Histórias Bonitas
as melhores histórias são aquelas que não puderam ser contadas. Embora possa parecer o fim, sempre há uma nova página na nossa vida que podemos reescrever.
Em telas de sonho, eu me vejo
Refletido em histórias alheias
Personagens que vivem e morrem
E em mim, emoções despertam
Filmes que me fazem questionar
Sobre a vida, o amor e o tempo
Impermanência em cada cena
E a beleza do efêmero
Identifico-me em momentos
E depois, não mais me vejo
Novas histórias, novos personagens
E eu, em constante transformação
A vida imita a arte, ou vice-versa?
Em ambos, a verdade se esconde
Em cada frame, uma lição
Sobre o que é ser humano.
As letras escritas na imensidão do seu olhar, criam histórias tão belas, que minha mente não consegue processar.
– Por que as histórias sempre têm finais felizes?
– Acho que porque a vida nos dá tristezas o suficiente.
Nós somos as histórias que ouvimos, assistimos e contamos.
A gente não escolhe as histórias de amor que a gente vai viver. Elas aparecem.
"Se perfumam memórias,
já voa estático ao seu assento.
A expressão conta histórias,
o olhar segue atento.
O caráter é marginal,
as frases são românticas.
O bardo constrói seu astral,
afia palavras como se fossem lâminas".
- Trecho de "Asfalto", do livro "Ruas & Rosas".
Histórias que nós marca de um jeito, que por mais que tentamos, não conseguimos esquecer certos momentos, vem as lembranças, dos abraços, dos cheiros, dos olhares, dos beijos e começamos a sorrir, é bem assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do cérebro que nós fizéssemos por um instante a pessoas mais felizes do mundo, mas só que de algum modo tudo se acaba, criasse uma barreira incapaz de ativar por inúmeras razões. Eu sei, é lindo. Mas logo em seguida, quando penso em quão longe estamos, sinto-me despedaçar por inteiro. Sabe a sensação de arrancar um doce de uma criança? Pois é, sou essa criança. E dói. Uma dor cujo único remédio é seria a sua presença. Mas não podemos, então sigo e estou vivendo assim, penso em você, sorrio e logo sofro e sei que se for de outro jeito sofreremos também.
Se pudéssemos nós termos parcialmente, seria bom, mas sei que seu coração exige por inteiro e inteiro sabemos ser impossível.
O que nós resta, só suspiros e seguirmos no nosso eterno apogeu.
A vida é uma concha de retalhos, são pedaços das histórias que se ouve e as verdades e mentiras nas entrelinhas de realidade em realidade.
Numa distração inesperada, Deus nos surpreende, Ele entra com resoluções, muda histórias, decretos, perspectivas e faz milagres acontecerem...
Porque Deus é Deus de providências... a gente ora, clama, pede e espera.
No tempo certinho tudo se ajeita.
É só confiar!...
Rosely Meirelles🍃
Com a mesma caneta podemos escrever diferentes histórias, o mesmo acontece com nossas dificuldades.
Você tem duas opções: ficar parado e contar as histórias de outras pessoas que se deram bem na vida ou fazer a sua própria história e deixá-los eles contar a sua história de sucesso. Existem dois caminhos, mas você só pode seguir um.
A vida é um conto de histórias, sendo assim será vista em três sentidos:
1) De quem contou;
2) De quem ouviu;
3) De quem viveu.
JANELA.
Daqui dá para ver o tempo.
Lembre-se que os momentos
Não são vividos em histórias
De duendes e fadas.
E que o tempo
Está nas memórias
Escritas e sem palavras.
Daqui de casa dá para ver
Uma nuvem em forma de gente.
Olhando pela janela a espera do futuro,
E pelo milagre a promessa,
Pois a verdade nunca mente.
Daqui vou ver o tempo.
Daqui vou ouvir o vento.
O céu estava azul, agora nublado,
Quem sabe poderá chover,
Não, o sol abriu as nuvens,
Com o seu jeito bravo.
O tempo vai passar,
O tempo vai melhorar,
Quem sabe amanhã o sol
Nasce; um dia sem sol,
Um sol disposto a amar.
Quem sabe a lágrima
Da chuva, uma gota vai molhar,
Toda esta terra, gente,
Toda esta serra, marrom.
Toda esta floresta, cinza.
Toda esta água, preta.
O tempo do tempo calor,
Não vai passar a dor.
Não vai nascer a flor.
Daqui consigo ouvir o vento.
Pela janela consigo ver o tempo.
Sem chuvas e com lágrimas.
O tempo é seco, o vento é seco.
Pela janela do meu quarto,
Eu vejo as palavras nubladas,
Escritas pelo tempo, quente.
E a janela não está fechada.
Autor: Cássio Charles Borges
