Homenagem para meu Irmao de Sangue
O GUERREIRO
Minha sina é guerrear
Defender minha nação
Nunca tive opção
Já nasci para lutar
Vivo só para matar
Cavaleiro de cruzada
Carrego a minha espada
Sangue na ponta da lança
Do inimigo na matança
Alma já dilacerada
Angústia de Influência
A mulher e o toureiro
têm em comum o cheiro
de sangue no esmero da roupa
têm em comum a graça
com que transpassam
a besta com a capa e a espada
têm em comum o estro
poético do gesto antes da
morte, os olhos de martírio
o homem-fera
babuja a bainha da Valquíria
quando
o infinito
lavra no lacre
seu sinete:
a besta expira, atônita
diante da verônica
de Manolete
Vou lhe falar de um só Deus
Que mudará a sua vida
Numa cruz morreu
Doou o Seu sangue
Só pra curar as suas feridas
Tradição no Vale do Mucuri
O povo do Vale do Mucuri carrega no coração o sangue da liberdade; traduz a riqueza mineral em seu solo; a natureza viva; abundância hídrica de seus rios e cachoeiras; sua tradição de feiras culturais, de musicalidade, de artes, manifestações culturais de um povo frenético, homens de caráter inabalável, a beleza na literatura, nas ciências jurídicas, do talento e quimeras reais, gente humilde que brilha, que reluz, que impõe respeito e força de lutar em prol dos objetivos perseguidos.
Tua casa é onde tá teu sangue. Onde estão tuas irmãs. Aí é onde é tua casa.
Vivemos em tempos "sombrios", tempos de diplomatas duvidosos e de acordos de paz, assinados por mãos que estão sujas de sangue.
Durante meio século
A poesia foi
O paraíso do bobo solene.
Até que cheguei eu
e me instalei com minha montanha-russa.
Subam, se quiserem.
Claro que não me responsabilizo se saírem
Botando sangue pela boca e pelo nariz
Jovens
Escrevam o que quiserem
No estilo que acharem melhor
Já correu sangue demais por baixo das pontes
Pra continuar acreditando – acredito
Que só se pode seguir um caminho:
Em poesia tudo é permitido
Me sinto sucumbindo nesse amor, um vício venenoso que me dilaceraaos poucos. tenho sede desse sofrimento, como se so me sentisse viva quando estivesse sentindo essa angustia. Tal sadismo me mata. aos poucos não pertenço mais a esse mundo, aos poucos vou criando meu próprio mundo, um mundo obscuro,repleto de sangue, lágrimas e mágoas. Será que ele me ama? Não sei mais. Queria ter a certeza do seu amor, pois só assim voltarei a sorrir, quando ouvir de sua boca que me ama, que sou sua pequena e que ficaremos juntos; nesse dia, serei a pessoa mais feliz do mundo,meu mundo voltará a brilhar, encherá de borboletas e cores;até lá, até esse dia chegar, meu mundo parecerá cenário de uma guerra sangrenta.
Faminta por sangue
"Me levanto faminta por sangue
Quero saciar minha fome
Uma fome, que me traz solidão
Quero o coração dele para mim
Quando a noite entra
A minha fome aumenta
Meus "DEMÔNIOS" ficam a flor da pele
Pois a caça ao sangue começa
Saio como uma vampira pelos becos
Em busca de meu alimento
Sinto o prazer em minha caça
Ficaria com mais prazer
Se a presa que desejo cooperasse
Continuo sugando diversos tipos de sangue
Mas, o sangue que desejo foge de mim
Parece que não me deseja ou sente medo
Ele bem que poderia se jogar em meus braços,
como um inocente indefeso
Enquanto isso não acontece
Sigo em busca de sangue
Vou atrás do que sempre quis, sangue
Mas, nunca o de quem desejo
Sugo sangue de diversos tipos
Normalmente de almas impuras
Almas sujas
Que me trazem a solidão e o desejo por mais
Vou em busca da cura
Mas, a cura foge de mim
Podem me dar o mundo
Podem me dar o submundo
Podem me dar tudo
Pois nada me trará a felicidade que desejo
Uma felicidade falsa
É uma falsa vida
Para quê viver uma falsa vida
Quando posso me livrar de tudo isso?"
sangue paradise
Estava pensando...
O que é real?
estamos apenas sonhando,
ou vivendo o Atual?
será que tenho mesmo voz?
será que meus olhos enxergam tudo?
será que aqui estou existindo?
Será que... os Humanos... nós somos nós?
já alucino de pensar,
esse não é meu maior sonho...
nem sei mais do que tô falando,
isso só me faz cansar...
Eu perguntei demais....
esse era meu maior pesadelo,
não posso Vencê-lo,
A morte me deseja mais.
Calma! deixa eu explicar!
não é necessario me matar...
Ah... tarde demais agora...
a faca agora me consola.
A peneira da seletividade não começa na infância, afinal lá temos a inocente mania de achar que família são todos que tem o mesmo sangue que a gente.
A vida adulta chega e com ela também chega o que a Bíblia chama de dia mal. E não queiram saber como esse dia dói, penso que a Ciência jamais explicará o que sente aquele que o vivenciou. Um vazio que nem a vasta imensidão das coisas criadas conseguiria preencher, uma dor que nem o mais eficaz dos remédios poderia resolver.
Nesse momento a consanguinidade se torna tão ínfima que uma mágica acontece, os lindos laços vermelhos da infância, representados pelo sangue, se transformam em laços brancos, representados pelo Espírito. Afinal aonde o sangue não se faz presente, o espírito não se faz ausente.
E mesmo que estejam cuspindo sangue, aqueles que seguem em frente e cuidam de todos são os mais facilmente esquecidos.
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