História Verdadeira

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Ele disse que não achava que eu tinha uma “personalidade verdadeira”, mas declarou que não se tratava de um elogio. De modo geral, eu concordava com a avaliação. A qualquer instante sentia que poderia fazer ou dizer qualquer coisa, e só depois pensar: ah, então sou esse tipo de pessoa.

Inserida por pensador

A obrigação de cada geração no decorrer da história é ser boa o suficiente para superar a geração antecessora e ser uma base ainda mais forte a ser superada pela geração sucessora...

O propósito da vida é amar. Nascemos fruto de uma paixão. Vivemos no mundo de histórias de amor, de romances proibidos e corações partidos.

Inserida por Avipen

Vivemos do nosso jeito mesmo: louco, bobo, doido e idiota, criando nossa própria história que não se sabe de onde brota, mas esse amor é grande. Gigante como um abraço e lindo como o pôr do sol. Engraçado como um palhaço e quente embaixo do lençol. O importante é ser feliz, com a pessoa que escolheu, amando um ao outro eternamente, seria seu apogeu

Inserida por Avipen

Só nos sentimos seguros quando conhecemos a nós mesmos verdadeiramente. Pois, nossos verdadeiros inimigos são; as inseguranças, medos, ignorâncias, etc. Quando abrimos nossas mentes, galgamos voos além de nossas compreensões!

Inserida por simiao_gomes_neto

As vezes uma única palavra muda o curso de toda uma história.

Inserida por TheTonycaroll

Talvez o céu seja a verdadeira definição de perfeição, se for assim, que Deus perdoe todas as minhas tentativas de ser perfeita.

Inserida por mah_gomes_1

Giambattista diz que os filósofos e historiadores de sua época estavam fazendo da história uma invenção, uma ilusão criada para exaltar nações ou determinados personagens históricos. A história como exaltação de fatos ou personalidade não representa os princípios fundamentais do homem e da história, que é uma criação do homem. A história tem que ter uma ligação real com o homem, caso contrário ela não se sustenta nem cria tradição.

(sobre a filosofia de Giambattista Vico)

Inserida por DavidFrancisco

O homem é o personagem principal da história porque é originalmente um ser sociável e ao se sociabilizar ele cria a história. Além de ser um animal sociável o homem é livre e por isso a história da humanidade é o resultado das escolhas dos homens de cada época.

Inserida por DavidFrancisco

“O excesso de bajulação a um ser humano, muitas vezes o faz pensar ser o que verdadeiramente não é.”

Inserida por PaulinoRSilva

Amizades condicionadas ao meio em que estamos, não são amizades verdadeiras. As verdadeiras amizades resistem ao tempo e a ausência.

Inserida por IzaelDantas

A vida não é só uma história de amor que não deu certo.

Inserida por wesleydiniz

HISTÓRIA CURTA
•••••Gilberto•••••••

Tinha foguete nos pés
Era isso que os amigos diziam.

Quando descia a ladeira
Era tão rápido
Nenhum dos amigos
Conseguia alcança-lo!

Aroudo, o amigo mas velho.
15 anos.

Negrito, 13 anos
Batista, 14 anos
Eliza, 13 anos.

Gilberto, o mais novo
12 anos.

Visto pelos outros
Como o mas esperto.
O mais rápido.

Quem conseguia alcança-lo? Ninguém.

De repente a ideia do roubo.
Cabia a Gilberto a função
De deixar a porta da loja aberta.

Os amigos chegariam em seguida.

Dito e feito.
Gilberto, foguete nos pés.

Deixou a loja aberta.
Chegaram os amigos
Aroudo, Negrito, Batista e Eliza.

Gilberto, corpo franzino
Pernas finas, rápido na corrida.

Esperou, esperou...
Dormiu.

Os amigos chegaram
Não viram Gilberto.

Pegaram o que puderam.
Na saída, Aroudo, o mais velho.

Deixou o gás do fogão ligado.

Pela manhã...
Ao abrir a porta
A explosão...

Entre os destroços
O corpo franzino de Gilberto.

Inserida por EdilsonAlves

HISTÓRIA CURTA
▪▪Negrito ▪▪
Texto com cenas fortes.

Negrito.
Sempre pensativo
Mãe cafetina
Passava horas jogando pedra na água.

Cigarro de maconha
Na mão, um sorriso maroto nos lábios.

Negrito, menino bonito
Pele morena. Olhos vivos.

Sempre acompanhado por seus amigos.

Aroudo, 16 anos
Batista, 15 anos
Eliza, 14 anos.

Praticando peguenos furtos.

O silêncio da noite
Era sempre interrompido
Com o grito de pega ladrão.

Os becos escuros serviam de esconderijo.

Pega ladrão
Pega ladrão
Pega ladrão.

Correria...
A loja arrombada
Uma joalheria.

Tiros.
Estilhaços de vidros
O guarda foi baleado.

Pegaram o ladrão?
Mataram o ladrão.
Dois tiros nas costas.

Negrito
Menino bonito
Pele morena.

Em seu sepultamento
Sua mãe, a cafetina
Alguns bêbados.

Nenhum lamento.

Inserida por EdilsonAlves

Soneto de realidade

Outra vez uma história mal contada...
E acada frágil argumentolançado,
quebro, como umvaso despedaçado,
retrato da minha alma machucada...

A decepção bruscamente instaurada...
O afeto assim se fez, menosprezado,
a confiança, este bem tão estimado,
destruída, implodida; reduzida a nada...

Humilhado, sem ter tidoo ônus de errar,
iludido, perdido no limbo desse ínterim,
até sentir o açoite da traição aestalar...

Respiro consternado, perante o fim,
quizera eu, apenas a utopia de amar,
sem que fosse usado isso, contra mim.

Inserida por ClayWerley

A coisa mais importante que aprendi é que, para ser verdadeiramente feliz, você precisa prestar atenção àquela voz interior idiota que todos nós temos. Ela sabe o que você precisa e vai deixá-lo louco até que você a escute.

Inserida por pensador

Toda história - de amor ou guerra - é uma história sobre olhar para a esquerda quando deveríamos estar olhando para a direita.

Inserida por pensador

Todas as histórias de amor geram histórias de fantasmas.

Inserida por pensador

E talvez porque ela tenha nascido para contar histórias e não para ter necessariamente um Happy End , como tantas mortais que sorriem sempre felizes com aqueles corpos esculpidos diariamente na academia e com impecáveis cabelos esvoaçantes que balançam igual propaganda de shampoo, até mesmo quando sorriem!

Inserida por SaritaPozzo

"Muito para além do que pensou Freud, a verdadeira causa do crescente “mal-estar na civilização” é o vivermos muito aquém da nossa verdadeira natureza e das nossas mais fundas potencialidades internas. É dessa profunda privação, bem como do seu não reconhecimento, que vem o desejo compensatório e compulsivo de prosperar e realizar todo o tipo de desejos no mundo material exterior. É por vivermos muito abaixo das nossas profundas potencialidades espirituais que acabamos por desejar viver muito acima das nossas reais possibilidades materiais, tornando-nos escravos-responsáveis do sistema capitalista de produção e consumo que explora e gere esta nossa vulnerabilidade, com todas as consequências a nível social, económico, ambiental e político que configuram a mais visível crise em que nos encontramos. Mas esta crise externa é apenas o efeito de uma crise interna, de natureza espiritual, e não pode ser superada sem que esta o seja. De outro modo, continuaremos a combater sintomas em vez de irmos à sua origem, que é o que têm feito desde há séculos as tentativas de mudança meramente social, económica e política, cuja história é o currículo dos seus fracassos e, muitas vezes, do trágico agravamento dos problemas que tentaram resolver." - Paulo Borges, "A verdadeira causa do nosso mal-estar", in Quem é o meu Próximo?, ensaios e textos de intervenção por uma consciência e uma ética globais e um novo paradigma cultural e civilizacional, Lisboa, Edições Mahatma, 2014, p.117.

Inserida por joaobento1