frio do teu inverno."
Atesta-se que nem o defensor mantém a crença na própria tese quando o contraditório - que justifica sua atuação - abandona o mérito e se concentra em manobras que possam impedir o julgamento da ação.
