Homenagem para meu Irmao de Sangue

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Até os momentos mais sombrios escondem uma alegria, uma solução pode ser encontrada no lugar menos esperado e o mágico e o corriqueiro caminham juntos para transformar nossas vidas.

Inserida por renatamarinhoo1

Bem vindos ao meu mundo!


Cada batimento cardíaco me lembra uma historia;
De sangue, lagrimas, dor e gloria;
Seja ele de romance inabalável;
Liberdade de um povo sofrido;
Ou as loucuras de um ser corrompido;
Cada suspiro me lembra um lugar medieval;
Onde princesas são princesas;
Reis são reis e príncipes são sapos;
Ou os velhos são mágicos;
Cada gota do meu suor me lembra o passado carrasco;
De generais enviados do inferno;
Civis que se tornam enfermos;
E soldados que choram sobre seu pedaço de ferrugem;
Cada cicatriz me lembra um sonho;
Onde eu caio e nunca morro;
Meus gritos silenciosos de socorro;
Ou a vida de meu amor que se esvai entre meus dedos;
Minhas palavras fazem o que meus olhos escondem;
Falam coisas que são segredos;
Falam de um homem que tem muita frieza;
Mas tem o mesmo em amor;
Que não tem riquezas em proporções épicas;
Mas tem amor que transborda em seus olhos;
Fala de um homem que tem respostas;
Mas lhe faltam as perguntas;
Falam de um homem que é um menino;
E de um menino que sonha em ser um homem;
Fala de paixões impossíveis;
De historias que não lhe pertencem;
De um corpo e vida que não é a dele;
Fala de tudo que ele teme;
Fala de tudo que ele deve ser.

Inserida por Blasius

A solidão era meu ás de espadas. Precisava dela para engrandecer minha realidade. Eu valorizava de verdade o ócio, era viciante. Estar sozinho comigo era o santuário.

⁠Seu amor era corrosivo e saiu danificando tudo aqui dentro e o meu coração foi o mais atingido, você fez um estrago irreversível.

RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA

O meu querer é transitivo direto,
Pois te quero objeto direto, direto,...
Também pode ser transitivo indireto,
Só quando um “a”,
Preposição do amor,
Se interpõe entre nós,
Então, contrariando a regência,
Nesta relação de dependência,
Faz-me termo regido,
Porque, sem tua presença,
Tudo fica sem sentido;
Pensando bem,
Quero-te no infinito,
Quero-te por definitivo.

Meu crime foi te amar
enquanto você assassinava
o meu coração aos poucos.

XODÓ
Morena, meu chamego,
Tua ausência me tira o sossego.
Faz-me falta teu afago.
Se não voltares logo,
De saudades me afogo.
Como viver sem teu aconchego?

⁠Amy, troquei o calor do teu abraço pela frieza da noite, mas o vazio do meu coração ainda ecoa o teu nome.

Livre pra escolher meu caminho esqueço a dor e te deixo sozinho porque eu quero quero mais do que uma história triste da garota que odeia alguém que não existe, mesmo que você tente me convencer que o tempo um dia tudo vai resolver, que não vai dar em nada! So estou machucada pare com isso sei que não estou errada.

Inserida por Djamila

Para o meu amor

B ela mulher dos cabelos cacheados
I nigualável em sua beleza
S ensual e sexy
C aramba como eu amo essa morena
O usada demais para me deixar feliz
I ncrivel amor que ela transmite
T eimosa porém Formosa
I deal para me fazer a pessoa mais feliz
N ao deixa nada abalar
H onesta com tudo
O rgulhosa do seu jeito

Isso define você meu amor te amo ❤❤

Inserida por felipe_mello

Isso não é o que ela desejaria para você. Não é o que eu quero para o meu povo.

Inserida por pensador

Acho que este é o meu novo lugar preferido na Terra.

Inserida por pensador

Meu primero poema


Não entendi muito bem sobre poema o que significava
mais quando eu comecei a entender tudo começou a ficar
mais fácil, eu só quero colocar tudo que estar em meus
pensamentos esse silêncio estar me matando aos pouco,
e irei consegui a escrever tudo não aguanto mais.













Inserida por brunlais20

Esse momento precioso de agonia é o ponto alto do meu dia.

Inserida por pensador

⁠Por cada estrela que brilha sobre esta cidade, sinto um espinho cravar-se mais fundo em meu peito por tua ausência.

Inserida por ronnyricky

⁠Amy,

por cada estrela que brilha sobre esta cidade, sinto um espinho cravar-se mais fundo em meu peito por tua ausência. as noites aqui são longas, o céu é vasto e frio, um manto escuro sobre uma terra que não me acolhe.

entre os brilhos distantes, me perco pensando em ti, como se cada estrela fosse uma palavra não dita, uma lembrança de um tempo que não volta.

o inverno russo é severo, e seu frio entra em meus ossos, como se quisesse tomar o que ainda resta de calor em mim, mas é a tua falta, Amy, que me fere mais fundo, que gela o meu coração de um modo que nem este inverno consegue. fecho os olhos e tento recordar teu rosto, teu sorriso, o som de tua voz.

são apenas sombras que dançam sob as luzes distantes. e, no entanto, essas lembranças me sustentam, me dão força, mesmo que dilacerem.

eu sigo aqui, neste lugar que parece ter esquecido o sol, onde os dias se arrastam como fantasmas e as noites me devoram. mas, em todos os instantes, é o teu nome que trago comigo, como uma chama que insisto em manter acesa, mesmo no meio da tempestade.

espero que estas palavras possam encontrar algum calor em teu coração, como um raio de luz atravessando uma janela em meio ao inverno.

com saudade,

R.D.

Inserida por ronnyricky

A Alegria na Tristeza

O título desse texto na verdade não é meu, e sim de um poema do uruguaio Mario Benedetti. No original, chama-se "Alegría de la tristeza" e está no livro "La vida ese paréntesis" que, até onde sei, permanece inédito no Brasil.

O poema diz que a gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir. Além disso, as pessoas estão sem dinheiro. Quem tem emprego, segura. Quem não tem, procura. Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado. E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música. Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada. Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais. Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido. Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões. E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada. Triste é não sentir nada.

Martha Medeiros
Crônica "A Alegria na Tristeza", 1999.

Nota: Texto originalmente publicado na coluna de Martha Medeiros, no website Almas Gêmeas, a 8 de março de 1999.

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Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

Pablo Neruda
Os versos do Capitão

com as pedras que me atiras, construirei meu castelo...

– Se você fosse meu marido, eu envenenaria o seu chá.
– Se eu fosse o seu marido, eu tomaria esse chá.

Desconhecido

Nota: O diálogo bem-humorado costuma ser atribuído a Winston Churchill e Nancy Astor, porém, a versão mais antiga de que se tem notícia é de um relato do episódio com pessoas anônimas em jornal de Nova York em 1899.

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