Histórias Reais Lindas
É preciso aprender urgente a romper com os padrões distorcidos que nos levaram a escolher o lado errado das maneiras como levamos a vida e direcionar nossas visões para um futuro de maneiras melhores, tanto como indivíduos quanto como sociedade brasileira.
A vida é um constante aprendizado, assim como uma escola. A cada dia, somos apresentados a novas lições e experiências, que nos ajudam a crescer e evoluir. Compreendemos que os laços que não são saudáveis ou benéficos devem ser quebrados, pois são limitantes para o nosso progresso. Assim, entendemos que é importante buscar relações saudáveis e construtivas, que nos permitam desenvolver nosso potencial plenamente.
Estamos no século XXI onde a beleza exerce um grande poder ao atrair dinheiro, fama e interesse. Em certas ocasiões, chego a questionar se nasci na época errada, já que defendo valores morais, faço o que é certo e isso muitas vezes causa incômodo nos outros, afetando a forma como sou tratado e qual o tom das conversas que têm comigo. Minha teoria é simples e direta: ter lealdade é algo fundamental e todos deveriam agir dessa maneira. Infelizmente, essa teoria não se mostrou eficaz em todas as situações que enfrentei.
é impossível desencorajar alguém que tem uma determinação desenfreada pela conquista e uma fome insaciável pelo êxito.
Desenvolva uma liderança assertiva demonstrando confiança, atitude e autoridade ao tomar decisões firmes.
A habilidade de liderança assertiva é fundamental para qualquer líder que deseje alcançar o sucesso. Ser assertivo significa tomar decisões firmes e demonstrar confiança, atitude e autoridade.
Vivemos em momentos andróides e iOS onde o amor tornou-se um aplicativo as pessoas amam-se quando querem e odeiam-se quando entendem, não é uma questão de auto estima e nem de filáucia, o amor ganhou cegueira e o material ganhou visão nítida. RAJM
As incertezas não é algo diferente,
para nos preocuparmos.
Elas são as únicas certezas,
que sempre estiveram presentes
em toda nossa existência.
O que há diferente
é que agora as enxergamos como reais.
Eu sabia que as conexões reais não eram feitas por outro motivo senão por uma afinidade que é sentida e não podemos explicar.
“As coisas reais, imprescindíveis ao homem, não são enxergadas por olhos”
Ney P. Batista
Jun/03/2022
"Sob a Pele"
Leon sempre teve uma visão diferente do mundo. Onde outros viam normalidade, ele via perguntas sem resposta. Ele era um garoto de espírito inquieto, alguém que se recusava a seguir o molde. No fundo, ele sabia que estava procurando por algo – talvez liberdade, talvez propósito – mas era difícil definir exatamente o quê. Ele se sentia como um estranho em sua própria pele, como se usasse um “uniforme” que não era feito para ele, algo que todos enxergavam, mas ninguém realmente via.
Quando a noite caía, Leon vagava pelas ruas da cidade. O silêncio das ruas e a brisa fria o faziam sentir-se vivo, como se a noite fosse seu verdadeiro lar, um lugar onde ele não precisava fingir. Ele andava sozinho, absorvendo a solidão, sentindo-se mais em casa nas sombras do que sob o sol ofuscante do dia, onde as expectativas pesavam sobre seus ombros.
Foi numa dessas noites que ele encontrou um velho misterioso, sentado no degrau de um prédio, com o rosto pintado e os olhos cheios de sabedoria e uma melancolia silenciosa. “O que você vê ao se olhar no espelho, garoto?” o velho perguntou, a voz calma, mas carregada de um tom que despertou algo em Leon. Ele hesitou, surpreso pela pergunta, e por fim respondeu, quase sem pensar: “Eu vejo... alguém que não sou eu.”
O velho sorriu, um sorriso triste e cheio de segredos. “Não é a máscara que define quem você é, mas o que você faz com ela.”
Essas palavras ficaram ecoando na mente de Leon, como um enigma que ele precisava desvendar. De volta ao seu quarto, ele olhava no espelho tentando ver além da própria imagem. Ele percebia que vestia o “traje” que o mundo lhe deu, com todas as expectativas e papéis que os outros projetavam nele. Mas agora ele questionava: qual era o seu verdadeiro papel nessa história?
A partir daquele encontro, algo dentro dele mudou. Ele começou a observar os próprios passos, os próprios sonhos. Percebeu que passava a vida escondendo seus verdadeiros desejos, ocultando quem ele era por trás da fachada que os outros esperavam. Mas, como um herói que veste seu uniforme pela primeira vez, Leon decidiu se lançar em sua própria jornada. A máscara não o definiria, mas o que ele escolhia fazer com ela, sim.
Nessa nova fase, ele começou a frequentar lugares que antes evitava, como o antigo ginásio da escola, onde enfrentou a própria insegurança. Passava mais tempo escrevendo e desenhando, descobrindo no papel uma maneira de expressar suas ideias, seus medos e seus sonhos. Suas criações eram fragmentos de sua alma, partes que antes pareciam desconectadas, mas que agora formavam um quadro maior.
E enquanto ele se dedicava a entender e abraçar quem realmente era, percebeu que não estava sozinho. Outras pessoas ao seu redor também carregavam suas próprias “máscaras”, suas próprias inseguranças. Ele conheceu Julia, uma garota que sorria para o mundo, mas que escondia uma tristeza profunda. Aos poucos, eles se tornaram confidentes, revelando segredos e sonhos. Juntos, eles descobriram que não precisavam se encaixar em padrões, mas sim criar seu próprio caminho.
Uma noite, em um dos telhados onde costumavam se encontrar, Julia o olhou e disse: “Leon, talvez a gente nunca pare de usar máscaras. Mas acho que podemos escolher quem queremos ser enquanto as usamos.”
Essas palavras fizeram Leon perceber que ele nunca precisaria escolher entre esconder-se ou mostrar-se completamente. Ele era um herói e, como todos os heróis, podia carregar as marcas de suas batalhas, visíveis ou invisíveis, sem deixar que elas o definissem.
Agora, cada vez que ele caminhava pelas ruas à noite, ele sentia que estava mais próximo do seu verdadeiro eu. Leon não precisava mais do “uniforme” dos outros; ele havia criado o seu próprio. E, como o Sol que nasce após a noite, ele começou a viver cada dia com a certeza de que sua verdadeira essência não precisava ser escondida – apenas vivida.
Evangehlista Araujjo O criador de histórias
