Homenagem para meu Irmao de Sangue
Alma fria e calculista, foi embora e me deixou, lavou meu coração de sangue, sem se importar com a minha dor.
Se eu pudesse escrever nos liquidos como escrevo nos solidos , escreveria-te no meu sangue para circulares e me manteres vivo
Cara, cada dia mais inspiro, expiro, vivo mais adrenalina no meu sangue! Cada dia dou mais injeção de vida em minha alma! Cada vez mais me sinto vivo para poder gastar o motor corpo humano...
Hoje quero todo o vinho, hoje meu sangue derramado vai ter um novo sabor, é o mais velho, o mais saboroso, é o sangue dos imortais e esse é servido aos homens que perderam sua fé.
Sangue do meu Sangue
Escorres pelas minhas veias, És como cantos das sereias;
Força de uma família guerreira, vermelho muito vermelho...
Borbulhas e fazes bater meu coração, me dás toda a razão,
Me encorajas quando digo não, me dás forças nas minhas mãos, Vermelho muito vermelho...
Em comum com meus ancestrais, presentes no meu pai. Banda que mais se expande este é o Sangue do meu Sangue, Vermelho muito vermelho...
Não tenho medo
Não tenho medo da vida
E com ela bato de frente,
Tenho a guerra em meu sangue,
Tenho um coração valente.
Medo um dia tive,
Mas medo terei jamais,
Pois hoje aprendi viver,
E vi quanto sou capaz.
Em guerras mergulhei,
E me afoguei na solidão,
Vivia sempre tristonho
Pois não tinha mas razão.
Hoje seu feliz ,
Pois na guerra não tenho medo,
De contar os meus segredos,
De tudo que um dia fiz.
Como planejar sonhos já planejados
Como olhar nos olhos errados
meu sangue agora corre
Como encontrar calor sem meu toque
Como dançar com melodias copiadas e não inventadas
Até mesmo como brigar, brigas já brigadas
Como dizer as mesmas palavras pra outra pessoa
Em pensar que rio engole canoa
(...)
como, se na bagunça do teu coraçao
Meu sangue corre em outras veias, e se perdeu.
Como atrair corpos que não se atraem,
Como ofuscar com sorrisos falsos de felicidade,
Como desafiar o próprio destino, se o tempo não soa igual pra todos.
Esmagada e gasto pelo Tempo ;as horas tiveram secado o meu sangue e coberto o cenho morno
Com linhas e rugas; quando a sua fresca manhã as regras da insonia me sugam
Ascender à alta noite senil,
Minguarem, ou sumirem de vista, a possibilidade de se rei
Roubaram o tesouro da minha primavera; hó princesa minha
Por esse tempo agora eu me oponho e me desfaleço
Contra a faca cruel da confusa mentalidade as vezes infantil
Sem o ponto final eles jamais ceifará da lembrança
Na suavidade do meu amor, embora lhe tire a vida
Nestas negras linhas ficará a sua beleza, estampada com meu sangue
à decadência da idade; e o medo do fogo as altas torres são destruídas, e eu ainda continuo aqui
E o eterno escravo do metal entregue à mortal ira; de estar só
Ao ver o oceano faminto ganhar as pedras da minha alma
Vantagem sobre os domínios das encostas;
E a terra firme avançar sobre o braço de água, gota gota me sacio do oceanos
Equilibrando-se tal mudança de condição,
Mesmo insuportável não ensino a pensar a ruína:
Que o tempo virá e levará o meu amor "lagrimas' ou as laminas fará-me ver a nirvana?
Este pensamento é mortal, sem outra escolha?
Senão lamentar ter o que se temer ou perder
Por Charlanes Oliveira Santos
Meu lado é o mesmo daquele no qual o coração bate. A cor do meu sangue representa a minha ideologia. Por humanidade e convicção sou de esquerda.
Meu sangue é português, minha alma luso-brasileiro, às vezes me sinto um estranho, na terra que me viu nascer.
Minha alma de criança
Meu sangue português
Meus pés entre o céu e a terra
Minha mente de poeta
Minha vida é minha alma de de criança
Meus pensamentos... minha poesia
Simplesmente um desejo puro
do meu espírito de nenino
O meu coração com fome em falta da fartura se desmorona por não haver teus desejos como sangue quente que explode no instinto pessoa;
Vejo chuvas de dúvidas que me pergunta com os olhos se o meu sentimento é verdadeiro?
Perco-me sob a face das certezas desse amor que nem é transparente aos olhos, mas o teu riso acalenta as lembranças da perda informal;
Deus me dê à direção, pois estou perdido no meu subconsciente com lágrimas de sangue pedindo o meu ultimo perdão;
Imploro com o meu clamor sua misericórdia para que eu possa continuar a respirar minha vida;
Não quero padecer nesse paraíso que invento para acalentar o meu próprio coração;
Derramarei tinta vermelha para que pense que és o meu sangue
Que pareça que a minha loucura tenho retirado minha vida
Ou que chame a sua atenção e te faça se importar comigo...
Por que não me enxerga? Por que não imagina
Tenho tanto para te completar em uma simples palavra
Que aguça a minha curiosidade e tenho certeza que a sua também...
Que se a oportunidade vier para sempre irei te amar;
Não quero escolher pelos convênios que fazem o meu sangue ferver, mas a descrença que aposta à vida nunca poderá ser uma escola segura;
Em um gole de vinho me excedo... Excito-me quando o meu sangue ferve desejando todo o teu corpo em um tanto para me satisfazer;
Derramo proposital uma taça de vinho em tua pele cheirosa no qual eu tenha as desculpas de enxugá-la ou lambuzar-te um tanto em exagero;
Entendo que é uma bela combinação... Para beber uma taça de vinho tinto e para amar você que tanto me enlouquece...
Meu sangue é imortal, sangue do meu coração puro e leal com a força de um guerreiro apaixonado;
Com palavras honrosa faz sobreviver o sentimento que nunca foi lenda, pois fui carne agora sentimentos;
Vejo a estrada que trilhei entre a tempestade, mas amei meus desafios e não morri, colho agora minhas vitórias;
Nunca consegui fugir de tudo que me envolveu de forma que me fizesse no mais em seu coração;
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