Homem Palavra
Assim como Deus não abandona a sua criação, o homem também não deveria abandonar os seus filhos e a sua família.
Quando um homem que nunca foi valorizado encontra uma mulher que nunca foi amada como merecia, não é acaso — é reconhecimento. É o encontro de duas dores que aprenderam a sobreviver em silêncio, carregando no peito histórias que poucos souberam ouvir.
Eles não chegam inteiros, chegam verdadeiros. Trazem cicatrizes visíveis na alma, o coração cauteloso, mas ainda capaz de sentir. Não fingem perfeição, oferecem honestidade e a coragem de tentar outra vez.
Já tocaram o fundo sozinhos e aprenderam a se reerguer sem aplausos. Por isso, quando se encontram, não exigem promessas vazias — oferecem presença, cuidado e a escolha diária de permanecer.
O amor que nasce ali não é frágil. É feito de respeito, parceria e consciência. Não grita, não implora, não machuca. Como um verdadeiro time, sabem que com esse amor não se brinca.
O homem que nunca foi amado
Ele cresceu aprendendo a ser forte em silêncio, a engolir afetos como quem engole o choro.
Construiu muralhas onde
deveria haver abraços echamou
de maturidade a ausência
de quem nunca ficou.
No peito, carrega um amor sem treino, desajeitado, mas verdadeiro.
Ama do jeito que consegue,
com medo de ser demais,
com medo de não ser suficiente,
sempre achando que sentir é um erro.
Mas existe um dia
— sempre existe
— em que alguém atravessa suas defesas sem pedir permissão.
E então ele entende, tarde e bonito,
que não ter sido amado
nunca o impediu de ser amor.
Pai, cresci, vejo que tu és o homem abençoado por Deus, por ter me criado, me feito quem sou hoje, sou grato ao senhor e a Deus por tê-lo em minha vida e por ter me colocar nos bons caminhos, cresci e vejo a sua importância para o meu crescimento nesta vida. Te Amo Pai. Que Deus te abençoe muito.
O amor
A flor
O beija-flor
O homem
A mulher
O bem-te-vi
O barro
A água
O joão-de-barro
O chão
A violeta
A borboleta
O sol
A lua
A presença sua
A busca de um Capuchinho
Vi um homem cujo coração não se prendeu às coisas deste mundo,mas antes de ser homem,foi apenas um pequeno choro em uma sala fria.
Era o ano dois mil.Enquanto muitos temiam o fim,a vida começava a florescer.Em meio ao caos daquele tempo,nascia um menino,um menino chamado Capuchinho.
Naquele instante,seu maior desejo não era conhecer o mundo,nem descobrir os caminhos da vida.Queria apenas o calor de sua mãe,seus braços quentinhos,seu colo, seu aconchego.
E naquela sala fria,o amor de uma mãe mostrou que há calor que nenhuma estação vence,há abraço que nenhum frio suporta,há amor que transforma qualquer começo em lar.
O tempo passou devagar,e quase dois anos se foram antes que Capuchinho decidisse caminhar.
Talvez soubesse, lá no fundo,que muitos caminhos o esperavam.Ou talvez simplesmente quisesse ficar mais um pouco naquele colo que tanto amava.
Mas um dia ele se levantou,deu seus primeiros passos e, ao olhar para sua mãe,encontrou em seus olhos a mais bonita das recompensas:
a alegria de uma mãe vendo seu filho caminhar.
E assim a vida continuou.
Ainda tão jovem,já aprendia a cuidar de quem um dia havia cuidado dele.
Não colecionou inimigos,mas conquistou muitos amigos.Não buscou vaidade,mas carregou humildade.
Tinha um coração gentil,daqueles que deixam marcassem precisar fazer barulho.
E talvez seu maior “defeito”fosse justamente este:
querer ser hoje um pouco melhor do que ontem.
Seu coração não desejava apenas as coisas passageiras deste mundo.Havia dentro dele uma pergunta maior,um desejo mais profundo:
“Como funciona o mundo de Deus?”
Queria compreender os caminhos do Senhor,queria conhecer a verdade,queria ser salvo,queria ser aprovado por Deus.
E em suas orações,havia uma sinceridade que poucos conheciam.
Ele dizia ao Senhor:
“Se eu já estiver pronto para a salvação,não prolongue meus dias a ponto de eu me perder pelo caminho.
E, se assim for possível,quando chegar a minha hora,que eu possa simplesmente dormir.”
Talvez ninguém pudesse imaginar que uma oração tão íntima um dia seria atendida.
Mas Deus conhece o coração que ninguém consegue enxergar.
E em 2026,quando chegou o tempo determinado,Capuchinho adormeceu.
Sem barulho.Sem grandes despedidas.Apenas fechou os olhos para este mundo e abriu o coração para a eternidade.
Talvez tenha sido a misericórdia que pediu.
Talvez tenha sido a resposta que esperava.
E agora ficam aqueles que o amaram.
Fica a família.Ficam os amigos.Ficam as histórias.Ficam os abraços que não se repetirão,as palavras que não serão ouvidas novamente,os momentos que o tempo jamais poderá apagar.
Porque algumas pessoas partem,mas não desaparecem.
Elas continuam vivendo nas lembranças,nos ensinamentos,nas histórias contadas com saudade,e principalmente dentro do coração de quem as amou.
Hoje, talvez exista silêncio onde havia sua voz.
Mas também existe gratidão por tudo o que foi vivido.
Porque Capuchinho não deixou apenas uma história.
Deixou amor.Deixou amizade.Deixou humildade.Deixou lembranças.Deixou saudade.
E se um dia alguém perguntar quem foi aquele homem que não tinha o coração preso às coisas deste mundo,talvez a resposta seja simples:
Foi um homem que nasceu querendo o colo de sua mãe,cresceu querendo cuidar dela,viveu querendo ser melhor,e partiu desejando apenas estar preparado para encontrar Deus.
Em memória de um Capuchinho.
Que sua história permaneça viva no coração daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e amá-lo.
@gs_capuchinho
O homem que domina a própria mente nunca precisa provar sua força. Ele sabe que respeito se conquista com caráter, inteligência e atitudes, não com barulho ou aparência.
-Jouberth Toffoli
TRUMP é um playboy mimado de 80 anos que nunca ouviu um não! LULA é um homem honrado, de 80 anos, que vai dizer a ele: "Não!"
Jesus Cristo foi um homem de grande conhecimento e sabedoria, dignos de um rei, mas foi perseguido e condenado por um crime considerado hediondo. Em razão disso, passou a conviver com os plebeus e a sofrer as consequências de sua condição e do meio em que estava inserido.
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O Menino Homem
Então, aquele menino homem subiu em seu cavalinho de cabo de vassoura, colocou o chapéu de guerreiro, feito de jornal, empunhou sua espada imaginária e partiu para sua batalha final.
Só que, desta vez, a batalha já não era de fantasia.
O confronto contra o monstro foi cruel, feroz e traiçoeiro. Uma batalha longa, dolorida e difícil. Ele lutou como sempre havia lutado: com coragem, esperança e a espada imaginária nas mãos.
Mas, infelizmente, o monstro venceu.
Hoje, já não há mais o menino homem.
Ele cavalga por outros planos, talvez ainda montado em seu cavalinho de cabo de vassoura, com seu chapéu de jornal e sua espada imaginária, pronto para enfrentar novas batalhas.
Fica para nós a lembrança daquele menino que, um dia, acreditou que podia vencer todos os monstros.
Adeus, menino homem.
Lembranças de um tempo que não volta.
