Homem Destroi Mundo
O homem forte não é aquele que não sente, mas sim aquele que sente profundamente e ainda assim permanece sólido. Sua força não está na ausência de emoções, mas na capacidade de enfrentar e compreender. É na solidez dos sentimentos que se encontra a verdadeira resiliência, permitindo que ele navegue pelas águas turbulentas da vida com sabedoria e equilíbrio.
Cumprir a tarefa que lhe é confiada, com competência e sem reclamações, é o papel de um homem de verdade.
na sombra da vida
onde tudo se faz,
a noite, um açoite,
engano voraz.
o homem se perde
em plano desfeito,
sem fé, sem direito
de tentar outra vez.
a vida é só uma,
sem chance de volta.
só há revolta
e um lutar no vão.
no palco do medo,
só culpa e segredo —
sussurro de morte
e retorno ao chão.
O Homem dos Sete Instrumentos
Chamam-me assim —
homem dos sete instrumentos —
mas não sabem:
não são sete,
nem instrumentos.
São cicatrizes.
São fomes.
São vozes que nunca couberam num só corpo.
Toco o violão como quem acaricia um amor perdido
que ainda respira na madeira.
O piano, como quem dialoga com espectros —
meus mortos têm teclas.
Canto como quem sangra acordes pela garganta.
Escrevo como quem rasga o próprio peito
à procura de um som
que ainda não nasceu.
Componho canções, poemas,
romances e vertigens.
Verso o que não sei nomear.
Não sou um, nem sou muitos.
Sou aquilo que sobra
quando o som se desfaz,
quando o aplauso se cala
e só resta o eco.
Sou o intervalo entre duas notas,
a pausa onde mora o abismo,
o silêncio que sustenta a beleza.
Cada instrumento em mim é um vazio domesticado,
uma ausência que aprendi a afinar.
Cada palavra, um grito soterrado.
Cada acorde, uma oração profana.
Sou feito de ecos e assombros,
de mãos que buscam o invisível,
de olhos que enxergam o que não se mostra.
Carrego um palco dentro do peito —
feito de memórias e ruínas —
onde cada noite,
sem que ninguém veja,
enceno minha última vez.
Se me chamam homem dos sete instrumentos,
é porque ainda não perceberam:
sou o que resta
quando a vida desaprende a dizer,
quando o mundo se recolhe
e só o humano
ainda insiste
em cantar.
Sou um homem multifacetado, alguém que se reinventa constantemente e se adapta com facilidade aos desafios da vida. Minha essência é uma combinação de curiosidade, determinação e criatividade, o que me permite transitar por diferentes áreas com confiança e entusiasmo.
Posso ser analítico e estratégico quando necessário, mas também sei explorar meu lado artístico e inovador. Tenho a habilidade de aprender rápido, absorver conhecimento e aplicá-lo em diversas situações, sempre buscando crescimento e evolução.
Minha capacidade de adaptação não é apenas uma característica digo que é um estilo de vida.
Posso ser líder, colaborador, mentor, aluno, criador ou solucionador de problemas, dependendo da necessidade do momento.
Nada me limita, porque sei que a vida é um constante aprendizado, e eu estou sempre pronto para novos desafios...
O homem de bom humor se sobressai às loucuras do homem mal-humorado. Aquele que sorri também é aquele que dá um tapa na cara do diabo. Aquele que não teme o sorriso é aquele que não teme ver o sangue no coração.
Se eu creio em Deus? Hah! Talvez eu devesse perguntar se eu creio em mim!
Todo homem arranja uma desculpa para seus problemas. Eu arranjo Deus para a minha vida, pois de problemas eu estou farto!
De muita aleatoriedade sem juízo ficou quem eu realmente pensava ser. Toda ordem produz um fruto; e a ordem divina produz a Paz de que toda alma carece.
Hoje, o homem despertou com a luz dentro.
Fez aliança com o pão e a terra,
com os irmãos de fé e o vinho da memória.
Ofertou palavras ao vento —
sementes lançadas na praça cega.
Caminhou como quem interroga o mundo com os pés.
Levava livros na bolsa como quem carrega feridas santas.
E encontrou portas fechadas para o verbo.
Mas ainda assim, cantou.
No espelho do cotidiano,
viu o riso fácil dos que nunca beberam da fonte.
E se perguntou:
vale a pena ser fonte num deserto de pressa?
Ao fim do dia, não teve respostas.
Mas teve o gesto.
E o gesto é o que fica
quando o mundo esquece o nome do poeta.
A paz que excede os homem pode-se tornar em maldição, pois, percebe-se que há mais valor na guerra do que no ouro.
religião é o meio pelo qual o homem quer se autoperdoar para chegar a um Deus que ele matou em seu coração há muito
A Volta do Filho do Homem
Verso 1
Nas nuvens do céu se abrirá o clarão,
Um som de trombeta ecoará na imensidão.
Os corações aflitos encontrarão o fim,
Pois o Filho do Homem vem, e está perto de mim.
Pré-refrão
Os montes se curvam, o mar silencia,
Toda criação sente a Sua harmonia.
O tempo se rende à Sua majestade,
E o mundo contempla a eterna verdade.
Refrão
Ele vem, a luz que nunca se apaga,
Trazendo vida, esperança renovada.
Seu amor é o sopro que nos refaz,
O Filho do Homem, o Rei que traz paz.
Verso 2
Os cativos libertos, as lágrimas ao chão,
São sementes de fé no jardim da redenção.
As vozes dos anjos anunciam o Rei,
Toda alma o verá, não importa onde esteja.
Pré-refrão
Os céus proclamam a Sua glória,
E os homens recordam cada promessa na história.
Ele é o Alfa, o Ômega, o princípio e o fim,
A resposta ao clamor que vive em mim.
Refrão
Ele vem, a luz que nunca se apaga,
Trazendo vida, esperança renovada.
Seu amor é o sopro que nos refaz,
O Filho do Homem, o Rei que traz paz.
Ponte
Eis que tudo se faz novo, o choro cessará,
Na cidade dourada, Sua glória reinará.
O mal será vencido, a morte não terá vez,
Na presença do Filho, eternidade se fez.
Refrão final
Ele vem, a luz que nunca se apaga,
Trazendo vida, esperança renovada.
Seu amor é o sopro que nos refaz,
O Filho do Homem, o Rei que traz paz.
Coda
Nas nuvens Ele vem, a promessa se cumpriu,
O Filho do Homem reina, e o mundo sorriu.
" Um homem sem sabedoria, é um homem ignorante, mas um homem sem alguém para amar, é apenas um menino"
"Houve um homem que era Rei, mas usou coroa de espinhos. Era perfeito, mas andava com pecadores. Era odiado por alguns, mas amava a todos. Falou sobre amor e foi crucificado pelo ódio dos que ele amava."
