Hoje a Felicidade Bate em minha Porta
Estou precisando fazer falta, sabe? Sumir, me afastar de tudo e todos. Porque lutar sempre sozinho machuca. Ainda mais quando falta reciprocidade na amizade e no amor.
Vizinhos de tempo e espaço
Talvez, por estarmos distraídos, não percebemos o quanto a vida é cheia de nuances que beiram a magia. Um desses detalhes que normalmente nos passam despercebidos é a incrível e quase divina coincidência que faz com que as pessoas se tornem vizinhos de tempo e espaço.
Um exemplo é o encontro do casal Oswaldo Stival e dona Edith, ambos descendentes de diferentes famílias italianas que migraram para o Brasil no século XIX. Se a família Stival tivesse vindo “fazer a América”, e a família Spessoto (Peixoto) tivesse permanecido na Itália, o encontro entre o casal que descobriu o amor quase um século depois que seus descendentes chegaram por aqui, não teria acontecido. Se Oswaldo Stival e dona Edith tivessem nascidos em épocas diferentes, o desencontro seria certo, ou seja, essa vizinhança de tempo e espaço (pois ambos nasceram na mesma época e na mesma cidade) permitiu que se conhecessem, convivessem e se apaixonassem.
A incrível e quase divina coincidência que os aproximou é a mesma que dá ao leitor a oportunidade de se emocionar com uma linda história de vida e de amor.
Viver o passado é roubar o presente, mas ignorar o passado também é roubar o futuro, afinal as sementes do destino são alimentadas pelas raízes do passado.
Eu sempre costumo ser inteira e intensa com as pessoas e com você isso não foi diferente. Eu te ofereci minhas mãos, meus abraços, meus ombros, meus ouvidos, minha alma e meu coração, eu te dei o melhor de mim mesma. Vivi no seu mundo pra poder me alinhar a ele, me fiz, me quebrei, me refiz e me encolhi em cantos pequenos só pra caber em você. Te dei meus melhores sorrisos, meus melhores olhares e te fiz conhecer detalhes íntimos meus. Mas isso foi um erro, quando tudo se ajustou e você se refez, eu já não tinha mais espaço na sua vida e você me deu as costas. Partiu me deixando partida, sobre os escombros do que eu chamei de amor e cuidei para ser. E foi sem ao menos dizer tchau ou me agradecer por ter feito os reparos que você precisava. Foi um adeus sem palavras, silencioso mas que doeu como se fosse um tiro. E agora eu voltei a estaca zero, estou me refazendo e me reinventando mais uma vez, só que dessa vez ninguém mais vai conseguir me tornar pequena para caber em mundos minúsculos, porque eu aceitei que sou incrível. Eu descobri que sou um imenso oceano e jamais vou aceitar ser copo de água novamente.
A Verdade deve ser entendida individualmente.
Deve ser entendida por você. Senão for assim,
não é a sua Verdade.
Somente a sua Verdade, e não a verdade,
se expressa na sua vida e na de mais ninguém.
Como você descobre a sua verdade?
Procurando e encontrando o mestre dentro de você.
E verá que o mestre e a Verdade dentro de você
são uma coisa só.
Devo lembrar... que os de Tal, família composta de párias, de marginais, constituem uma das mais antigas estirpes do Brasil. Suas origens datam do tempo do Descobrimento. OS de Tal são brasileiros de quinhentos anos.
O que aproveita mais, saber em qual livro está escrito ou saber o que está escrito?
Saber o nome da nota ou saber tocar a nota?
Até onde esse sopro me leva eu não sei, talvez não saiba nem ao mais onde estou, mas sei onde quero chegar, não vem de mim. Vou ver o mar enquanto o céu aberto me abrir os olhos, vou tomar banho de chuva no frio da meia noite, lavar minha pele daquilo que me diverte, me distrai, eu sei, conheço quem verdadeiramente me ama, conheço Quem também.
Meus olhos vermelhos de choro, entorpecidos de vida, minha vida que escorre.
A lua está sorrindo, você não vê?
que Tudo nos abençoe.
Existem pessoas que gostam de mostrar seus corpos, algumas ganham dinheiro pra isso, todas querem ouvir que são belas.
Conheci uma menina que queria ser modelo.
