Homem Destroi Mundo
Esperança sentimento que eleva ou destrói o homem o poder de um homem está não apenas na sua fé mais esta em quem ele é e em quem ele escolhe ser os problemas sempre existiram mais cabe aos homens decidir sabiamente ponderando com o árduo pesar de que apenas uma solução será perfeita para tal problema ou então decidir errado e se afundar em arrependimentos.
"O Homem se constrói ou se destrói com a mesma intensidade, ficando somente como valores: o amor, amizade e a fé, ainda que está amizade venha junto com competitividade, e a fé incompreendida como o amor.
Aos mortais, restam as lágrimas e as memórias dos que foram ou do que foi... E ao artista, em qualquer tempo ou uma dessas situações, por sua arte e obra, será sempre imortal."
O homem medíocre ou comum, sente prazer, êxtase e orgulho de ser escravo daquilo que lhe destrói. Em vez de vencer a si próprio. Isso sim é uma grande virtude.
O único animal que ataca e destrói a própria especie se chama homem, e quando você enxergar um outro animal fazendo isso, pode ter certeza que foi treinado pelo homem!
Os imperialistas de agora pousam como os de outrora, como se fossem Deus. Deus não destrói, constrói. Deus não transmite ódio, semeia amor e paz.
O homem moderno é um DEUS: egoísta, vaidoso e orgulhoso. Ele se rende a tecnologia, destrói a natureza e extermina os animais.
A morte destrói o homem
Mesmo ele sendo capaz.
Destrói apenas o corpo
Mas a ideia, jamais.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
30/04/2024
Os maiores amores não são aqueles planejados e sim aqueles que acontecem derrepente, aqueles que acontecem por um sorriso, por um olhar, por um simples olá. Sendo assim, não planeje seu amor, só o viva, aproveite e não faça grandes planos, faça grandes ações.
Normalmente ela é o tipo de garota a qual os homens se sentem atraidos pelo sua beleza e suas curvas, mas dessa vez é diferente -talvez eu seja diferente- e por isso não me encantei por essas somente por essas virtudes. Sinto o desejo de mergulhar nesse profundo olhar para saber o porque de tanto mistério, sinto o desejo de tocar os seus lábios, mas somente para saber como conseguem ter um sorriso tão sincero e principalmente sinto o desejo de ter-te pra mim somente para saber como consegues me atrair de forma tão volúvel e densa ao mesmo tempo.
Pense menos, aja mais, porque é melhor se arrepender de ter errado do que arrepender-se por não ter feito o que queria.
Nós passamos a vida toda querendo que alguem nos ame, mas quando essa hora chega, a gente não tem a mínima noção do o que fazer.
Amei-te? Sim. Doidamente!
Amei-te com esse amor
Que traz vida e foi doente...
À beira de ti, as horas
Não eram horas: paravam.
E, longe de ti, o tempo
Era tempo, infelizmente...
Ai! esse amor que traz vida,
Cor, saúde... e foi doente!
Porém, voltavas e, então,
Os cardos davam camélias,
Os alecrins, açucenas,
As aves, brancos lilases,
E as ruas, todas morenas,
Eram tapetes de flores
Onde havia musgo, apenas...
E, enquanto subia a Lua,
Nas asas do vento brando,
O meu sangue ia passando
Da minha mão para a tua!
Por que te amei?
— Ninguém sabe
A causa daquele amor
Que traz vida e foi doente.
Talvez viesse da terra,
Quando a terra lembra a carne.
Talvez viesse da carne
Quando a carne lembra a alma!
Talvez viesse da noite
Quando a noite lembra o dia.
— Talvez viesse de mim.
E da minha poesia...
À volta de incerto fogo
Brincaram as minhas mãos.
... E foi a vida o seu jogo!
Julguei possuir estrelas
Só por vê-las.
Ai! Como estrelas andaram
Misteriosas e distantes
As almas que me encantaram
Por instantes!
Em ritmo discreto, brando,
Fui brincando, fui brincando
Com o amor, com a vaidade...
— E a que sentimentos vãos
Fiquei devendo talvez
A minha felicidade!
Para te amar ensaiei os meus lábios...
Deixei de pronunciar palavras duras.
Para te amar ensaiei os meus lábios!
Para tocar-te ensaiei os meus dedos...
Banhei-os na água límpida das fontes.
Para tocar-te ensaiei os meus dedos!
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
Pus-me a escutar as vozes do silêncio...
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
E a vida foi passando, foi passando...
E, à força de esperar a tua vinda,
De cada braço fiz mudo cipreste.
A vida foi passando, foi passando...
E nunca mais vieste!
