História

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Nossa história não foi melhor do que qualquer livro ou filme de romance. Foi uma história imperfeita, bem clichê, com muitos erros e decisões equivocadas. Mas eu senti de verdade, era tudo de verdade.

A amizade é o comeco de uma longa historia
quando nasce de uma fonte verdadeira não existe fim algum, por isso digo a amizade é a unica capaz e que tem o poder da imortalitalidade

A história é a mesma, só muda os personagens do enredo.

Será que você vai lembrar onde é que você vai guardar o rascunho dessa história? Ou vai fazer fogueira pra queimar e ver que não dá pra fechar a biblioteca da memória?

Você pode achar tolice, Mas a nossa história é triste, escravidão ainda existe! Até quando iremos nos calar? Seguir de olhos fechados, com medo de lutar. Quem são eles eles pra nos oprimir, e dizer em qual caminho devemos seguir?

DESEJO UM ÓTIMO DIA!
A vida é a arte de pintar e sentir nossa própria história. Somos riscos, rabiscos, traços, curvas e cores que fazem da nossa vida uma verdadeira obra de arte com carinho. E reconheço que não é o que tenho que me faz feliz. Mas o que faço de tudo que tenho e de tudo que sou...
Da essência do amor que Deus plantou em mim.
Minha vida é mais gostosa quanto sinto o sabor das delícias que ela me oferta.
Minha vida é abençoada. Quando divido um pouco de tudo que tenho, posso dividir e abençoar outras vidas.

Essa é a triste história de um homem que encontrou tudo o que queria e hoje não tem mais nada pra fazer... Ele correu tanto atrás da felicidade, mas quando à encontrou, não soube o que fazer com ela.

Bom, ele hoje não tem muita coisa, só tem tudo o que sempre quis e mais nada de novo à conquistar. Depois de tantas jornadas escolheu o melhor caminho: a solidão, vazia, cheia de nada. Ele agora sabe, que tudo o que ele quis, de nada vai adiantar quando o mundo dele se desvirar (de cabeça-para-baixo para cima) novamente.

Amanhã ele volta à correr atrás, hoje ele quer descanso. Amanhã ele terá que construir um novo hoje, e hoje ele já não liga pro amanhã. Ontem ele não sabia que agora seu nome é Vinícius.

Bom, esse triste homem sou eu, Vinícius, desde ontem. Sempre quis tudo o que pude ter, e nunca podia ter o que queria. Até então, eu buscava a felicidade, mas há algum tempo, descobri que eu estou correndo à frente dela. Para achá-la, eu terei que voltar pro ontem. Só tem um probleminha nisso: é impossível. Logo me conformo que já estou feliz, sendo triste (sendo eu mesmo). Talvez um dia, eu descubra que a felicidade é apenas uma meta invisível que o ser-humano criou para se distrair da realidade. Realidade que por sua vez, ele mesmo criou.

Então, sei lá... Eu estou melhor assim, ao menos não virei um ator, encenando ser feliz. Tentando enganar à mim mesmo. Mas, ficarei feliz mesmo, quando essa vida chegar ao fim. Finalmente vou ver você, Bruna, que já foi bem antes de mim, e por sorte, não teve a infelicidade de ser feliz.

Boa noite.

Nascemos anônimos, para construir nosso legado.
Devemos fazer de nossas vidas uma bela história. Fazer nosso tempo valer a pena. Para que mesmo na morte sejamos lembrados. Lembrados por ações memoráveis e atitudes épicas. Lembrados por construir um legado inesquecível.
Nascemos anônimos para morrer como uma lenda.

Acho que podemos fazer de tudo. Sei que essa não é uma história de amor como outra qualquer. Sei que há motivos para eu nem dizer isso. Mas eu amo você. De verdade.

Jojo Moyes
Como eu era antes de você

⁠Indiaroba, Terra de História e Afeto

Há um olhar que ultrapassa o óbvio, que enxerga além das paisagens e dos cartões-postais. Um olhar que se detém nos detalhes, nas expressões, nas mãos que trabalham, nas risadas que ecoam pelas ruas, no cheiro da comida que traz lembranças de casa.

Minha gente é feita de força e delicadeza. Das águas do Rio Real que nos banham e dos passos que marcam a terra. São rostos que contam histórias, vozes que preservam tradições, gestos que carregam gerações inteiras. E eu, com minha lente e meu coração, me faço parte disso tudo— registrando, contando, preservando.

Cada clique é um abraço na memória, um jeito de dizer: olhem para nós, para o que somos, para o que temos. Nossa cultura pulsa na feira livre, no trabalho dos pescadores, na dança que embala as festas, na fé que nos une. Indiaroba é mais que um lugar, é sentimento, é pertencimento, é raiz.

E quando alguém me pergunta o que me faz ter tanto orgulho de viver aqui, eu respondo sem hesitar: é a minha gente.

Indiaroba - fragmentos da nossa história

A história de Indiaroba, como a de muitas cidades, é marcada por uma teia de vivências e transformações que refletem não apenas os acontecimentos, mas também os sentimentos e os desafios enfrentados ao longo dos tempos. Essa terra, entre os rios Sergipe e Real, foi palco de disputas e encontros, onde os povos nativos se uniram aos primeiros colonizadores, dando forma a uma história de resistência, adaptação e sobrevivência.

No início, os franceses, com a ajuda dos indígenas, adentraram as águas do rio Real, ainda em 1575, mas seus vestígios desapareceram como o eco de um tempo que se apaga na memória coletiva. O território, um cruzamento de destinos entre as províncias da Bahia e Sergipe, foi marcado pelas rivalidades entre os capitães-mores, e cada disputa territorial refletia a busca incessante por um lugar de pertencimento. O que se transformou em Indiaroba não nasceu de uma fundação simples, mas de um processo de construção coletiva, onde cada ação, cada decisão, moldava as raízes de uma identidade.

Em 1750, com a chegada dos padres jesuítas e a fundação da capela de Nossa Senhora do Carmo, a cidade começava a se desenhar de forma mais concreta, tornando-se um espaço de fé, tradição e cultura. A disputa pela sua organização administrativa, entre os municípios de Abadia e Santa Luzia, só confirmava a importância de Indiaroba como uma peça central nesse tabuleiro geográfico. Mas, como toda história, a luta pela definição da cidade não seria linear nem simples.

Na virada do século XIX para o XX, um novo marco se desenhou: em 1938, com a emancipação política, a cidade iniciou uma etapa de maior autonomia, e seu crescimento seria impulsionado pela industrialização do camarão e pelo turismo. Sua posição geográfica, entre Sergipe e Bahia, tornou Indiaroba uma porta de entrada para o Estado sergipano, e o que antes parecia uma luta por reconhecimento, agora se tornava uma celebração de suas conquistas e particularidades.

Indiaroba é uma cidade que respira as marcas de sua história — um povo que resistiu ao tempo, que preservou a cultura e que se reinventou. Hoje, a cidade reflete não apenas as lutas e vitórias do passado, mas também a esperança do futuro, com um povo que conhece o valor da sua terra e da sua identidade, buscando preservar o que é mais precioso: suas raízes.

©Jorgeane_borges

Se a princesa não me encantar eu tiro ela da história.

Seja autor e não vítima de sua história.

Augusto Cury
Você é insubstituível

A história de amor mais inocente começa com um olhar, passa ao sorriso, chega ao aperto de mãos às escondidas e acaba com um beijo e um sim.

É como Tolstoi disse. A felicidade é uma alegoria, a infelicidade é uma história.

“Por trás de cada olhar, existe uma história que ninguém conhece.”

Fofoca é uma história pobre contada por um autor tão imbecil e deselegante quanto sua criação.

Aprenda a caminhar sozinha e a ser feliz com você mesma. Inventa uma nova história, desenha novos sonhos, floreia novo caminhos e vai. Quando você aprender a se amar, a se cuidar e a se valorizar, então finalmente terá compreendido tudo sobre a vida, e a companhia dos outros que te cercam será apenas uma mera escolha.

Tão triste a história de amor
Que aconteceu
Alguém, num lugar qualquer
Se apaixonou por uma flor
Que nasceu de uma garoa
Que do céu caiu.

O dia escureceu e a flor
Então no céu surgiu
Quando o dia amanheceu
Ele que era sem ninguém
Olhando o céu agradeceu
E de mansinho a flor beijou.

Desde então se transformou
O seu viver
A flor que a chuva lhe deixou
Fez um velho amor renascer
Mas aquele grande amor
Não podia ser
E a mesma chuva retornou
E a flor chorando carregou.

Assim, a história de alguém
Que amou a flor terminou
Porque onde a flor nasceu
Alguém morreu.

É muito fácil se passar por vítima quando quem conta a história é o vilão.