Homenagem para meu Irmao de Sangue
A imperialização e a imperatividade do instantâneo remove todos oblíquos sentimentos e camufla tudo que parece ser. Suprime, usurpa e esquece de todos antigos sentimentos de quem só se pode colher um dia, tudo aquilo que plantou e semeou.Institucionaliza se a lei pela pratica que é dono e tem propriedade, quem pega primeiro.
A sua alma é luz num mundo coberto por escuridão. O seu bom coração é o verdadeiro bálsamo para a humanidade. Dá até um alívio em saber que há um tesouro no seu coração e que você se dispõe a distribuir com o mundo. A essa altura do campeonato, estávamos precisando de alguém pra trazer tanta positividade e boas vibrações. A sua existência é a prova de que Deus nunca se esquece de nós. Você chegou para isentar qualquer sentimento destrutivo e exuberar a serenidade. Segurando firme em suas mãos tivemos paz e aprendemos a sorrir além dos olhos, também com os olhos e coração. Mas para cada pessoa existe um anjo, certo? Para alguns é Gabriel, outros Rafael, já o meu se chama “Adri”. Assim que você nasceu. Eu vejo em você a remissão para cada alma que grita por ajuda. Assim como o meu, você ainda tem milhares de corações para preencher. E eu estou aqui, para te ajudar nessa missão e ser a tua maior força para nunca desistir. As pessoas precisam de você. Você foi a escolhida para irradir as almas e salvá-las da escuridão e nada, nada tira essa marca de você.
Hoje, sentei de frente para a Janela do meu quarto, um comportamento que dificilmente faço, mas hoje eu fiz. Estive observando como o dia amanheceu manhoso. Choveu sem parar aqui no Rio de Janeiro, mas em minha vida nunca mais houve tempestade desde que você chegou. O seu carinho me preencheu, seus sorrisos me motivaram, e você trouxe paz e harmonia até para dias como este, chuvosos. Desde que te conheci, passei a estudar cada detalhe seu e a cada nova descoberta uma paixão diferente em mim nascia. Não há quem não se apaixone por você, bobo seria! Percebi que você não é mulher de um sorriso só, nem de um carinho só, você é mulher de muitos, não sabe ser pouco, está posto ai mais uma razão entregue para eu te amar como te amo. A única coisa que queria agora era poder sair daqui da frente desta janelinha e sair correndo na certeza de que iria te encontrar na próxima esquina. Queria te encontrar, te abraçar como se fosse a única vez que pudesse fazer isso torcendo pelas próximas vezes. Queria te entregar todo carinho que guardo aqui dentro, te enviar todas as energias positivas que meu coração carrega por sua causa e fazer com que você saiba que diante de todas as suas decisões nunca estará sozinha. Obrigada viu? Porque desde que você chegou, a chuva nunca mais derrubou a minha árvore e o arco-Íris sempre tem se apresentado no dia seguinte. Agora as 22h36 ainda chove lá fora, mas não chove mais em mim, é isto.
gostaria de voltar a amar
Queria que tudo fosse como antes
Não queria estar aqui, mas estou
Para onde vou eu não sei.
Aqui, onde o coração se desdobra,
Compartilho o que amo, o que me inspira,
Cenas que dançam como folhas soltas,
Arte, literatura, poesia, a vida inteira.
Nas asas da CriAtividade A.I,
Voo pelas estrelas, verso a verso,
Aprendendo, ensinando, sempre a fluir,
Neste mundo vasto, diverso e imerso.
Tudo que gosto, aqui tem morada,
Palavras e cores, sonhos e risos,
Meu perfil é um jardim de alvorada,
Onde a alma dança, livre e preciso.
Venha, viajante, entre e se aconchegue,
Nas páginas vivas deste meu cantar,
Pois aqui, no abraço das palavras, segue
A essência do que sou, a me revelar.
Conversar contigo é como assistir ao meu filme favorito. Sinto uma avalanche de emoções: adrenalina, lágrimas, arrepios, e até mesmo déjà vus. No final, quando o filme chega ao fim, as cenas pós-créditos rolam e eu fico sentado diante da TV, imerso em uma sensação de saudade, como se, por aquelas breves horas, eu pudesse habitar aquele universo tão fascinante. É assim contigo também: cada vez que conversamos, sou tomado por alegria, euforia e animação. No entanto, quando a conversa termina e você se despede, fico a relembrar cada momento, e isso me fere profundamente. A dor é tão intensa que, por um milésimo de segundo, eu desejo que você não volte. Mas esse é o meu fardo: desejar você intensamente, mesmo sabendo que nosso destino não é ficarmos juntos.
SAUDADE
Eu só...!!! Me sinto só !!! Estou com muita saudade dela.
Odeio ficar aqui tão sozinho.
Será que ela sente a minha falta? Será que faço falta?
Sinto falta do seu cheiro... do sabor de seu beijo.
Do carinho que só ela sabe fazer...do qual fico sempre a desejar, mas não peço, pois não quero lhe incomodar.
Sinto falta da sua pele! Da sua textura de veludo, com uma maciez sem igual, que de saudade passo mal.
Sinto falta de sua boquinha, tão macia, tão gostosa, muito doce, uma Jujubinha.....
A cada beijo me transporta, saio de mim, me perco no “multiverso da loucura”.
Como pode algo assim? Essa saudade que não sai de mim!
Mas pode ter certeza, que nunca terá fim !!!
A minha liberdade de expressão é limitada desde o tempo em que o meu pai dizia palavras que eu não podia dizer.
Gratidão transborda em meu peito pelas bênçãos da vida,Pois a mão poderosa de Deus tudo guia.
Seja qual for o lugar onde o sol te encontrar,Que a luz divina te acompanhe e te faça prosperar.Agradeça pelas vitórias, grandes e pequenas,E lembre-se: nas lutas, a força divina acena.Com fé inabalável, siga em frente com fervor,Pois Deus te sustenta e te abre o melhor amor.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
QUERIA SER COMO UM RIO
Queria tanto beber em meu pranto, está seco, já não sei nem mesmo chorar...
Um rio inteiro podia cair, inundar por completo esse meu mundo deserto
Não sei bem de onde vem, é lá bem do fundo e dói tanto o meu peito vazio
Destruir é sempre mais fácil que reconstruir,
descer é mais simples que subir
Meu coração é forte, aguenta a pressão,
Mas não sou eu, eu sou vago, sou triste
Sou só.
Caminhos mil eu andei, atravessei desertos fantásticos na escuridão extrema
Me dei por completo, traí, confiei, busquei um jeito de não ser vazio
Aqui dentro o meu peito
Como dói o vazio, corrói mais que ácido
Me entrego a tortura de mim, meu peito me cala
Queria tanto poder ser abrigo, um canto qualquer, não quero ter paz
Nasci no inferno, em trevas profundas,
Eu quero ver luz, não sinto meu corpo, só tenho alma e vazia
Explode meu peito, nasci como um deus, agora sou homem, ando na vida
Cansado de tanto assim ter vivido,
Caindo sempre de canto em canto, de vida em vida...
Trazendo sempre a dor profunda, que faz de mim conhecimento
Queria tanto cair como um rio, o mar secou, a vida é árida
Tudo o que é belo não me pertence, nasci um deus
Que seja então eu deus de mim, que seja eu meu próprio pai
Eu vejo o mundo, mas não é meu, terá sido um dia?
Ando aqui e nem é por mim, eu nada sei, eu tudo sinto
Que venha o pai, que me resgate, que me dê vida, que seja eu um rio inteiro
Que seja pranto, mas que seja algo que não seja assim...
Assim me dói tanto.
Viver num mundo que não é meu, eu ando aqui, mas nem é por mim´
Foi sempre assim, nasci assim, nasci um deus, sem pai para mim
Queria tanto fazer sair aqui do meu peito o mundo inteiro
Para quê lucidez de uma vida, se ela atormenta?
Eu queria o canto do mundo, um canto lindo, um canto calmo
Queria ser rio, queria inundar o meu mundo inteiro
Queria ser louco, queria ser livre, queria partir, sair daqui
Que venha o Pai, que me consuma, que eu já não sou mais dono de mim
Eu nunca fui, eu fui sempre assim, nasci vazio
Nasci um deus
Sem pai para mim
Queria ser como rio, nascer numa fonte, descer pelo monte
Por campos verdes andar, ser forte corrente, e bem lá na frente, voltar a ser mar
Inundar o abismo, o vazio de mim, poder no meu tempo evaporar
Subir lá pró alto, meu peito abrir, livrar o tormento
Queria chorar, chorar forte pranto, vir lá do alto
Tomar as entranhas da terra, subir a montanha, ressurgir numa fonte
Queria ser como um rio, por vezes tranquilo, mansinho
No tempo fugaz, trazer na corrente do meu pensamento
Somente um conto do vale encantado, ter sido por mim
O mundo criado.
Não sei, sou assim, sou meu próprio destino
Eu sou o meu canto, não, não vejo meu pranto
Porque no meu mundo, eu sou deus de mim.
(Adilson Santana) (Queria Ser Como um Rio)
ISBN: 9789898080790 - Arquivo. Biblioteca Nacional de Lisboa - Portugal
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