Homem Palavra
Somente o espelho mostra a verdade do homem exterior, porém a esposa pode mostrá-lo a verdade interior, por meio da reação e defeitos de suas palavras.
Jeová é o nome do nosso Criador, o nosso único Deus.
Jesus Cristo significa o homem que foi crucificado, o Filho de Jeová Deus que todos chamam de Jesus Cristo. É
Emanuel significa "Deus está conosco".
Feliz é a mulher que tem um homem que ama, cuida, protege e provê.
Feliz é o homem que tem uma mulher sábia, amorosa, fiel e companheira.
Quando um casal coloca Deus no centro, o lar deixa de ser apenas uma casa e se transforma em um lugar de paz, amor e segurança.
E os filhos?
São como ramos de uma árvore: crescem fortes quando suas raízes estão firmadas no amor, no respeito e nos ensinamentos de Deus. 🌳
📖 “A mulher sábia edifica a sua casa.”
Provérbios 14:1
📖 “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.”
Salmos 127:1
Não existe família perfeita.
Existe família que escolhe permanecer unida, perdoar, recomeçar e colocar Deus à frente de tudo.
Que nossas casas tenham menos orgulho e mais diálogo, menos cobrança e mais compreensão, menos distância e mais amor.
Porque uma família verdadeiramente abençoada não é aquela que não enfrenta tempestades, mas aquela que tem raízes fortes para não cair quando elas chegam. 🙏❤️
Ribs
Feliz é a mulher que tem um homem provedor e amoroso e feliz o homem que tem uma mulher sabia e amorosa, na sua casa tudo vai bem e seus filhos são como ramos saudáveis numa árvore de raiz forte.
O homem inventou mil idiomas para se entender, mas esqueceu que já nasceu fluente em um: a música. Ela é compreendida por quem ainda nem aprendeu a existir.
“A mulher não precisa competir com o homem; ela precisa ser plenamente mulher, assim como o homem precisa ser plenamente homem. A harmonia entre os dois não nasce da disputa, mas da complementaridade. Onde há competição dentro de um relacionamento, alguém deixa de ser companheiro para se tornar adversário.
Liderança não é privilégio, é o peso da responsabilidade. O homem que lidera assume sobre si o dever de proteger, prover, oferecer segurança e conforto à sua esposa e à sua família. Não há glória nisso, apenas o compromisso de carregar um fardo que escolheu assumir.
Quando os papéis se invertem, mudam também os encargos. A mulher passa a suportar o peso da liderança, das decisões e das responsabilidades, enquanto o homem, se acomodado, encontra um terreno fértil para a própria omissão. Ideologias que confundem igualdade com disputa acabam, muitas vezes, incentivando esse desequilíbrio. E o homem sem caráter ou senso de dever dificilmente rejeitará uma posição em que nada lhe é exigido. Afinal, quem não precisa responder por seus deveres tende a viver apenas para satisfazer as próprias conveniências, existindo sem propósito e sem a nobreza que a responsabilidade confere.”
Maldito seja o cristão que, para defender um político, precisa odiar um irmão. Fez de um homem seu messias, de um partido sua igreja e da política sua religião. Carrega Cristo na boca enquanto crucifica tudo o que Ele ensinou.
A Arte da Necrofagia
O homem já não caça.
Habita corredores de luz artificial,
onde cadáveres repousam
sob o brilho estéril das vitrines.
Não há grito.
Não há perseguição.
Não há olhos fitando olhos
antes do fim.
A morte lhe chega limpa.
Lavada em conservantes,
selada a vácuo,
temperada com ervas
para que a consciência
não reconheça o odor da ruína.
E então mastiga.
Mastiga distraído,
enquanto conversa sobre o tempo,
sobre dinheiro,
sobre a próxima manhã.
Como se não houvesse um corpo
silenciosamente desfeito
entre seus dentes.
Há um necrófago refinado
sentado à mesa da civilização.
Usa perfume,
traja linho,
ergue taças em celebração
sobre túmulos invisíveis.
Especializou-se na arte
de consumir a morte
sem precisar contemplá-la.
Porque o homem moderno
não suporta o peso daquilo que devora.
Por isso cobre o cadáver com molhos,
renomeia músculos como iguarias,
transforma vísceras em tradição
e sangue em mercado.
O abutre, ao menos,
desce faminto sobre a carne exposta
e não profana a verdade do apodrecimento.
Mas o homem…
o homem embalsama a própria cegueira
e, com requinte, a serve quente no jantar.
O Aparente Fracasso do Homem Espiritual
Por que me fizeste sentir tão fundo,
Se tudo o que toco se vai?
Carrego nos olhos o mundo,
Mas dentro… só há o jamais.
Fui verso jogado ao vazio,
Fui fogo querendo calor.
Fui rio pedindo abrigo,
Mas só recebi desamor.
Falei com o alto silêncio,
E ele me ouviu sem falar.
Toquei no tempo que escoa,
Mas ele não quis parar.
De que vale saber o caminho,
Se o passo me pesa demais?
De que vale ver o destino,
Se ele sangra em sinais?
Quis tanto amar sem medida,
Mas o peito virou prisão.
Hoje sou sombra ferida
De uma antiga canção.
E mesmo sangrando no escuro,
Há algo maior que o reverso.
Não estou só, nem perdido:
Eu habito no seio da Mãe do Universo.
Há um buraco no peito da humanidade.
Uma fome que não se sacia.
Uma sede que não é de água,
nem de pão,
nem de toque.
É um vazio estranho,
íntimo,
incômodo —
mas também familiar.
Tentamos preenchê-lo com coisas:
compras, conquistas, curtidas.
Enchemos de distrações,
de ruídos,
de excessos.
Mas quanto mais colocamos,
mais ele se abre.
Porque não é um vazio de falta...
É um vazio de excesso.
Excesso de mentiras.
Excesso de ausências.
Excesso de vida vivida pra fora,
pra parecer,
pra performar.
O vazio que nos habita
não se preenche com ter,
nem com ser alguém aos olhos do mundo.
Ele se aquieta quando lembramos…
que somos mais do que a casca.
Mais do que o nome, o cargo, o corpo.
Ele se rende
quando a gente para,
se escuta,
e deixa espaço
pra aquilo que não tem nome —
mas sempre esteve aqui.
E só atravessa…
quem tem coragem de não fugir mais de si.
É no centro desse vazio
que mora a porta.
Pra dentro.
Pra casa.
Pra Fonte.
Os feitos de um grande homem ultrapassam suas fraquezas pessoais, ainda que imperfeito, não desista de buscar a Deus,
só assim seremos perfeitos como ele é!
AOS PSIQUIATRAS A PROCURA DE FAMA E APROVAÇÃO - A VOZ QUE NÃO CABE NO MANUAL
Quando um homem normal escreve sobre o autismo, dizem que é ciência.
Quando um autista escreve sobre o homem normal ou sua própria experiência, dizem que é delírio.
O primeiro ganha aplausos, o segundo ganha silêncio e às vezes, diagnóstico para pertencer ao circo imaginário.
Parece que o mundo só aceita a diferença quando ela vem traduzida no idioma da maioria?
Mas há coisas que só quem vive pode dizer. E o que se vive, não se explica, se revela, não se inventa ou distorce para próprio benéficio.
Talvez seja isso que tanto assuste,
ver a lucidez onde esperavam loucura,
ou encontrar humanidade onde só enxergavam um caso clínico?
Enquanto isso, seguimos escrevendo,
não para provar que existimos,
mas para lembrar que pensar diferente
também é uma forma de poesia.
Lembre da hora da morte, daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.
“O desenvolvimento intelectual do homem colocou em perigo a própria vida social. As suas invenções, criadas para proporcionar segurança e tranquilidade, acabaram por trazer ao mundo novos medos, mostrando que nem todo progresso é sinónimo de paz.”
Daniel Perato Furucuto
